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06/05/2021

 

Governo deve editar MP com solução tributária para venda direta de etanol ainda em maio

 

Tratativas para editar uma medida provisória que estabeleça monofasia na venda direta de etanol avançaram no governo federal, após dois anos de discussões internas sem sucesso. Articulação liderada pela ministra da Agricultura, Tereza Cristina, com apoio da Casa Civil, convenceu a área fiscal do governo a aceitar a cobrança de tributos federais na comercialização de etanol com a coexistência da venda direta aos postos de combustíveis e da regra vigente — que obriga as usinas a venderem sua produção para as distribuidoras. O texto previsto para ser editado pelo governo ainda em maio deve tanto equacionar a viabilização tributária da venda direta, como colocá-la em legislação, evitando que o tema possa ser tratado novamente através de resolução da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), com efeitos mais voláteis do que em uma lei.

Leia mais em: https://epbr.com.br/governo-deve-editar

 

CCJ aprova venda direta de etanol a postos de combustível

 

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou quarta-feira (5), a permissão para a venda direta de etanol dos produtores para postos de combustível. O relator, deputado Silvio Costa Filho (Republicanos-PE), apresentou parecer pela aprovação de proposta (PDC 978/18) que susta parte da Resolução 43/09, da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), que limita o comércio de etanol combustível a distribuidor autorizado pela agência e ao mercado externo. O projeto será analisado agora pelo Plenário. Para Costa Filho, as restrições à comercialização do etanol constantes do ato da ANP vão de encontro aos princípios constitucionais da livre iniciativa e livre concorrência. Segundo o deputado, com a venda direta "haverá celeridade, desburocratização do processo e, mais do que isso, tendência à redução no preço final do álcool”.

Leia mais em: https://www.camara.leg.br/noticias/755311-ccj

 

Ultrapar tem lucro líquido de R$ 137,4 mi no 1º trimestre, queda de 19%

 

O lucro líquido da Ultrapar (UGPA3) no primeiro trimestre de 2021 chegou a R$ 137,44 milhões, uma queda de 19% na comparação com o mesmo período de 2020. Em relação ao quarto trimestre do ano passado, a redução chega a 68%. Segundo a empresa, a queda no lucro é fruto do aumento na despesa financeira líquida e de créditos tributários extemporâneos registrados no primeiro trimestre deste ano e quarto trimestre de 2020, parcialmente compensados pelo maior Ebitda. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado atingiu R$ 996,3 milhões entre janeiro e março deste ano, avanço de 13% em relação ao registrado no mesmo período de 2020 e alta de 5% sobre o quarto trimestre do ano passado. A receita líquida no primeiro trimestre deste ano ficou em R$ 23,950 bilhões. A alta chega a 12% em relação ao mesmo período do ano passado. O aumento é explicado pela empresa por conta do avanço na receita líquida da Ipiranga, Oxiteno, Ultragaz e Ultracargo.

Leia mais emhttps://www.infomoney.com.br/mercados/

 

Diesel começa a chegar mais caro aos postos com fim da isenção de PIS/Cofins

 

Com o fim da isenção de impostos federais, os postos brasileiros já começam a receber óleo diesel mais caro, em um movimento que pode levar a preços recordes nas próximas semanas. Principais afetados, os caminhoneiros ainda cobram do governo a extensão do benefício. A isenção teve início em março, com o objetivo de conter insatisfação do setor de transporte após a escalada de preços dos combustíveis do primeiro trimestre. O benefício acabou sendo engolido por outros componentes do preço final. Na semana passada, lideranças dos caminhoneiros pediram a prorrogação da isenção, mas até esta quarta (5) não ouviram notícias do governo. A parcela do PIS/Cofins sobre o diesel é de R$ 0,35 por litro, mas seu impacto no preço final gira em torno de R$ 0,30, já que a mistura vendida nos postos leva também biodiesel. O presidente da Fecombustíveis (Federação Nacional do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes), Paulo Miranda, confirma que o produto já está chegando aos postos com PIS/Cofins.

Leia mais em: https://www.biodieselbr.com/noticias/

 

ANP coloca em discussão qualidade do biodiesel

 

A Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) promoveu ontem (05) ampla discussão com os agentes do setor sobre o novo Programa de Monitoramento de Qualidade do Biodiesel (PMQBio) em audiência pública. O lançamento de um programa específico para o biocombustível visa minimizar os atuais problemas do biodiesel que impactam na qualidade do diesel, que têm afetado de forma mais significativa a revenda de combustíveis, o Transportador- Revendedor-Retalhista -TRR, o setor automotivo e o consumidor final. "Em virtude das características específicas do biodiesel, a ANP considerou relevante a criação de um programa de verificação da qualidade desse combustível. Dessa forma, poderá alimentar a sociedade com informações valiosas sobre o cumprimento das especificações técnicas, garantindo que os produtos componentes do diesel comercializados no Brasil atendam aos critérios estabelecidos nas especificações e cheguem ao consumidor com a melhor qualidade possível”, destacou Symone Araújo, diretora da ANP, durante a abertura da audiência pública.

Leia mais em:  https://www.fecombustiveis.org.br/noticia/

 

Raízen ganha indenização da Gran Petro na Justiça de SP

 

A distribuidora Gran Petro foi condenada pela Justiça de São Paulo a pagar 50.000 reais de indenização à Raízen, empresa resultante da fusão, no Brasil, entre Shell e Cosan. É que a Raízen tem contrato de exclusividade para fornecimento de combustíveis dos postos de bandeira Shell no Brasil. Segundo ação que corre na 1ª Vara de Justiça de Paulínia (SP), a Gran Petro forneceu combustíveis para pelo menos três postos Shell, o que feriria a cláusula de exclusividade. A decisão foi proferida no último dia 28 pelo juiz Carlos Eduardo Mendes. Cabe recurso.

Fonte:  https://veja.abril.com.br/blog/radar/raizen

 

 

Coluna Fernando Calmon   Nº 1.148

 

Fernando Calmon é engenheiro e jornalista especializado no setor automobilístico desde 1967, quando produziu e apresentou o programa 'Grand Prix' na TV Tupi, no ar até 1980. Dirigiu a revista AutoEsporte por 12 anos e foi editor de automóveis das revistas O Cruzeiro e Manchete. Entre 1985 e 1994, produziu e apresentou o programa 'Primeira Fila' em cinco redes de TV. A coluna Alta Roda, criada em 1999, é publicada semanalmente na internet. Calmon também atua como consultor em assuntos técnicos e de mercado na área automobilística, e como correspondente para o Mercosul do site inglês just-auto. www.fernandocalmon.com.br.

 

Automação total enfrenta
problemas com alto custo

 

Afinal, para onde caminhamos e em que ritmo para diferentes possibilidades de direção autônoma? Para recordar, são cinco níveis que começaram timidamente com um simples controle de velocidade de cruzeiro (Nível 1). Já se evoluiu para o Nível 2, de automação parcial, como assistente de frenagem e manutenção de faixa de rolagem. Alguns modelos (Audi A8 e Honda Legend) atingiram a automação condicional, quando se precisa intervir circunstancialmente (Nível 3). Automação avançada dispensa a atenção do motorista (Nível 4). Na automação total (Nível 5) volante e pedais nem existem.

 

Imagem: Audi/Divulgação

 

Imagem: Honda

 

Conforme observou recentemente a Automotive News, “tecnologias intrusivas atuais, a exemplo dos avisos de saída de faixa baseados em bipes, costumam ser desativadas porque sinalizam falsos positivos e os motoristas irritam-se. Além disso, dirigir como um humano às vezes pode significar não cumprir totalmente à risca o código de trânsito. Afinal, veículos autônomos são rigorosamente programados para seguir as leis a fim de evitar ações judiciais e responsabilizações”.

 

Para ter sucesso é preciso não apenas conquistar a confiança do motorista, mas se aproximar o mais possível do modo como ele dirige, obviamente sem colocar a segurança de todo o ecossistema (inclusive pedestres e ciclistas) em risco. Para tanto existem as linguagens de aprendizado de máquina e os algoritmos. O problema é “aprender” todos os tipos de situação, sem falsos positivos, o que obriga a testes de rodagem quase intermináveis e a custos altíssimos.

 

Necessário julgar se é dia ou noite, chove ou faz sol, feriado ou dia comum para não supervalorizar determinada situação. Acima de tudo, a confiabilidade dos sistemas e subsistemas tem que garantir atuação à prova de falhas, incluindo backup. Sem contar o “autojulgamento” do que seria pior em caso de acidente.

 

Um especialista alemão, Udo Steininger, afirma: “Difícil imaginar a necessidade de sistemas de automação de Nível 5 para uso em transporte privado.” Portanto, sem escala de produção, os investimentos dificilmente terão retorno financeiro por maior o ganho em segurança.

 

Até em uso comercial a viabilização deve-se comprovar. Isso explica porque, depois do Uber em dezembro passado, seu concorrente Lyft acaba de desistir do desenvolvimento de automóveis 100% autônomos. Entretanto, como efeito de demonstração, continua uma iniciativa atraente.

 

A Toyota, por exemplo, preparou em 2020 um serviço de veículos de Nível 5 para transportar atletas e funcionários nos Jogos Olímpicos de Tóquio, adiados para este ano. Da mesma forma, a chinesa Baidu lançou agora, em Pequim, o que chamou de robotáxi. Mas nada adiantou sobre quanto custa a tarifa ou se é viável comercialmente.

 

Efeito estatístico turbina
vendas em abril

 

Conforme se esperava, as vendas acumuladas de veículos leves e pesados no primeiro quadrimestre atingiram 703.000 unidades, 14% a mais que igual período de 2020. Tomando como referência apenas abril, superaram em 214% mesmo mês de 2020. No início da pandemia da covid-19, ocorreu a suspensão de emplacamentos quando os Detrans fecharam no auge do isolamento social.

 

“Este ano as concessionárias não abriram por feriados estendidos em São Paulo e decretos de restrição do comércio, em outros Estados”, analisa o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior. Ele frisa, porém, que se for feita a comparação entre abril e março de 2021 houve queda de 7,5%.

 

Porém, a falta de carros distorce os números e não apenas em razão da pandemia. Há escassez de componentes, principalmente semicondutores, atingindo cada marca de forma desigual. Enquanto a GM manterá fechada sua maior fábrica por mais de 60 dias, Fiat e Jeep foram menos atingidas. Estatísticas de vendas por modelos ficam afetadas e podem prosseguir assim nos próximos meses.

 

O mercado de veículos usados também se ressentiu em abril: queda de 10% em relação a março.

 

ALTA RODA

 

FIAT adiantou fotos do SUV crossover que lançará em setembro. Ainda não tem nome escolhido, mas sugere três em votação pelo Twitter: Pulse, Tuo e Domo. Sem ordem alfabética, supõe-se que estejam listados pela fabricante em importância. A conferir.

 

Imagem: Fiat Divulgação

 

PEUGEOT aproveitou o dia 4 de maio, considerado o Star Wars Day pelos fãs da franquia cinematográfica (aqui batizada de Guerra nas Estrelas), para anunciar uma edição especial do SUV compacto 2008 ainda este mês. Vai se chamar Skywalker em referência a Luke Skywalker, um dos principais protagonistas do filme que estreou em 1977.

 

NAKATA foi a primeira fabricante de amortecedores no Brasil a dispensar o prazo de 40.000 km para troca “preventiva”: bastam inspeções a cada 10.000 km. A Cofap, integrante da Magneti Marelli vendida pela antiga FCA ao grupo japonês KKR, mudou o discurso. Agora a empresa se chama apenas Marelli e retirou a recomendação de troca periódica. Só a Monroe ainda insiste...

 

 

 

 

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