Logo Posto Hoje

INFORMAÇÃO E SERVIÇOS PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS

POSTO HOJE É ENVIADA GRATUITAMENTE A DIRIGENTES DE POSTOS DE COMBUSTÍVEIS. FAÇA AQUI SEU CADASTRO

19/112021

STF aceita Fecombustíveis como amicus curiae

 

A Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis) foi aprovada para ingressar como amicus curiae na Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO) nº 68, pela ministra do Supremo Tribunal Federal, Rosa Weber, em 16 de novembro. A ADO 68 foi uma iniciativa do governo Jair Bolsonaro para pressionar o Congresso Nacional a regulamentar o art. 155, §2º, XII, "h" da Constituição Federal, introduzido pela Emenda Constitucional nº 33/2001, para que seja estabelecida a incidência monofásica do ICMS sobre combustíveis, com alíquotas uniformes em todo o país. De acordo com Felipe Gerken, sócio do escritório Villamil Advogados, contratado pela Fecombustíveis para auxiliar no processo de ingresso como amicus curiae, a partir da aprovação a entidade terá o papel de auxiliar o STF a decidir melhor sobre esta questão. Fonte: Assessoria de Comunicação da Fecombustíveis, via Informativo Recap.

 

Qual é a gasolina mais cara do mundo? Confira preços atualizados

 

Uma das constantes queixas do brasileiro tem sido a alta nos preços dos combustíveis e, de fato, tem tido aumentos significativos e constantes. Todavia, através de um levantamento da Global Petrol Prices, que monitora toda semana os preços dos combustíveis e energia em 168 países, nós ainda estamos numa posição abaixo do preço internacional. Isso considerando o apanhado dos números. Os dados da entidade são baseados em indicadores oficiais e foram veiculados pela CNN Brasil. No ranking mundial do petróleo mais caro do mundo, nós ocupamos o 90º lugar com um custo médio da gasolina, conforme dados atualizados, no valor de R$ 6,321. Isso representa um valor de R$ 0,42 abaixo do que é praticado pelo mercado internacional. Mas, se nosso combustível não está entre os mais caros do mundo, qual país tem o mais elevado valor? A resposta, conforme dados da Global, é Hong Kong, uma das regiões administrativas da China. O país tem o preço do litro de gasolina de R$ 14,454.

Leia mais em:  https://www.tudobahia.com.br/economia

 

ANP fará acordo com Inpe para monitorar setor de petróleo, gás e biocombustíveis

 

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) vai fechar um acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), órgão vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), para monitorar o setor de petróleo, gás e biocombustíveis. A assinatura de um protocolo de intenções foi aprovada nesta quinta-feira, 18, pela diretoria da Agência. Em nota, a ANP diz que entre os principais objetivos está o desenvolvimento e o aperfeiçoamento da capacidade para a aquisição de dados dos satélites para apoiar o monitoramento de atividades da indústria em tempo próximo ao real. Além disso, a ANP explica que a ideia é fazer também a coleta, o armazenamento e o compartilhamento de dados georreferenciados para fins científicos e de monitoramento ambiental marinho; e o desenvolvimento de tecnologias, processos e produtos visando à redução na emissão de gases do efeito estufa nas atividades da indústria.

Leia mais em:  https://economia.uol.com.br/noticias

 

Petrobras diz que Capex de plano de negócios está em análise e está próximo do publicado em matérias

 

A Petrobras informou nesta sexta-feira que o plano estratégico da companhia para o período 2022-2026 ainda está sendo analisado pelo Conselho de Administração, mas confirmou que os valores mencionados em matérias se aproximam daqueles apreciados pela Diretoria Executiva. A Reuters publicou na véspera que o próximo plano de negócios plurianual da petroleira deveria prever investimentos entre 60 bilhões e 70 milhões de dólares, com a estatal voltando a elevar o Capex, principalmente em exploração e produção do petróleo do pré-sal, com informações de duas fontes a par do assunto. A reportagem pontuou ainda que o plano 2022-2026, que será divulgado no próximo dia 25, estava ainda em fase final de elaboração. Mas que apontavam um aumento na comparação com o programa anterior de 55 bilhões de dólares (2021-2025), quando a companhia realizou no ano passado uma redução de 27% na estimativa de aportes plurianuais visando preservar caixa diante da pandemia.

Leia mais em:  https://www.terra.com.br/economia/petrobras

 

Presidente da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado defende criação de fundo para equilibrar preço dos combustíveis

 

Segundo Otto Alencar, do PSD, um projeto já em tramitação prevê que o dinheiro necessário venha da tributação de exportações da Petrobras. Falando a José Luiz Datena, na Rádio Bandeirantes, ele disse que a empresa está numa zona de conforto, lucrando muito, enquanto o consumidor paga caro. Para o senador baiano, não tem sentido o preço dos combustíveis ser dolarizado se quase todo o mercado interno de combustíveis está baseado no real. Outro erro estratégico da Petrobras, aponta Otto Alencar, é deixar de investir no refino para priorizar produção e exportação do óleo bruto. Uma audiência pública para discutir o projeto está marcada para terça-feira que vem na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado. Foram convidados os ministros da Economia, Paulo Guedes, de Minas e Energia, Bento Albuquerque, e o presidente da Petrobras, Joaquim Silva e Luna.

Leia mais em:  https://www.band.uol.com.br/radio-bandeirantes

 

MME e Petrobras contra taxação das exportações de petróleo para estabilizar combustíveis

 

A taxação das exportações do petróleo produzido no país para subsidiar um fundo de estabilização dos preços dos combustíveis não parece coerente e pode afetar a previsão de investimentos de empresas que compraram ativos exploratórios em leilões da ANP. — A avaliação é da diretora do Departamento de Combustíveis do Ministério de Minas e Energia (MME), Marisa Barros, que participou nessa quarta (17/11) do primeiro episódio da série Energy Talks, produzida pela agência epbr. — “Temos que analisar em que medida isso vai afetar os investimentos das empresas em projetos de upstream que já foram adquiridos e os próximos leilões”, disse a diretora do MME. — O diretor de Comercialização e Logística da Petrobras, Claudio Mastella, classificou a proposta como “muito ruim para o setor como um todo”. “Isso basicamente vai espantar investidores. A médio prazo sai muito mais caro”, avaliou.

Leia mais em:  https://epbr.com.br/mme-e-petrobras

 

Setor de gás canalizado quer intervenção do Cade contra Petrobras

 

A Associação Brasileira das Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás) pediu uma intervenção do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) nos contratos que as empresas do setor têm com a Petrobras. Até o momento, a estatal é a única fornecedora do combustível, o que deve mudar em breve com a abertura do setor. Para algumas das companhias associadas à Abegás, a intervenção do Cade deve ser no congelamento dos contratos que vencem no fim do ano para evitar reajustes de preços. A intenção da Petrobras seria em cobrar até quatro vezes mais pelo produto. Em outros casos, o pedido é para que seja garantido o acesso aos gasodutos da petroleira.

Leia mais em: https://www.metropoles.com/colunas 

 

Coluna Fernando Calmon   Nº 1.176

 

Fernando Calmon é engenheiro e jornalista especializado no setor automobilístico desde 1967, quando produziu e apresentou o programa 'Grand Prix' na TV Tupi, no ar até 1980. Dirigiu a revista AutoEsporte por 12 anos e foi editor de automóveis das revistas O Cruzeiro e Manchete. Entre 1985 e 1994, produziu e apresentou o programa 'Primeira Fila' em cinco redes de TV. A coluna Alta Roda, criada em 1999, é publicada semanalmente na internet. Calmon também atua como consultor em assuntos técnicos e de mercado na área automobilística, e como correspondente para o Mercosul do site inglês just-auto. www.fernandocalmon.com.br.

 

O que esperar das três

marcas francesas aqui

 

O principal executivo do Grupo Renault, Luca de Meo, esteve no Brasil semana passada para confirmar as mudanças de rumo que a marca francesa vem executando em todos os mercados. E aqui nada será diferente. Ainda na administração do seu antecessor Carlos Ghosn a meta era de conquistar 10% do mercado brasileiro, o que a fabricante conseguiu por breve período. No entanto, de Meo deixou claro que as prioridades mudaram. A rentabilidade terá prioridade e alguns pontos percentuais serão perdidos. Ele mesmo espera 5% ou 6% de participação nos próximos anos, quando o fornecimento de semicondutores estiver normalizado.

 

 

O executivo italiano, que residiu no Brasil quando criança, não anunciou o quanto pretende investir na filial brasileira a partir de 2023, quando o plano atual de R$ 1,1 bilhão (2021-22) for completado. Mas admitiu que vai focar em produtos de maior valor agregado. A Renault desenvolve sua plataforma Global Access com novos modelos na faixa dos compactos (a partir de 3,8 m de comprimento) e médio-compactos (até 4,5 m de comprimento). Mesmo sem apontar nenhum segmento em particular, existe a possibilidade de o SUV Bigster de sete lugares, lançado pela Dacia, ser produzido no Brasil a partir de 2024.

 

De Meo também admitiu a importação para o Brasil de um elétrico mais barato, que se chamaria Kwid E-Tech (na Europa, Dacia Spring). Porém, sem descartar importar ou mesmo produzir localmente um híbrido com motor flex. Existem planos, segundo minhas fontes, para a fabricação na unidade de São José dos Pinhais (PR) do motor de 1 litro turbo flex, embora ele não tenha abordado esse ponto.

 

O que se considera definido é a evolução tecnológica do hatch Sandero e do sedã Logan, seguindo a mesma estratégia da Europa. Certamente terá impacto no preço ao público. Quanto a uma colaboração mais estreita com a Nissan, sua sócia na aliança que inclui a Mitsubishi, sua resposta foi fria, sem entusiasmo. “É uma pergunta a ser feita aos nossos parceiros.”

 

Um dia após a entrevista de Luca de Meo, a Citroën tinha uma resposta engatilhada ao anunciar seu plano 4 All (foneticamente, em inglês, Para Todos), no período 2022-24. O número 4 também se refere a inéditos 4% que pretende conquistar de participação no mercado brasileiro de automóveis e comerciais leves (já teve, no passado, algo em torno de 2,5%). Segunda Vanessa Castanho, executiva responsável pela marca, o novo C3 será lançado em 2022, seguido por um sedã, em 2023. Provavelmente, haverá um SUV médio-compacto sucessor do C4 Cactus em 2024.

 

O SUV C3, que a Citroën identifica como “hatch”, estreia logo no primeiro trimestre. Há expectativa de que ofereça também o novo motor 1-litro turbo flex (130 cv com etanol) lançado no Pulse.

 

A Peugeot igualmente pretende crescer, no entanto sem traçar metas. A marca esteve próxima dos 3% do mercado em sua melhor fase.

 

As francesas somadas (não simultaneamente) já rondaram os 15% de participação no Brasil. Voltar a esse patamar parece, agora, mais difícil em um futuro previsível. Dependerá também da estratégia da Stellantis com tantas marcas a administrar.

 

 

 

ALTA RODA


LEMBRA do filme “Difícil de Matar”, de 1990, com Steven Seagal? O compacto Gol, lançado 10 anos antes do filme, ensaia um enredo semelhante. Marcado para sair de produção no final de 2022, uma fonte da coluna adianta que as encomendas de peças para a linha de montagem em Taubaté (SP) se estendem a 2023. Só não se sabe por quantos meses...

 

CONFERÊNCIA do clima em Glasgow, Escócia (COP 26) terminou com compromissos bastante modestos (até 2040), em relação ao fim da produção de veículos com motor a combustão. Entre as marcas mais conhecidas engajaram-se Ford, GM, Jaguar (sem Land Rover), Mercedes-Benz, Volvo, além da chinesa BYD e outras desconhecidas. Somadas representam, hoje, menos de 15% da produção mundial de veículos.

 

GUIAR a maior parte do tempo utilizando apenas o pedal do acelerador é uma experiência muito interessante no elétrico Volvo XC40 Recharge. Eliminado o botão de energização: basta abrir a porta do motorista, ótima solução. Falta o alerta sonoro externo de aproximação para evitar acidentes com pedestres e ciclistas. Desempenho vigoroso: 408 cv/67,3 kgf.m com tração 4x4. Alcance de até 400 km, se não abusar do acelerador.

Imagem Volvo

 

PESQUISA Brand Health Tracker 2021 destaca o preço como principal fator de decisão de compra de um veículo no Brasil. Os outros critérios seguem a seguinte ordem de importância: segurança, consumo de combustível, conforto, manutenção, marca, tecnologia, espaço interno/porta-malas e custo de seguro. Marca, em sexto lugar e tecnologia, em sétimo surpreendem.

 

SEMINÁRIO on line de Inovação em Powertrain, da AEA, focou no uso do hidrogênio (H2) verde em veículos. Obstáculo maior continua sendo o preço por exigir grande quantidade de energia elétrica e de fonte renovável para produzi-lo. Pilhas a hidrogênio fornecem, por meio de reformador (estes vêm caindo de preço), a eletricidade a bordo, dispensando pesadas e caras baterias.

 

 

 

Ex

 

15