Logo Posto Hoje

INFORMAÇÃO E SERVIÇOS PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS

POSTO HOJE É ENVIADA GRATUITAMENTE A DIRIGENTES DE POSTOS DE COMBUSTÍVEIS. FAÇA AQUI SEU CADASTRO

14/01/22



Aprovadas consulta e audiência públicas sobre registro de estoque e movimentação de combustíveis em postos

 

A Diretoria Colegiada da ANP aprovou ontem (13/1) a realização de consulta e audiência públicas sobre minuta de resolução que atualiza a Portaria nº 26/1992 do extinto Departamento Nacional de Combustíveis (DNC), que instituiu o livro de movimentação de combustíveis (LMC) para registro diário, pelos postos revendedores, dos estoques e movimentação de compra e venda de produtos. A revisão tem por objetivo atualizar a norma às práticas mais modernas utilizadas pelo mercado e às novas tecnologias. Assim, traz a possibilidade de o LMC ser gerado de forma eletrônica e impresso apenas em caso de necessidade, reduzindo custos para os agentes econômicos. Não há previsão de alteração no conteúdo do formulário, que deverá permanecer o mesmo do determinado pela Portaria DNC 26/1992, nem de criação de novas obrigações aos agentes regulados. Fonte: Assessoria de Imprensa.

 

Estados avaliam descongelar ICMS sobre combustíveis após novo aumento da Petrobras

 

Estados avaliam descongelar o ICMS que incide sobre combustíveis a partir de fevereiro após a Petrobras anunciar novo aumento no preço do diesel e gasolina. O valor do ICMS cobrado sobre combustíveis foi congelado por 90 dias, prazo que se encerra no dia 31 de janeiro. Governadores e secretários de Fazenda discutem se devem descongelar o valor do ICMS ou prorrogar a medida por mais tempo. Quando o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) anunciou a decisão pelo congelamento, em outubro do ano passado, a justificativa era de colaborar com a manutenção dos preços, em uma tentativa de segurar a inflação. O governador do Piauí e coordenador do Fórum Nacional de Governadores, Wellington Dias (PT), afirmou que está “cada vez mais claro” que os aumentos propostos pela Petrobras fazendo o preço dos combustíveis subir no país.

Leia mais em: https://oglobo.globo.com/economia/

 

Petróleo fecha em queda, com realização de lucros após fortes ganhos recentes

 

Os preços da referência americana do petróleo subiram em 13 das últimas 16 sessões e estão quase 10% mais altos no acumulado de janeiro, até agora. Os contratos futuros do petróleo fecharam em queda (13), com a referência americana da commodity, o WTI, recuando da máxima de dois meses alcançada ontem, conforme os investidores realizam os lucros anotados em uma sequência de fortes ganhos recentes. O contrato do petróleo Brent para março fechou em queda de 0,23%, a US$ 84,47 por barril na ICE, em Londres, enquanto o do WTI para fevereiro recuou 0,62%, a US$ 82,12 por barril na Bolsa de Mercadorias de Nova York. O índice dólar DXY, que normalmente tem correlação negativa com a commodity, recua 0,10%, a 94,817 pontos.

Leia mais em:  https://valorinveste.globo.com/mercados

 

“Se pudesse, ficava livre da Petrobras”, diz Bolsonaro após alta da gasolina

 

O presidente Jair Bolsonaro (PL) negou hoje ter responsabilidade sobre o preço dos combustíveis e disse que, se pudesse, ficaria livre da Petrobras. “Alguém acha que eu sou o malvadão, que foi aumentado o preço da gasolina e do diesel ontem porque sou o malvadão? Primeiro que não tenho controle sobre isso. Se pudesse, ficaria livre da Petrobras”, disse ele em entrevista ao site Gazeta Brasil transmitida ao vivo nas redes sociais. Passaram a valer hoje os aumentos dos preços da gasolina e do diesel. O valor médio da gasolina vendida para as distribuidoras passou de R$ 3,09 para R$ 3,24 por litro, um reajuste de 4,85%. Já para o diesel, de R$ 3,34 para R$ 3,61 por litro, alta de 8,08%. De acordo com a Petrobras, o reajuste é para evitar o risco de desabastecimento. A alta no preço dos combustíveis foi um dos principais fatores para a inflação de 10,06% em 2021, de acordo com o gerente do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), Pedro Kislanov. Durante o ano, a gasolina acumulou alta de 47,49% em 2021, e o etanol, de 62,23%.

Leia mais em:  https://www.novacana.com/n/etanol/

 

Bomba Prime S da Gilbarco Veeder-Root incorpora recurso antiadulteração do combustível

 

Antecipando-se ao conceito "posto do futuro" em que a tecnologia será capaz de monitorar todos os processos da operação, por meio de soluções tecnológicas, a Gilbarco Veeder-Root agrega novo recurso a sua Bomba Prime S, que garante a qualidade do combustível abastecido. Transparência que rende fidelidade ao posto de serviço: o cliente é o fiscal que controla a quantidade do volume do abastecimento e a qualidade do combustível, dentro dos parâmetros dos órgãos reguladores. Em novembro de 2021 o lançamento da Bomba Prime S da Gilbarco Veeder-Root completou seu primeiro aniversário: um marco na trajetória do varejo de combustíveis, por se antecipar a exigências técnicas futuras. O equipamento possui nível superior de segurança antifraude, pois as informações do pulser que são enviadas para a CPU estão assinadas digitalmente, evitando fraudes. Isso porque os desvios se dão justamente nesse percurso, entre o pulser e a CPU. Essa nova eletrônica, com segurança antifraude aumentada, é exclusiva da Bomba Prime S. Fonte: Assessoria de Imprensa.

 

 

Coluna Fernando Calmon   Nº 1.183

 

Fernando Calmon é engenheiro e jornalista especializado no setor automobilístico desde 1967, quando produziu e apresentou o programa 'Grand Prix' na TV Tupi, no ar até 1980. Dirigiu a revista AutoEsporte por 12 anos e foi editor de automóveis das revistas O Cruzeiro e Manchete. Entre 1985 e 1994, produziu e apresentou o programa 'Primeira Fila' em cinco redes de TV. Sua coluna, criada em 1999, é publicada semanalmente na internet. Calmon também atua como consultor em assuntos técnicos e de mercado na área automobilística, e como correspondente para o Mercosul do site inglês just-auto. www.fernandocalmon.com.br.

 

Mercado terá boa

recuperação em 2022

 

O balanço final de vendas no mercado interno de veículos leves e pesados, em 2021, de fato não foi para comemorar. Os números revelados pela Anfavea na última sexta-feira indicaram a comercialização de 2,120 milhões de unidades. Um avanço tímido de 3%, em relação a 2020. No começo do ano passado, a previsão era de crescer 15%. A crise na oferta de semicondutores, as dificuldades de logística e outros efeitos da pandemia de Covid-19 desorganizaram as cadeias de produção em todo o mundo. Só no Brasil estima-se que 300.000 veículos deixaram de ser fabricados em 2021.

 

Panorama geral continua pressionado para a indústria automobilística. No mundo, 10 milhões de unidades a menos em 2021. Segundo a consultoria internacional BCG, só em 2025 a produção mundial voltará ao patamar de 2017: 95 milhões de unidades de veículos leves. Cerca de 100 milhões, incluindo caminhões e ônibus.

 

Imagem Commons Wikimedia

 

Entretanto, o País conseguiu desempenho razoável no ano passado com produção de 2,248 milhões de unidades (mais 11,6%) e exportação de 376 mil unidades (mais 16%). A desvalorização do real frente ao dólar melhorou a competitividade no exterior, além de aumentar a rentabilidade das vendas externas frente às internas. A expansão das exportações ocorreu mesmo com a crise econômica no principal cliente da indústria brasileira, a Argentina, que dificultou as importações por falta de divisas.

 

Estoques no último mês do ano passado continuaram baixos: 16 dias somando-se pátios de concessionárias e fabricantes. Em tempos normais variam de 35 a 40 dias. Isso explica a dificuldade de encontrar modelos para pronta-entrega. No mercado dos EUA, por exemplo, que tem perfil de demanda semelhante ao do Brasil, os estoques normais eram de até 80 dias e agora apenas 25 dias.

 

Em razão da produção menor que a demanda as filas de espera para adquirir um modelo novo, em especial os lançamentos, chegaram em média a 90 dias no ano passado. Para alguns modelos e versões, prazo de entrega ainda mais dilatado.

 

Este cenário resultou em maior procura por produtos seminovos e usados. O volume comercializado atingiu 11,675 milhões de veículos leves e pesados em 2021. Somando motocicletas e implementos rodoviários foram 15,134 milhões de unidades. De acordo com José Maurício Andreta Jr., que acaba de assumir a presidência da Fenabrave, trata-se do maior resultado já alcançado desde que a entidade começou, em 2004, a avaliar o mercado de usados por meio de transações nas concessionárias, lojistas do setor e entre proprietários de veículos. Fonte é o Renavam.

 

Quanto às vendas previstas para este ano, sabe-se que vão crescer. O Brasil está aquém dos resultados alcançados em 2019, ano de pré-pandemia (quase 2,8 milhões de unidades leves e pesadas). E muito distante do recorde de 3,8 milhões de unidades de 2012, quando havia incentivo de IPI reduzido e crescimento econômico não sustentável.

 

A Fenabrave espera aumento de 4,6% nas vendas em 2022, mesmo com incertezas sobre o cenário econômico e político do País. Este é o piso das projeções. A Anfavea tem expectativas mais otimistas: 8,5% de crescimento nas vendas (veículos leves e pesados, nacionais e importados, 2,3 milhões de unidades), 9,4% na produção (2,46 milhões) e 3,6% nas exportações (390 mil).

 

Sondei três consultorias nacionais: ADK (+ 9,6%), Bright (+ 11,6%) e LMC/Carcon (+ 11,5%). Minha previsão: mercado cresce 10,5%.

 

ALTA RODA


NOVO Citroën C3 que estreia no Brasil em fevereiro próximo está sendo exibido sem disfarces externos no balneário argentino Cariló, a 360 km de Buenos Aires. Interior, no entanto, continua escondido. Lá a marca francesa o descreve como misto de SUV e hatch, tipicamente um crossover. Virá com os motores de aspiração natural Firefly de origem Fiat, de 1 litro (três-cilindros) e 1,33 litro (quatro-cilindros). É a primeira integração mecânica da Stellantis no Brasil. Já as versões turbo destes motores, conhecido aqui como GSE, ficarão reservados inicialmente para o Peugeot 208, no segundo semestre deste ano.

 

ASSOCIAÇÃO Brasileira de Veículos Elétricos (ABVE) persiste em forçar a mão nas suas estatísticas de vendas. Os números divulgados sobre 2021 continuam a incluir modelos híbridos como se fossem elétricos com o subterfúgio de “eletrificados”. Comercialização de modelos verdadeiramente elétricos cresceu de 801 unidades em 2020 para 2.860 em 2021. Um percentual vistoso de 255%. Porém, representam apenas 1,8% do tal mercado de “eletrificados”. E simbólico 0,1% do que se vendeu no ano passado de automóveis e comerciais leves.

 

PARA comemorar 125 anos de circulação da publicação automobilística regular mais antiga do mundo, a inglesa Autocar digitalizou todo seu acervo. Ao todo mais de 6.000 edições e 1,1 milhão de páginas. O primeiro número da revista semanal circulou em 2 de novembro de 1895, quando havia apenas seis carros em circulação no Reino Unido. O site www.themotoringarchive.com pode ser acessado ao custo mensal de 7,99 libras (cerca R$ 60,00).

 

 

Ex