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15/10/2021

 

Câmara aprova mudança no cálculo do ICMS sobre combustíveis; entenda a proposta

 

A Câmara dos Deputados aprovou na noite de quarta-feira (13) o texto do projeto de lei que altera a forma como o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) é calculado sobre os combustíveis. A matéria ainda será analisada pelo Senado. Segundo o relator da proposta, deputado Dr. Jaziel (PL-CE), o projeto tem a intenção de tratar de um dos pontos mais decisivos na composição do preço dos combustíveis: a carga tributária. “De acordo com a apuração mais recente realizada pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), os tributos federais e estaduais respondem por cerca de 40,7% do preço da gasolina”. “Por todas essas razões, o mecanismo mais eficiente para o controle dos preços dos combustíveis — até mais do que a implementação de intervenções estatais localizadas– é a estabilização efetiva de parte expressiva de seu custo, mediante a exigência de tributos por um valor fixo, diminuindo-se, assim, a influência das alterações do preço do barril de petróleo no valor cobrado do consumidor final”, acrescentou o relator.

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Governadores articulam ação no STF contra mudança no ICMS sobre combustíveis

 

Contrários ao projeto que muda a regra de tributação sobre combustíveis, governadores devem entrar com uma ação no STF (Supremo Tribunal Federal) para tentar barrar a medida caso o Senado também aprove a proposta. O texto passou pela Câmara na quarta-feira (13). A expectativa no Senado é que a proposta consiga avançar, apesar da resistência a alterar impostos que possam prejudicar estados e da visão de que o projeto aprovado na Câmara confirma o discurso do presidente Jair Bolsonaro, que culpa governadores pelo preço dos combustíveis. Lideranças das principais bancadas acreditam que “algo precisa ser feito”.

Leia mais em:  https://www1.folha.uol.com.br/mercado/

 

Defasagem no preço dos combustíveis chega a 17%, apontam importadores

 

Embora os consumidores estejam insatisfeitos com a alta nos preços dos combustíveis, eles podem subir ainda mais nas próximas semanas. Os valores praticados pela Petrobras nas refinarias estariam defasados, em média, 13% para a gasolina e 17% para o óleo diesel. A conclusão é de um levantamento da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom). Apesar de o Brasil ser o sétimo maior produtor e exportador mundial de petróleo, o parque nacional de refino não produz combustíveis em quantidade suficiente para abastecer o mercado interno: faltam, em média, 15% da gasolina e entre 25% e 30% do diesel. “Podemos ter comprometimento do abastecimento no Brasil. Os últimos dados que temos são de agosto, quando 83% da gasolina importada foi trazida pelo Brasil pela Petrobras. As distribuidoras e importadoras privadas ficaram com apenas 17% do total. A Petrobras tem importado muito porque está praticando preços abaixo da paridade e não tem como atender à demanda, mas precisa garantir o abastecimento”, afirma Sérgio Araújo, presidente-executivo da Abicom.

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Preços nos postos: Etanol tem o pior nível de competitividade em dez anos

 

Na semana passada, a gasolina voltou a ter aumento de preço na média nacional após uma semana de estabilidade – já o etanol, emenda o seu décimo incremento consecutivo. Entre os dias 3 e 9 de outubro, o valor do combustível fóssil saiu de R$ 6,092 por litro para R$ 6,117/L, ampliação de 0,41%. O renovável, por sua vez, teve aumento de 0,82%, passando de R$ 4,736/L para R$ 4,775/L. Os valores correspondem ao levantamento semanal realizado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Isso fez com que, no período analisado, o biocombustível custasse o equivalente a 78,1% do preço de seu correspondente fóssil, superior ao índice de 77,7% visto uma semana antes. Este também foi o resultado mais elevado desde o período de 24 a 30 de abril de 2011, quando a relação entre os valores chegou a 79%. Com isso, o etanol segue cada vez mais distante do limite comercialmente estabelecido de 70% do custo da gasolina, faixa em que é considerado vantajoso para os consumidores.

Leia mais em:  https://www.novacana.com/n/etanol/mercado/

 

Marilia Lima assume a direção do Marketing para a América Latina da Gilbarco Veeder-Root

 

A executiva, que acumula longa vivência em multinacionais, tanto no Brasil como no exterior, chega com a missão de consolidar a transformação digital da empresa, o fortalecimento da abordagem de provedor de soluções e tecnologia para o mercado, impulsionando o posicionamento dos negócios em toda América Latina. Vivência internacional e diversificada que proporcionam visão global, escalada regionalmente, avalizam os recursos para o desafio da nova diretora de marketing para América Latina da Gilbarco Veeder-Root. Antes de ingressar na organização, Marilia atuou como Gerente global de marketing estratégico de soluções digitais, na Dentsply Sirona, na Alemanha. Sua trajetória também acumula passagens pela Henkel e Gerdau, sempre em posições ligadas a inovação e estratégia. Marilia Lima é graduada em Administração pela Universidade Federal de Pernambuco, com MBA em Marketing pela FGV e certificação executiva em Gestão de Marcas pela Otto Bensheim School of Management. Fonte: Assessoria de Imprensa da Gilbarco.

 

Petrobras informa que Aguila Energia e Infra fazem melhor proposta por Bahia Terra, acima de US$ 1,5 bilhão

 

RIO DE JANEIRO (Reuters) – A Petrobras informou que o consórcio formado pela Aguila Energia e Participações e pela Infra Construtora e Serviços apresentou a melhor proposta pelo Polo Bahia Terra, em valor superior a 1,5 bilhão de dólares, segundo comunicado ao mercado na quinta-feira. Ainda segundo a empresa, a diretoria-executiva da companhia já aprovou o início da fase de negociação. A Reuters publicou na segunda-feira que o consórcio havia apresentado a melhor oferta, acima de 1,5 bilhão de dólares, e que seguiria para a fase de negociações com a companhia.

Fonte:  https://www.infomoney.com.br/mercados/petrobras

 

 

Coluna Fernando Calmon   Nº 1.171

 

Fernando Calmon é engenheiro e jornalista especializado no setor automobilístico desde 1967, quando produziu e apresentou o programa 'Grand Prix' na TV Tupi, no ar até 1980. Dirigiu a revista AutoEsporte por 12 anos e foi editor de automóveis das revistas O Cruzeiro e Manchete. Entre 1985 e 1994, produziu e apresentou o programa 'Primeira Fila' em cinco redes de TV. A coluna Alta Roda, criada em 1999, é publicada semanalmente na internet. Calmon também atua como consultor em assuntos técnicos e de mercado na área automobilística, e como correspondente para o Mercosul do site inglês just-auto. www.fernandocalmon.com.br.

 

Recarga de baterias,

agora, mais rápida

 

Um dos empecilhos na adoção em massa de carros elétricos é o tempo de recarga da bateria. Esse desafio sempre está entre os difíceis de superar e, agora, ocorre pequena evolução. A suíço-sueca ABB, focada em energia e automação, anunciou um novo supercarregador batizado de Terra 360. Pode atender quatro veículos simultaneamente com potência constante de 360 kW, diminuindo filas de espera. Significa 100 km de alcance a cada três minutos de recarga e até quinze minutos para completar a operação, dependendo do nível da bateria.

 

Imagem: ABB

 

O supercarregador chega em países da Europa no fim deste ano e no resto do mundo em 2022. A empresa não revelou os custos do equipamento e de instalação que costumam ser altos. Os quinze minutos ainda parecem muito frente a quatro ou cinco minutos para abastecer 50 litros de um tanque de carro comum. Não se sabe quando se alcançará a equivalência de tempo, futuramente.

 

O novo equipamento não foi projetado para uso doméstico. Outras ressalvas: a fim de preservar a vida útil das atuais baterias de íons de lítio o ideal é recarregar entre 20% e 80%; tempo de recarga proporcionalmente bem maior entre 80% e 100% do que entre 0% e 80%; condições climáticas de muito frio ou muito calor influenciam. Os custos de reciclagem em massa ainda estão por definir. Também se desconhece quanto os preços de lítio, cobalto e cobre subirão com o aumento de demanda por baterias.

 

Embora existam previsões de diminuição de custos dos veículos elétricos (VE), um estudo recente da Jato Dynamics revelou que nos últimos 10 anos o tíquete médio de venda subiu 28%, na União Europeia e 38%, nos EUA. Na China, ao contrário, os VE ficaram 47% mais baratos no mesmo período em razão de estímulos governamentais e a proliferação de modelos subcompactos, mais em conta, para uso urbano.

 

Como baterias acrescentam de 400 kg a 600 kg à massa de um carro, ainda não está claro o impacto sobre a durabilidade de pneus e elementos de suspensão, apesar de gastos com pastilhas e discos de freio bem menores. O chamado custo total de propriedade ainda está sujeito ao futuro preço da eletricidade que, na verdade, ninguém sabe quanto será.

 

Outra dúvida é o modo dos governos transferirem os impostos sobre combustíveis líquidos que geram valores elevadíssimos, principalmente na Europa. Algumas cidades nos EUA criaram taxas simbólicas de manutenção de rodovias sobre carros elétricos a fim de compensar parte da arrecadação perdida com a gasolina. Desconsiderar essa realidade parece pouco prudente, pois a conta vai chegar.

 

Enquanto isso, novos investimentos continuam a ser anunciados e prazos otimistas revelados por grandes grupos automobilísticos em resposta, principalmente, ao posicionamento de países europeus. Nos EUA, a Ford revelou semana passada que investirá US$ 11 bilhões (R$ 60 bilhões) em duas fábricas, de baterias e picapes, embora o governo americano não tenha estabelecido metas.

 

O ex-presidente da GM América do Sul, Carlos Zarlenga, estimou em até 60% a participação de elétricos e híbridos plugáveis nas vendas totais, em 2030, na Europa, China e EUA. Para América do Sul entre 15% e 25%, ficando o Brasil mais perto do primeiro porcentual por sua extensão territorial.

 

ALTA RODA


ESCASSEZ de semicondutores dificulta as previsões da Anfavea para este último trimestre do ano. Em relação a 2020, as vendas totais em 2021 podem variar entre menos 1% e mais 3%. Na melhor hipótese atingiriam 2,118 milhões de veículos leves e pesados. A produção crescerá entre 6% e 10% para atender compromissos de exportação. A situação reflete o panorama mundial de escassez de chips. Consultoria IHS estima que só em 2024 a produção mundial de veículos voltará ao nível do ano recorde de 2017.

 

PEUGEOT vem recuperando participação de mercado. Uma das razões é a evolução no nível de equipamentos e qualidade percebida do 3008 GT Pack que beneficia a imagem da marca. O SUV médio importado da França agrada pelo espaço interno, piso traseiro plano, quadro de instrumentos digital e porta-malas de 591 litros. Dirigibilidade boa, mas os 1.375 kg exigiriam algo mais de potência do que os 165 cv (só gasolina). Preço: R$ 270.521.

 

Imagem: Stellantis Press

 

PORSCHE escolheu o recém-chegado Taycan Cross Turismo (R$ 685.000), crossover de sedã e perua de balanço traseiro bem curto, para a primeira expedição de longa duração de um modelo elétrico pelo País. Em 26 dias, percorrerá 9.000 km de Foz do Iguaçu (PR) a Jericoacoara (CE). Previsão de chegada em 31 de outubro. O planejamento previu instalação de postos de recarga rápida em hotéis e pousadas. O Cross Turismo entrega entre 380 cv e 476 cv (overboost no controle de largada).

 

CAOA CHERY começa a vender, esta semana, Arrizo 6 Pro por R$ 134.990 (período de lançamento). Taxa de financiamento e seguro serão subsidiados, inicialmente. O sedã conviverá com a versão GSX (intermediária) que não recebeu a nova grade dianteira nem faróis e lanternas traseiras em LED. Rodas de liga leve de 17 pol. também são exclusivas da versão de topo.

 

 

 

 

 

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