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INFORMAÇÃO E SERVIÇOS PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS

POSTO HOJE É ENVIADA SEMANALMENTE A DIRIGENTES DE POSTOS DE COMBUSTÍVEIS E LOJAS DE CONVENIÊNCIA

27/11/2020

 

Estatal tem meta de zerar vazamentos

 

No seu novo Plano de Negócios 2021-2025, petrolífera brasileira disse que quer pôr fim aos vazamentos de óleo e de derivados, além de zerar as fatalidades nas operações e reduzir taxa de acidentes. Em meio ao avanço das discussões sobre políticas empresariais de responsabilidade social e ambiental (ESG, na sigla em inglês), a Petrobras anunciou suas metas para o tema em seu novo plano de negócios para os anos de 2021 a 2025. A maior novidade é a expectativa de zerar o número de vazamentos no período.

Fonte:   https://valor.globo.com/empresas/noticia/

 

Petrobras prevê produção menor ao divulgar novo plano estratégico

 

Estimativa é de produzir 3,3 milhões de barris de óleo equivalente por dia em 2024, quase 6% abaixo da projeção anterior. Ao anunciar ontem a redução das metas de produção de petróleo e gás para os próximos anos, a Petrobras confirmou algo que o mercado esperava. Porém, a magnitude do corte frustrou parte dos investidores pois foi maior do que o esperado. O plano de negócios 2021-2025 prevê produção de 2,75 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boe/dia) em 2021 e de 3,3 milhões de barris em 2024, queda de 5,7% em relação ao objetivo do plano anterior, que era de 3,5 milhões de barris por dia.

Fonte:   https://valor.globo.com/empresas/noticia/

 

BR Distribuidora anuncia compra na área de energia

 

Privatizada em julho do ano passado, a BR Distribuidora, antigo braço de distribuição de combustíveis da Petrobras, fez ontem sua primeira aquisição como empresa privada, marcando a entrada da companhia no mercado de comercialização de energia elétrica. Ela estreia em um setor onde já estão suas principais concorrentes, como a Raízen. Por R$ 62,1 milhões, a BR comprou a comercializadora Targus, consolidando a ideia de se tornar uma empresa que vende energia, "seja ela qual for", nas palavras do presidente da BR, Rafa Grisolia. "Depois da privatização, a gente começou a solidificar melhor a visão da BR, que é entender que tudo o que a gente faz é entregar energia para a sociedade", disse Grisolia ao Broadcast/Estadão, acrescentando que também pretende entrar na comercialização de gás natural e etanol.

Leia mais em:  https://epocanegocios.globo.com/Empresa/

 

Petroleiras serão mais seletivas, diz Yergin

 

O Brasil é hoje o único país na América Latina que o consultor Daniel Yergin enxerga como um player global na área de energia. Em entrevista ao Valor, Yergin disse acreditar que o país vai estar entre os maiores produtores tanto de petróleo quanto de biocombustíveis nos próximos anos. Na semana que vem, ele participa como palestrante da Rio Oil & Gas, principal evento da indústria de petróleo na região. Yergin ganhou notoriedade internacional ao publicar o livro “The Prize”, traduzido no Brasil como “O Petróleo”, vencedor do Prêmio Pulitzer. Ele afirma que as petroleiras devem ficar cada vez mais seletivas na escolha da alocação de investimentos, e ressalta a importância de os países produtores de petróleo manterem regimes fiscais competitivos, previsibilidade e atemporalidade na tomada de decisões para atraírem investimentos. Yergin ocupa atualmente o cargo de vice-presidente sênior da IHS Markit.

Leia mais em:  https://valor.globo.com/empresas/noticia/

 

Petrobras corta investimento e quer reforçar agenda ambiental

 

A Petrobras anunciou ontem uma redução de US$ 20 bilhões em seus planos de investimento para os próximos cinco anos. O Plano estratégico para o período 2021-2025 prevê investimentos de US$ 55 bilhões e reflete o impacto da pandemia do covid-19, que reduziu o preço e a demanda da commodity no mundo. Esse é o segundo corte na projeção de orçamento feita pela companhia sob o comando de Roberto Castello Branco desde janeiro de 2019. O detalhamento dos planos estratégicos mostrou que a petroleira decidiu trocar uma alta mais forte na produção por ativos mais lucrativos. A decisão levou à redução das previsões de crescimento e reforçou a prioridade no pré-sal e na redução da dívida. Uma novidade fora dos números foi o destaque às preocupações ambientais. A mensagem é que, mesmo com as forças voltadas ao combustível não renovável, a Petrobras também quer ser “verde”. Do total dos investimentos, 84% será voltado para o setor de exploração e produção, sendo que a maior parte, US$ 32 bilhões, aplicados na região do pré-sal, onde a Petrobras tem conseguido produzir a custos compatíveis com o declínio do preço do petróleo.

Leia mais em:  https://www.istoedinheiro.com.br/petrobras

 

Plano de privatização de estatal do pré-sal vira mais um foco de tensão no governo

 

A privatização da Pré-Sal Petróleo S. A. (PPSA) — a estatal que gere os contratos de exploração dos campos do pré-sal e que faz a comercialização do óleo que cabe à União —, desejo do ministro da Economia, Paulo Guedes, transformou-se em mais um foco de conflito da equipe econômica com outras áreas do governo. Neste caso, com o Ministério de Minas e Energia. Junto com Eletrobras, Correios e a Companhia Docas de São Paulo (que administra o Porto de Santos), a PPSA faz parte das quatro grandes privatizações que Guedes quer implementar nos próximos meses para ajudar a reduzir o rombo nas contas públicas. No entanto, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, um dos militares no alto escalão do governo, evita falar em privatização. Ele diz apenas estar disposto a estudar outras formas de comercializar a parcela do petróleo extraído em campos do pré-sal que cabe à União nos contratos de partilha firmados com petroleiras. A PPSA representa a União como sócia da petroleira que explora o campo.

Leia mais em:  https://oglobo.globo.com/economia/

 

Presidente e diretores da Petrobras participam da Rio Oil & Gas 2020

 

A Petrobras participa, entre os dias 1° e 3 de dezembro, da Rio Oil & Gas 2020, maior evento do segmento de petróleo e gás da América Latina. Além de ser a principal patrocinadora da edição deste ano, que terá uma programação 100% online e abordará o tema “Energia para um mundo em transformação”, a companhia participará de 21 painéis no Congresso, com palestras do presidente, Roberto Castello Branco, diretores e diversos gerentes executivos. A programação completa do evento está disponível no site https://www.riooilgas.com.br/congresso/. Fonte: Imprensa Petrobras.

 

Entrevista exclusiva: diretor-geral da Total Brasil fala dos planos da empresa para a Revenda de combustíveis

 

A Total Combustíveis, grupo petroleiro francês, adquiriu a rede de combustíveis Zema no fim de 2018. Era a entrada da empresa no concentrado mercado brasileiro de distribuição e varejo. Ao todo, 280 postos estão agora sob sua responsabilidade. No ano passado, a meta da companhia era ousada: dobrar as vendas de derivados de petróleo no Brasil, de 80 mil m³ para 160 mil m³. Assim como todas as empresas, a francesa teve que refazer seus planos em razão da pandemia, e, com isso, os revendedores mineiros também tiveram que se adequar – do total de Revendas da companhia, mais da metade estão em solo mineiro. Com o novo cenário, a Revista Minaspetro entrou em contato com representantes da empresa na França para saber quais são os novos planos e que papel está reservado ao revendedor no plano estratégico da empresa. Para ler, clique no link: a edição nº 134 da Revista Minaspetro. Fonte: Clipping Minaspetro.

 

 

Coluna Fernando Calmon   Nº 1.125

 

Fernando Calmon é engenheiro e jornalista especializado no setor automobilístico desde 1967, quando produziu e apresentou o programa 'Grand Prix' na TV Tupi, no ar até 1980. Dirigiu a revista AutoEsporte por 12 anos e foi editor de automóveis das revistas O Cruzeiro e Manchete. Entre 1985 e 1994, produziu e apresentou o programa 'Primeira Fila' em cinco redes de TV. A coluna Alta Roda, criada em 1999, é publicada semanalmente na internet. Calmon também atua como consultor em assuntos técnicos e de mercado na área automobilística, e como correspondente para o Mercosul do site inglês just-auto. www.fernandocalmon.com.br.

 

Apostas diferentes para

a transição elétrica

 

Interessante observar as alternativas de cada um dos grandes grupos automobilísticos mundiais em relação às estratégias para a migração dos motores a combustão interna (MCI) para os elétricos. O próprio termo “eletrificado” leva a diferentes interpretações. Por exemplo, a Associação Brasileira de Veículos Elétricos inclui híbridos não plugáveis (como Corola e outros) entre os elétricos, o que de fato não é, pois o MCI tem papel preponderante. Já híbridos plugáveis permitem alcance em torno de 50 quilômetros em modo puramente elétrico. Esta solução considera-se como de transição e há incertezas sobre quanto tempo vai durar.

 

As fabricantes se dividem. A GM colocou de lado qualquer esforço em híbridos e anunciou agora um plano, em andamento, ainda mais ousado. Aumentou em 35%, de US$ 20 bilhões para US$ 27 bilhões, o investimento em elétricos e autônomos até 2025. Haverá 30 lançamentos e sua bateria Ultium custaria 60% menos com densidade dobrada para até 720 quilômetros de alcance.

 


Fonte: https://www.motoringresearch.com/car-news/electric-car-buyers-guide/

 

Quase simultaneamente o Grupo VW anunciou sua estratégia para se transformar numa empresa de mobilidade digital nos próximos cinco anos. De um plano mais amplo, decidiu alocar 35 bilhões de euros em veículos elétricos a bateria. Contudo, reservou outros 11 bilhões de euros para versões híbridas de modelos já existentes. Até 2030 pretende fabricar 20 milhões de elétricos e sete milhões de híbridos plugáveis.

 

Os grupos Daimler (dono da Mercedes-Benz e Smart) e Geely (fabricante chinesa que controla a Volvo Cars) decidiram juntar forças para desenvolver trens de força altamente eficientes para aplicações híbridas a gasolina. A Daimler afirma que até 2030 mais da metade dos seus automóveis serão elétricos ou híbridos plugáveis, sem estabelecer percentual entre as duas alternativas.

 

Por outro lado, a China (seguindo o Japão) resolveu ampliar sua aposta em pilha a hidrogênio para carros elétricos, o que implicará construir rede de abastecimento totalmente diferente daquela para recarregar baterias. O dono da Tesla, Elon Musk, chegou ridicularizar a ideia de usar o hidrogênio, que “nunca dará certo”.

 

Com tantas incertezas envolvendo a transição, ainda há o etanol no Brasil que pode trilhar a terceira via com motores híbridos plugáveis ou pilha a hidrogênio obtido diretamente do combustível vegetal em um posto convencional.

 

Peugeot Landtrek deve

ser produzida no México

 

Importada inicialmente da China, a primeira picape média da Peugeot foi lançada agora no México, onde já está à venda e, em seguida, em nove países da América Latina. Lá o motor é a gasolina de 2,4 litros, 210 cv, origem Mitsubishi. Tração 4x2 ou 4x4, cabines simples e dupla. Chega ao Brasil, Argentina e Colômbia só em 2022. Com o avanço da Stellantis (fusão PSA-FCA) a produção deverá ser mexicana em fábrica da Chrysler. Para cá, receberá motor a diesel na faixa dos 200 cv.

 

Foto: Divulgação

 

O porte é o mesmo de concorrentes como Hilux, S10 e Ranger, mas a marca francesa afirma que a cabine dupla oferece o maior volume de caçamba do segmento. Visual ousado destaca a grade vertical e rodas de liga leve de desenho não muito inspirado. O interior destaca-se pelo visual moderno, tela multimídia de 10 pol. com Android Auto e Apple CarPlay e câmeras de visão 360° em 3D. Volante de diâmetro um pouco menor do que os concorrentes, dentro da filosofia Peugeot. Encosto do banco traseiro é rebatível.

 

Peugeot começou a fabricar picapes leves em 1938 e vendeu aqui a 504 de cabine simples derivada do automóvel homônimo. Foram rodados dois milhões de quilômetros no desenvolvimento da Landtrek.

 

ALTA RODA

 

TOYOTA SW4 2021 para cinco e sete ocupantes segue as mesmas evoluções da picape Hilux quanto à mecânica, mas tem personalidade própria. Destaque para a grade frontal mais discreta, porém imponente. Interior requintado, inclusive com banco elétrico dianteiro até no do passageiro. Pacote de segurança é o mesmo. Preços subiram 6% e vão de R$ 202.390,00 a R$ 314.790,00.

 

PRORROGAÇÃO dos incentivos fiscais para o Centro-Oeste levou CAOA a anunciar agora que investirá mais R$ 1,5 bilhão na fábrica de Anápolis (GO) até 2025. O plano contempla 10 produtos, entre novos e atualizações, das marcas Hyundai e Chery, além do audacioso projeto de um modelo próprio. Empresa pretende atrair mais fornecedores para a região, quando alcançar produção de 100.000 unidades anuais.

 

MONROE desenvolve suspensões semiativas, ativas e, em futuro ainda não previsto, as pró-ativas. Os níveis de desenvolvimento e preço final também serão nessa ordem e amortecedores terão grande evolução. Tecnologia de válvulas passivas traz melhora significativa na suspensão, sem a utilização de sistemas eletrônicos ou necessidade de trocar amortecedores para mais conforto.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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