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INFORMAÇÃO E SERVIÇOS PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS

POSTO HOJE É ENVIADA SEMANALMENTE A DIRIGENTES DE POSTOS DE COMBUSTÍVEIS E LOJAS DE CONVENIÊNCIA

13/02/2020

Opep afirma que coronavírus deve reduzir demanda por petróleo em 2020

 

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) reduziu nesta quarta-feira (12) sua projeção para o crescimento global da demanda por petróleo neste ano devido à epidemia de um novo coronavírus. Em relatório mensal, a Opep afirmou que a demanda por seu petróleo em 2020 deve ficar em média em 29,30 milhões de barris por dia (bpd), ou 200 mil bpd abaixo do previsto anteriormente. A Opep produziu menos em janeiro do que a média prevista para 2020, devido a cortes planejados de oferta e perdas involuntárias de produção. O relatório pode ajudar no convencimento sobre a necessidade de cortes ainda maiores de produção pelo grupo, que tem avaliado uma restrição adicional de oferta para compensar a demanda mais fraca. Os preços do petróleo caíram 17% neste ano, para 55 dólares por barril, o que gerou preocupação entre países produtores.

Leia mais em: https://g1.globo.com/economia/noticia/

 

CCJ aprova projeto que proíbe carro a gasolina no Brasil em 2030

 

Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal aprovou nesta quarta-feira, 12, projeto de lei que institui uma política de substituição de automóveis movidos a combustíveis fósseis a partir de 1º de janeiro de 2030, ou seja, veículos a gasolina ou a diesel não poderiam mais rodar pelas estradas e ruas brasileiras já na próxima década. Segundo matéria publicada pela Agência Senado, os carros movidos a biocombustíveis, como o etanol, assim como os carros elétricos, continuariam liberados. O PLS 304/2017, que segue agora para votação na Comissão de Meio Ambiente (CMA), determina ainda que a partir de 2040 ficará proibida a circulação de qualquer automóvel de tração automotora por motor a combustão. Dentre as exceções, estariam os automóveis de coleção, veículos oficiais e diplomáticos ou carros de visitantes estrangeiros. De acordo com o autor da proposta, senador Ciro Nogueira (PP-PI), outros países estão tomando decisões semelhantes. Ele lembra que o Reino Unido e a França querem proibir a venda de veículos movidos a combustíveis fósseis a partir de 2040, a Índia, a partir de 2030, e a Noruega, já em 2025.

Leia mais em: https://www.autoindustria.com.br/2020/

 

Rio é o primeiro estado a abrir mercado de gás; preço pode cair até 16%

 

O Rio de Janeiro é o primeiro estado a abrir o mercado de gás natural, atendendo às mudanças que estão sendo implementadas pelo governo federal para o setor. Pelas novas regras, aprovadas nesta quarta-feira pela Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico do Estado (Agenersa), é criada a figura do consumidor livre, que poderá escolher de quem e onde comprar o gás natural. Hoje, qualquer consumidor, residencial, industrial ou comercial, tem que comprar o gás da distribuidora do estado, a Naturgy (ex-Ceg). A situação se repete nos outros estados, um obstáculo para criar concorrência e promover a queda do preço final do combustível. Por isso, o fim do monopólio da distribuição nos estados é um dos pilares do plano do ministro da Economia, Paulo Guedes, de promover um “choque de energia barata”.

Leia mais em: https://oglobo.globo.com/economia/

 

Petrobras recebe prêmio internacional por tecnologias desenvolvidas para campo de Búzios, no pré-sal

 

A Offshore Tecnhnology Conference (OTC) anunciou ontem (12/2) que a Petrobras é a vencedora do principal prêmio de tecnologia da indústria mundial de petróleo e gás, o Distinguished Achievement Award for Companies, concedido anualmente pela instituição. A premiação reconhece o conjunto de inovações desenvolvidas para viabilizar a produção no campo de Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos. Para tornar esse projeto realidade, a companhia desenvolveu uma série de tecnologias para um cenário que combina condições desafiadoras, como águas ultraprofundas e reservatórios localizados abaixo da camada de sal, submetidos a elevados níveis de pressão, assim como alta presença de gás carbônico. As inovações abrangem as áreas técnicas de reservatórios, poços, elevação e escoamento, além de tecnologias submarinas e de instalações de superfície. Um dos principais marcos do projeto foi a instalação de quatro navios do tipo FPSO (unidade flutuante de armazenamento, produção e transferência de petróleo) em um período de apenas 11 meses — em um único campo de produção. O prêmio será entregue à Petrobras em cerimônia programada para o dia 4 de maio. Fonte: Imprensa Petrobras.

 

Governadores buscam acordo sobre divisão dos royalties de petróleo

 

Governadores decidiram formar um grupo de trabalho para tentar construir um acordo que resolva a discussão sobre a partilha dos royalties do petróleo entre estados e municípios. Os governadores se reuniram terça-feira em Brasília com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli. A questão está na pauta da corte para dia 29 de abril. O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), disse que o acordo deve envolver, além dos estados, o Ministério da Economia, o Ministério de Minas e Energia e a Petrobras. Representantes dos estados devem se reunir com a Advocacia-Geral da União (AGU) para negociar o acordo ao longo do próximo mês. É lógico que o estado do Rio de Janeiro é o que mais perde, os municípios do Rio de Janeiro são os que mais perdem e existe todo um contexto para justificar que nós não percamos nenhum centavo do royalties do petróleo, mas há uma mobilização nacional, dos municípios não produtores, dos estados não produtores, de participarem dessa riqueza nacional que é o petróleo - disse o governador.

Leia mais em:  https://oglobo.globo.com/economia/

 

Investimentos em etanol devem chegar a R$ 62 bilhões até 2029

 

Os investimentos em etanol devem chegar a R$ 62 bilhões até 2029. O montante inclui aportes em produção do biocombustível e em infraestrutura dutoviária. A projeção está no Plano Decenal de Energia 2020-2029, produzido pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), do Ministério de Minas e Energia (MME). Segundo o Plano, são considerados investimentos para expansão da capacidade referentes a projetos já em construção. Em outra etapa, o Plano considera a implantação de 13 unidades com capacidade de moagem específica de 3,5 milhões de tc/ano/usina. Também foi considerada a expansão da capacidade instalada de 16 unidades existentes, adicionando à capacidade produtiva nominal cerca de 9 Mtc. Nesse caso, serão necessários mais 7 Mtc em expansões adicionais (não mapeadas). No horizonte decenal, estima-se que a área de colheita passará de 8,8 milhões de hectares em 2019, para 9,9 milhões de hectares em 2029. No horizonte decenal, estima-se que a área de colheita passará de 8,8 milhões de hectares em 2019, para 9,9 milhões de hectares em 2029.

Leia mais em:  https://jornalcana.com.br/investiment

 

Brasil será o 4º maior produtor de petróleo em 10 anos, diz ministro

 

O ministro Bento Albuquerque (Minas e Energia) disse que, em 10 anos, o Brasil passará da 6ª para a 4ª posição no ranking de países que mais produzem petróleo. A estimativa consta no Plano Decenal de Expansão de Energia 2029. O documento foi divulgado pela pasta na 3ª feira (11.fev.2020).

Fonte: https://www.poder360.com.br/economia/

 

 

ALTA RODA  Nº 1.084

Fernando Calmon

 

Fernando Calmon é engenheiro e jornalista especializado no setor automobilístico desde 1967, quando produziu e apresentou o programa 'Grand Prix' na TV Tupi, no ar até 1980. Dirigiu a revista AutoEsporte por 12 anos e foi editor de automóveis das revistas O Cruzeiro e Manchete. Entre 1985 e 1994, produziu e apresentou o programa 'Primeira Fila' em cinco redes de TV. A coluna Alta Roda, criada em 1999, é publicada semanalmente na internet. Calmon também atua como consultor em assuntos técnicos e de mercado na área automobilística, e como correspondente para o Mercosul do site inglês just-auto. E-mail: fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

 

Seis grandes mudanças

nos últimos 10 anos

 

Um balanço do mercado de veículos da década dos anos 2010 a 2019 mostra que muitas coisas mudaram. A crise de vendas iniciada timidamente em 2013 com uma queda se apenas 1% sobre 2012, na realidade era só o começo. Os três anos seguintes levaram a um tombo de nada menos de 45% na comercialização de automóveis e comerciais leves e pesados.

 

Entre as estatísticas desse período que acabam de ser divulgadas pela Anfavea, o comprador mudou muito. Os carros “pelados” diminuíram sua participação sensivelmente. Itens de comodidade deram um salto. Comparando o primeiro e o último ano da década, câmbio automático passou de 12% para 49% dos veículos vendidos, central multimídia de 3% para 40% e controlador de velocidade de cruzeiro de 10% para 45%. Nada comparável ao ar-condicionado: de 31% para 97%.

 

Mesmo em segurança houve evolução após airbags e freios ABS se tornarem itens de série, a partir de 2014. Controle eletrônico de estabilidade (ESC, sigla em inglês) passou de 7% para 44%; câmara de ré de 2% para 36%.

 

Isso não significa que modelos espartanos acabaram. Se a economia voltar a crescer, como tudo indica, é possível o “sonho” do primeiro carro zero km voltar, em parte. Já ocorreu no passado após as quatro crises anteriores a essa. Depois de muito tempo comprando seminovos (até três anos de uso), juros menores podem atrair mais interessados no zero-km menos equipado.

 

A venda de usados era 2,5 vezes maior que a de novos em 2010. Hoje saltou para 4,1 vezes, mas em 2016 era 5,1 vezes. Também deve influenciar o encarecimento inevitável dos automóveis com exigências de mais itens obrigatórios de segurança, diminuição de consumo de combustível e de emissões nos próximos cinco a dez anos. São tecnologias caras.

 

 

O gosto do brasileiro mudou em uma década apenas. Cenário em 2010: hatches representavam 53% do total comercializado e em 2019 caíram para 40%; sedãs de 25% para 21%; picapes subiram de 11% para 13%. Mas nada se compara aos SUVs. No mesmo intervalo passaram de 7% para 22%. Estes continuarão a crescer sua participação, tendo como alvo preferencial os sedãs.

 

Outra mudança foi na forma de aquisição. No início da década, financiamentos respondiam por 46%, consórcio 6%, leasing 11% e à vista 37%. No fim do período, financiamentos e a modalidade à vista subiram para 53% e 42%, respectivamente, enquanto consórcio encolhia para 4% e leasing, para 1%.

 

Na grande maioria dos países consórcio nem existe e tende a encolher bastante aqui. Uma das formas saudáveis de crescer é a participação do leasing subir para pelo menos 25%. Nos mercados desenvolvidos chega a 80% ou mais das vendas financiadas. Para o leasing funcionar de modo semelhante a um aluguel de longo prazo, a legislação brasileira precisaria mudar. Trata-se de instrumento valioso para mais pessoas usufruírem carros novos.

 

O segmento de vendas diretas expandiu-se expressivamente em 10 anos: passou de 23% para 45% de toda a comercialização de veículos. As locadoras representam quase 20% desses 45%; outros integrantes se distribuem entre três níveis de governo, frotistas em geral, produtores rurais, taxistas e PcD (pessoas com deficiência que, na realidade, representam venda a varejo com isenções tributárias de lei).

 

 

RODA VIVA

 

VENDA de veículos em janeiro surpreendeu negativamente: queda de 3,9% em relação ao mesmo mês de 2019. Na realidade, o percentual reflete desencontros em relação às novas placas Mercosul que prejudicaram os registros de fim de mês no mercado do Estado de São Paulo. Estima-se em 2,4% o crescimento, se todos os modelos vendidos tivessem sido emplacados.

 

NOVA geração do Audi Q3 ganhou oito cm de entre-eixos e o banco traseiro corrediço (15 cm) aumentou ainda mais o espaço para as pernas. Por isso ficou um pouco mais pesado. Para compensar há cinco modos de condução, do fora de estrada ao Sport. Potência de 150 cv e 25,5 kgfm de torque. Porta-malas é o maior do segmento: 530 litros. R$ 179.990 a 209.990.

 

MERCEDES-BENZ EQC 400 4MATIC, 100% elétrico, chega em junho: R$ 477.900. SUV inspirado no GLC tem um motor para cada eixo (tração 4x4), 400 cv e 77 kgfm para nada menos de 2,5 toneladas de peso (vazio). Alcance médio, 360 km. Foco em aspectos aerodinâmicos e estilo futurista ao aproveitar recursos de LED. Espaço interno é bem amplo.

 

SALÃO do Automóvel de São Paulo (12 a 22 de novembro) promete novidades em mobilidade, entretenimento e geração de negócios. Além de ações de testes on e off-road para o público, incluindo veículos autônomos, interação com os visitantes será ampliada graças a QR Codes nos próprios ingressos. A exposição é a terceira do mundo em visitantes.

 

CHEVROLET e Onix foram marca e modelo mais procurados em 2019 entre 30,5 milhões de buscas na plataforma iCarros de comercialização de veículos novos e seminovos. Fiat, a segunda marca e Gol, o segundo modelo mais pesquisados. Numa única região do País, Centro-Oeste, o Gol superou o Onix de forma surpreendente para um modelo há mais de 10 anos sem mudar.

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