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16/09/2021

Petrobras deveria adotar preço médio nos combustíveis, afirma economista

 

Em entrevista à CNN Rádio na quarta-feira (15), o economista e professor Renato Veloni, do IBMEC São Paulo, avalia que a Petrobras poderia adotar “preços administrados” para conter a alta nos preços dos combustíveis no momento. Hoje, os reajustes são aplicados a cada vez que há oscilação do preço do petróleo, segundo a cotação internacional, ou na taxa de câmbio. “Há um repasse quase imediato para o preço de revenda, e a gente fica num cenário bastante volátil”, diz. Segundo Veloni, o “mais favorável para o bolso” neste momento seria a opção dos “preços administrados”: “É uma prática adotada por vários países, de trabalhar com o preço médio, e não com a cotação do dia, que varia muito.” O professor exemplificou com um cenário hipotético de quatro semestres seguidos, com uma cotação fictícia de R$ 1.000, com queda no semestre seguinte para R$ 500 reais, seguida por nova oscilação de R$ 1.000 e mais uma vez R$ 500. Ao invés de acompanhar o movimento a cada queda ou subida, a Petrobras, neste caso, cobraria sempre 750 reais, que é o preço médio.

Leia mais em:  https://www.cnnbrasil.com.br/business/

 

Caminhoneiros convencem Bolsonaro a reduzir teor de biodiesel

 

A novela do biodiesel se iniciou em 2008, com adição obrigatória de 2% ao diesel (chamado então de B2). Um combustível “limpo” pois não tem origem fóssil (petróleo) mas vegetal, produzido a partir de grãos. O percentual cresceria gradualmente até 15% em 2023, desde que avaliações técnicas não indicassem problemas no campo. Mas os estudos aconselharam um limite de 7% (B7). Produtores do biodiesel pressionaram e o Ministério de Minas e Energia (MME) permitiu o B10. Aí, começaram a surgir problemas no campo, mas, mesmo assim, foi autorizado um acréscimo anual de 1%, a partir de 2019, até 15% em 2023. Quais os problemas do biodiesel? Um dos mais complexos é a presença de água, pois o biodiesel absorve umidade do ar, formando borra nos tanques de postos, carros e geradores de energia.

Leia mais em:  https://autopapo.uol.com.br/noticia/caminhoneiros

 

Eduardo Leite reduz ICMS dos combustíveis e joga pressão nos outros governadores

 

O Governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), jogou pressão nos outros governadores ao adotar um conjunto de medidas que, na prática, reduzem o ICMS cobrado pelo Estado, incluindo as alíquotas que incidem sobre combustíveis, energia e comunicações. São os setores chamados de blue chips, cujas alíquotas serão reduzidas de 30% para 25%. Focus apurou que a informação causou preocupação na Secretaria da Fazenda do Ceará. A decisão do governador tucano, no mínimo, cria desconforto político e reduz o poder de fogo dos argumentos contrários a qualquer redução do ICMS nos setores citados, que são os que geram a maior arrecadação para os cofres do Estado. Ao entregar a proposta de Orçamento 2022 para a Assembleia gaúcha, o que Eduardo Leite fez foi retomar os patamares anteriores da alíquota do ICMS, que havia sido majorada “provisoriamente” em 2015. No fim de 2020, Leite já havia removido parte da majoração temporária. A outra parte vence no final deste ano. Assim, já em 1º de janeiro de 2022, com o Governo do RS abrindo mão de manter o aumento “provisório”, as alíquotas voltam ao patamar anterior.

Leia mais em:  https://www.focus.jor.br/eduardo-leite-reduz

 

Câmara do DF aprova redução na alíquota do ICMS para combustível

 

Um alívio para o bolso dos motoristas do Distrito Federal. A Câmara Legislativa aprovou a redução de 3% na alíquota do ICMS para combustíveis. O ICMS é o imposto sobre circulação de mercadorias e serviços e a redução tornará mais baratos o álcool, a gasolina e o diesel. A estimativa é que o preço final da gasolina e do álcool caia 7%, e o do diesel, 11%. Mas como a redução impacta diretamente o orçamento, ela não pode ser adotada imediatamente. Passará a valer só em 2022, e de forma gradual, ou seja, a queda será de 1% por ano até 2024. Na prática, isso significa que em 2024 o imposto terá o mesmo peso que tinha no ano de 2015.A Secretaria de Economia do Distrito Federal estima que o governo deixará de arrecadar R$ 345,4 milhões, mas prevê que possa ser compensado com o reaquecimento da economia, que aumentaria a arrecadação tributária.

Leia mais em:  https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/

 

Fecombustíveis solicita entrada como amicus curiae em ação do governo

 

A Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis) solicitou ingresso como amicus curiae na Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO) no 68, à ministra do Supremo Tribunal Federal, Rosa Weber, relatora da ação. A ADO 68 foi uma iniciativa do governo Jair Bolsonaro para obrigar o Congresso Nacional a regulamentar o art.4 da Emenda Constitucional nº 33/2001, para que seja exercida a uniformidade ou monofasia das alíquotas do ICMS dos combustíveis. A Fecombustíveis visa participar da ADO para contribuir com informações com relação às distorções geradas pelo atual sistema de tributação do ICMS para o setor de combustíveis. As diferentes alíquotas implementadas entre os estados geram competição desleal nas fronteiras estaduais e estimulam fraudes fiscais, ocasionando perdas aos cofres públicos e à toda sociedade. Além disso, o preço de venda praticado pelos postos de combustíveis é diretamente influenciado pelo ICMS e preço de pauta, o que contribui para onerar o preço final dos combustíveis ao consumidor. Assessoria de Comunicação da Fecombustíveis via Informativo Recap.

 

Atenção empresas associadas: regulamentação da Medida Provisória No 1.063/21

 

Em 13 de setembro, houve a publicação da medida provisória nº 1.069 e do decreto nº 10.792, que objetivam regulamentar questões tratadas pela medida provisória nº 1.063, editada em 11/08/21 e que tem sido amplamente chamada de “MP dos Combustíveis”. Em relação à chamada “venda direta de etanol”, a nova medida provisória permite que os postos revendedores (bandeira branca e bandeirados cujos contratos de exclusividade com a distribuidora da marca que ostenta permita isso expressamente) possam comprar etanol diretamente de produtores e importadores, como foi autorizado pela “MP dos Combustíveis”, bem como de cooperativas de produção ou comercialização de etanol e de empresas comercializadoras de etanol.

A nova medida provisória também trata de determinadas questões tributárias, com reflexos operacionais que estão sendo analisadas pelos Departamentos Jurídicos da Fecombustíveis e do Resan e serão em breve abordadas em próximos comunicados à revenda.

Já o citado decreto complementa a “MP dos Combustíveis” quanto à possibilidade dos postos bandeirados revenderem produtos de outros fornecedores (intitulada “posto multimarcas” ou “bomba branca”), desde que sejam respeitados tanto o direito dos consumidores à informação, como as cláusulas em sentido contrário dos contratos com as distribuidoras.

Para tanto, caberá aos postos que optarem por exibir marca comercial de certo distribuidor de combustíveis e também comercializar combustíveis de outros fornecedores:

(i) identificar de forma destacada e de fácil visualização a origem do combustível comercializado;

(ii) cada bomba medidora para combustíveis líquidos deverá exibir a inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica - CNPJ e a razão social ou o nome fantasia dos fornecedores;

(iii) o painel de preços do revendedor deverá exibir, na identificação do combustível, o nome fantasia dos fornecedores.

 

Como alertado no Informativo Resan nº 113, de 11/08/21, na prática essas duas prerrogativas (compra direta de etanol e bomba não exclusiva) poderão ser praticadas somente quando houver aceitação entre o posto e a distribuidora à qual está vinculado, com previsão expressa a respeito dessas situações no respectivo contrato de exclusividade. Isso porque a “MP dos Combustíveis” ressaltou a necessidade de cumprimento dos contratos, sejam eles novos ou que já estavam em andamento quanto da edição desta medida, isto é, em 11/08/2021.

Mais uma vez, o Sindicombustíveis Resan ressalta que o momento é de forte instabilidade jurídica, exigindo cautela redobrada na tomada de decisões que afetarão seus negócios.O Departamento Jurídico Resan segue à disposição para orientação.

Cordiais saudações,

José Camargo Hernandes

Presidente - Sindicombustíveis Resan

Assessoria de Comunicação do Resan via Clipping Fecombustíveis.

 

 

 

 

Coluna Fernando Calmon   Nº 1.167

 

Fernando Calmon é engenheiro e jornalista especializado no setor automobilístico desde 1967, quando produziu e apresentou o programa 'Grand Prix' na TV Tupi, no ar até 1980. Dirigiu a revista AutoEsporte por 12 anos e foi editor de automóveis das revistas O Cruzeiro e Manchete. Entre 1985 e 1994, produziu e apresentou o programa 'Primeira Fila' em cinco redes de TV. A coluna Alta Roda, criada em 1999, é publicada semanalmente na internet. Calmon também atua como consultor em assuntos técnicos e de mercado na área automobilística, e como correspondente para o Mercosul do site inglês just-auto. www.fernandocalmon.com.br.

 

Carros de entrada podem

ter mais interessados

 

Apesar de o quadro econômico-financeiro do País indicar preocupações, a procura por veículos não parece se abalar. Segundo dados da Anfavea, a produção em agosto deste ano (164.000 unidades) foi a menor em 18 anos. Mas produção acumulada nos oito primeiros meses de 2021(1,476 milhão de unidades) superou em 33% o volume de igual período de 2020. Em ambos os casos, porém, a base comparativa é muito baixa.

 

No entanto, quem deseja comprar um carro agora já sabe que não poderá recebê-lo antes de três ou quatro meses. Os estoques são de apenas 13 dias, somando-se pátios das fábricas e concessionárias, um terço do volume considerado normal para pronta-entrega. Trata-se do menor nível histórico desde 1999, quando esse indicador se tornou conhecido. Outro problema é que a indústria tem que continuar a exportar para não perder clientes no exterior. Isso explica o aumento de 43% nas vendas externas nos oito primeiros meses deste ano frente a igual período de 2020.

 

Os problemas tendem a se agravar até o final do ano. As previsões apontam uma queda de produção entre 240.000 e 280.000 unidades, cerca do dobro do que já foi perdido no primeiro semestre. Alternativa é procurar o mercado de usados. Como muitos fizeram essa escolha, as vendas subiram nada menos de 47% em relação a janeiro-agosto do ano passado. O resultado foi uma valorização rápida nos preços, em especial dos seminovos (até três anos de uso).

 

Outra tendência, que já antecipei, pode estar em curso. Modelos de entrada devem ganhar espaço adiante, apesar de fabricantes alegarem interesse baixo dos compradores. Estes estariam exigindo só modelos completos e recheados de eletrônica de bordo. O mercado, de fato, valoriza esses itens. Mas também há aqueles que ainda querem um modelo novo, mesmo menos equipado, como alternativa ao seminovo.

 

Ricardo Bacellar, da consultoria KPMG, em entrevista recente à Autodata, comentou que eliminar do portfólio o carro novo de entrada pode não ser a melhor estratégia. “O consumidor quer comprar, mas está com dificuldades. Poucas empresas oferecem modelos menos equipados. Sem opções, ele acaba optando por migrar para o segmento de seminovos”, observou.

 

Accord agora é híbrido avançado

 

 

Imagem: Divulgação

A solução híbrida deveria ter avançado muito mais, nesses tempos em que a tração elétrica ainda precisa evoluir bastante em preço e suporte de infraestrutura. A Honda, no entanto, conseguiu dar um bom passo à frente com a tecnologia que batizou como e-HEV, só agora disponível no Brasil. O Accord Híbrido, por exemplo, vem em versão única dos EUA por R$ 299.900. Motor 2-litros entrega 145 cv e o elétrico, 184 cv. Potência combinada (não divulgada aqui) é de 215 cv, um pouco baixa para os 1.530 kg.

 

Alcance no modo puramente elétrico (tratando o pedal do acelerador com suavidade) não chega a dois quilômetros, mas em outros híbridos convencionais nem isso. Economia de combustível em cidade é sua grande vantagem. Na avaliação, o computador de bordo chegou a apontar quase 17 km/l de gasolina. Em autoestrada, apesar de trechos congestionados e, quando possível a 120 km/h, o consumo de gasolina se aproximou de 19 km/l.

 

No modo Engine Drive o motor a combustão acopla-se de modo direto às rodas dianteiras. Nos modos híbrido e elétrico o 2-litros turbo atua apenas como gerador para recarregar a pequena bateria de tração. É possível também usar as borboletas atrás do volante para ampliar o efeito regenerativo nas desacelerações.

 

 

ALTA RODA

 

REDUZIR a carga tributária para carros elétricos e híbridos é o mínimo que o Brasil pode fazer para aliviar um pouco a alta diferença de custos. Em nível federal há isenção de imposto de importação e pequeno estímulo no IPI. O que de fato surpreende é o imposto estadual ser maior em São Paulo, que “esqueceu” até da substituição tributária do ICMS nesse caso. Accord Híbrido, por exemplo, custa no Estado mais rico da federação R$ 310.990 (R$ 11.000 a mais). Sensibilidade zero e fúria arrecadatória de mãos dadas.

 

NOVA RANGER tem aparecido disfarçada em publicações no exterior, mas sua produção só começará na Argentina em 2023. Para sustentar o interesse no modelo atual, a Ford lança edições especiais como a recente Black Edition focada no público urbano. Apenas com tração 4x2, é 200 kg mais leve que a Ranger Storm (4x4). Esta entrega potência 40 cv maior, desempenho melhor e preço superior. Porém, em uso predominantemente urbano, a Black Edition não decepciona e custa R$ 32.000 a menos.

 

CHILE lançou a pedra fundamental de uma usina de produção de combustíveis sintéticos limpos (e-fuel, em inglês) para motores a combustão interna. Utiliza energia eólica, água do mar e apenas o ar atmosférico para produzir combustível líquido de pegada de carbono 90% menor. Iniciativa da Porsche com apoio da Siemens e dos governos alemão e chileno. Já em 2022, serão 130 mil litros e 550 milhões, em 2026. Como o 911 não terá versão elétrica (apenas híbrida), poderá ser abastecido com este e-fuel.

 

 

 

 

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