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15/04/2021

 

Mercedes-Benz Uptime estreita conexão entre veículo, concessionárias e fábrica

 

Recurso suportado por inteligência artificial já beneficia mais de 1 mil caminhões e acelera processo de instalação de torres de controle na rede. A arquitetura eletrônica da nova geração do Actros, lançado no País na Fenatran de 2019, trouxe no pacote a digitalização e a conectividade como ferramentas para ganhos operacionais. O Mercedes-Benz Uptime foi um deles, recurso que permite acompanhamento integral do veículo seja pela fábrica, rede e transportador. Baseado na inteligência de dados e em conjunto com a conectividade, o Mercedes-Benz Uptime eleva a régua na gestão de frotas. A leitura permanente dos sistemas do veículo permite identificar necessidades de manutenções preditivas e preventivas, evitando paradas indevidas na operação.

Leia mais em:  https://www.autoindustria.com.br/2021/

 

Petrobrás estuda sugerir o uso de recursos de leilões do pré-sal para amortecer preço de combustível

 

A Petrobrás está levantando alternativas a serem apresentadas ao governo para viabilizar a criação de um fundo para amortecer oscilações dos preços de combustíveis. Entre as diversas possibilidades em estudo está o uso de recursos do leilão das áreas da cessão onerosa do pré-sal, previsto para o fim deste ano. A ideia conta com apoio da equipe econômica, segundo apurou o Estadão/Broadcast, mas o ministro da Economia, Paulo Guedes, quer que o Ministério de Minas e Energia (MME) agilize a licitação - a exemplo do ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, que conseguiu conceder aeroportos, portos e uma ferrovia ao longo da semana passada. "Tem de tirar o petróleo do chão", disse ao Estadão/Broadcast um integrante da equipe econômica. Procurada, a Petrobrás não comentou.

Leia mais em:  https://economia.estadao.com.br/noticias/

 

Sonegadores contumazes de combustíveis geram dívida de R$ 70 bilhões aos Estados

 

A dívida ativa total de empresas do setor de combustíveis que sonegam tributos estaduais de forma “contumaz”, operando de forma predatória, está estimada em 70 bilhões de reais, mostrou quarta-feira levantamento do Instituto Combustível Legal (ICL), com base em dados das Secretarias de Fazendas dos principais Estados brasileiros. O montante apurado –em sua maioria nos principais mercados, no eixo Rio-São Paulo– considera tributos não recolhidos na comercialização de gasolina, diesel, etanol anidro e hidratado, além de biodiesel. Os chamados “devedores contumazes” pelo ICL fazem uso na sonegação para comercializarem produtos a preços muito abaixo dos concorrentes, prejudicando o mercado legal. Diante de brechas da Justiça, essas empresas conseguem escapar de punições, afirmaram representantes do instituto à Reuters.

Leia mais em:  https://www.moneytimes.com.br/sonegadores

 

Programa ‘Combustível do Futuro’ será lançado este mês, diz Bento Albuquerque

 

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, confirmou terça-feira (13) que o governo vai lançar um novo programa federal chamado Combustível do Futuro, voltado para o planejamento de longo prazo do setor de biocombustíveis. A informação foi antecipada aos leitores do político epbr em 6 de abril. O político epbr é um serviço exclusivo para empresas de cobertura dos bastidores da política energética. Segundo o ministro Bento Albuquerque, o objetivo é dar “previsibilidade” ao mercado sobre o que governo brasileira pensa em relação ao mercado de combustíveis.

Leia mais em:  https://epbr.com.br/programa-combustivel

 

Governo reduz percentual do biodiesel misturado ao óleo diesel

 

O presidente Jair Bolsonaro aprovou resolução do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) que estabelece a redução do teor de mistura obrigatória do biodiesel no óleo diesel fóssil de 13% para 10%, válida no 79º Leilão de Biodiesel. O certame, que deveria ter sido realizado no último dia 6 de abril, acabou sendo suspenso por decisão do governo federal. Segundo o próprio governo, a medida é uma resposta à valorização do custo do óleo de soja nos mercados brasileiro e internacional, combinada com a desvalorização cambial da moeda brasileira frente ao dólar, que tem impulsionado as exportações de soja e, por isso, encarecido o valor do biodiesel produzido nacionalmente. Fonte: Agência Brasil.

 

 

Coluna Fernando Calmon   Nº 1.145

 

Fernando Calmon é engenheiro e jornalista especializado no setor automobilístico desde 1967, quando produziu e apresentou o programa 'Grand Prix' na TV Tupi, no ar até 1980. Dirigiu a revista AutoEsporte por 12 anos e foi editor de automóveis das revistas O Cruzeiro e Manchete. Entre 1985 e 1994, produziu e apresentou o programa 'Primeira Fila' em cinco redes de TV. A coluna Alta Roda, criada em 1999, é publicada semanalmente na internet. Calmon também atua como consultor em assuntos técnicos e de mercado na área automobilística, e como correspondente para o Mercosul do site inglês just-auto. www.fernandocalmon.com.br.

 

Um ano difícil, mas

pode surpreender

 

Apesar de o ambiente político resvalar para a situação econômica e afetar a venda de veículos, além da crise do coronavírus e a escassez mundial de semicondutores, os três principais indicadores da indústria automobilística (vendas, produção e exportação) indicam recuperação nos próximos meses. É muito vento contra e qualquer conclusão precisa considerar aqueles aspectos ao analisar os números do primeiro trimestre.

 

Se no ano passado houve reflexos da pandemia já em março, em 2021 também ocorreu e agravado por 30 fábricas paradas no fim do mês por falta de peças ou para isolamento social. O ano de 2020 terminou com uma queda acumulada de vendas de 26% em relação a 2019. Mas se comparado o primeiro trimestre do ano passado com o deste ano, a redução foi de 5%, em veículos leves e pesados.

 

Em março de 2020 havia 48 dias de estoque, somando-se os pátios de fabricantes e concessionárias. Em março último, apenas 16 dias, uma redução de 67%. Essa baixa oferta, claro, tem consequências por deixar de atender quem entra na loja e não encontra o produto desejado ou deve esperar mais de 30 dias. Por outro lado, os gastos financeiros com capital de giro reduziram-se sensivelmente. Para lembrar, os estoques chegaram a superar 100 dias em abril de 2020.

 

Foto: Anfavea

 

A média diária de vendas em fevereiro deste ano foi de 8.370 unidades e em março, 8.270 unidades, mas, a partir de agora, essa média pode subir. Afinal, o número de fábricas paralisadas diminuiu para 10 no começo de abril. Uma das maiores empresas de semicondutores do mundo, a japonesa Renesas, voltará a produzir na próxima semana, depois de um incêndio em março.

 

A pandemia vem deixando estragos na economia brasileira. Não somente indústrias, mas também concessionárias estão muito afetadas. Porém, uma recuperação entre 15% e 20%, em 2021, continua sendo uma previsão razoável.

 

Toyota ainda decidirá
 sobre Yaris Cross

 

O inédito Yaris Cross Adventure acaba de ser lançado na Europa. Embora os Yaris produzidos em Sorocaba (SP) tenham uma arquitetura simplificada em relação aos fabricados na França, não há planos para um modelo semelhante aqui. Essa foi a resposta de Rafael Chang, presidente da Toyota do Brasil, a uma pergunta minha. Entretanto, senti que se trata mais de uma posição cautelosa, para observar melhor o mercado.

 

O executivo considera ainda a rentabilidade financeira menor de um produto, como o Yaris, e isso deve ser ponderado em qualquer decisão futura. A empresa aponta os altos custos de produção no Brasil e a consequente dificuldade nas exportações, com as quais conta para equilibrar as operações.

 

Foto: Toyota

 

Ele também confirmou que o Grupo Toyota continuará a investir em várias frentes tecnológicas (híbridos, elétricos e hidrogênio) e se adaptará às possibilidades de cada mercado. No Hemisfério Sul considera essencial construir uma infraestrutura para recarga de baterias emrodovias. Indica os híbridos como alternativa plausível, pois podem ser vendidos por uma diferença de preço em torno de 10% mais em relação a um modelo com motor a combustão.

 

ALTA RODA

 

DESDE o último dia 12 passaram a valer as modificações no Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Embora alguns especialistas considerem que houve afrouxamento das normas gerais e de segurança com 57 modificações no CTB, é preciso considerar que vários pontos estão corretos. Entre eles atualizar a faixa de idade para renovação da CNH, mantendo o intervalo de três anos para quem tem mais de 70 anos.

 

TAMBÉM não tinha sentido um prazo tão exíguo como 15 dias para a defesa prévia, considerando possíveis atrasos nas entregas de correspondências. O caráter educativo da advertência por escrito para infrações leves e médias também é aceitável, considerando ser aplicável só uma vez por ano.

 

SUBIU para até 40 pontos o limite para suspensão da CNH. Mas se o motorista cometer uma infração gravíssima por ano, o limite cai para 30 pontos e com duas a regra dos 20 pontos fica mantida. Necessário observar se os acidentes aumentarão em razão única dessa regra. Se ficarem comprovados causa e efeito, o bom senso indica eventual revisão.

 

ACCORD importado dos EUA voltará a ser comercializado no Brasil, mas apenas na versão híbrida. Ainda sem preço definido pois só estará disponível no início do segundo semestre. Motor a combustão é um 2-litros a gasolina, ciclo Atkinson, de 145 cv e um elétrico de 185 cv. Potência combinada (não divulgada pela Honda no Brasil, mas em outros países sim) de 212 cv.

 

PODE rodar em modo totalmente elétrico por dois a três quilômetros. Sistema híbrido do Accord, primeiro de três modelos desse tipo que a fabricante importará até 2023, acopla o motor a combustão às rodas, quando em velocidades constantes acima de 100 km/h. Consumo de 17,6 km/l no ciclo urbano e 17,1 km/l no rodoviário.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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