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INFORMAÇÃO E SERVIÇOS PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS

POSTO HOJE É ENVIADA SEMANALMENTE A DIRIGENTES DE POSTOS DE COMBUSTÍVEIS E LOJAS DE CONVENIÊNCIA

15/05/18

 

ANP: Importação brasileira de derivados de petróleo cai 6,1% no 1º tri

 

A importação brasileira de derivados de petróleo caiu 6,1 por cento no primeiro trimestre ante o mesmo período de 2017, para 58,5 milhões de barris, informou a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) em relatório recente. A diminuição ocorre em meio a uma queda de 20,3 por cento no volume importado de gasolina nos três primeiros meses de 2018, para 7,78 milhões de barris, assim como nas compras de Nafta, com baixa de 50 por cento, para 10,7 milhões de barris importados. Por outro lado, a importação de óleo diesel subiu 29,7 por cento na mesma comparação, somando 23,1 milhões de barris, segundo os dados da ANP. A importação de petróleo pelo Brasil somou 18,23 milhões de barris no primeiro trimestre, salto de 81,9 por cento ante o ano anterior.

Fonte:  https://exame.abril.com.br/economia/anp-importacao-brasileira-de-

 

Funcionários do Sindicombustíveis são presos por suspeita de cartel

 

A Operação ‘’Funil’’, desencadeada na manhã desta terça-feira (15), prendeu três funcionários do Sindicato de Combustíveis de Pernambuco (Síndicombustíveis) que estão envolvidos em cartel. Segundo as investigações, que começaram em julho de 2017, os funcionários do sindicato faziam o alinhamento de preços dos combustíveis com donos de postos em 11 cidades do estado. Os funcionários foram presos por ordem de mandados de prisão preventiva expedidos pela Justiça. Além deles, outros 27 mandados de busca e apreensão foram cumpridos, sendo 17 em postos de combustíveis e 10 em residências, incluindo a do presidente do Síndicombustíveis, Alfredo Pinheiro Ramos, que está sendo investigado.

Leia mais em: http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/economia/pernambuco/noticia

 

Opep alerta para aumento da produção nos EUA e queda na Venezuela

 

O aumento da produção americana de petróleo – que ameaça os esforços de outros produtores para estimular os preços – deve continuar neste ano, disse a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) segunda-feira. Contudo, o aumento da inflação e as possíveis restrições comerciais podem prejudicar os produtores americanos a longo prazo, disse a organização em um relatório. Os Estados Unidos não são membros da Opep – que representa mais de 40% do mercado global de petróleo. Com base em dados do governo venezuelano, o relatório aponta que o volume caiu de 1.509.000 a 1.505.000 barris por dia. A produção está se aproximando gradualmente da de março de 1950, quando o país produzia 1,38 mbd, segundo dados da petroleira estatal PDVSA citados pela consultoria Capital Market.

Leia mais em: https://istoe.com.br/opep-alerta-para-aumento-da-producao-nos-eu

 

Vendas de combustíveis no Brasil perdem força em março, mas ainda crescem no 1º tri

 

As vendas de combustíveis no Brasil aumentaram 1,1 por cento no primeiro trimestre de 2018, na comparação com o mesmo período de 2017, ainda que tenham registrado uma ligeira queda em março, mostraram os dados mais recentes da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A comercialização de combustíveis no país está sendo sustentada em 2018 principalmente pelo diesel e etanol hidratado, enquanto o mercado de gasolina está enfraquecido, com maior concorrência do biocombustível. Somando todos os combustíveis, contudo, as vendas perderam força em março, com 73,74 milhões de barris, caindo pouco mais de 1 por cento ante o mesmo período do ano anterior.

Leia mais em: https://www.dci.com.br/industria/vendas-de-combustiveis-no-brasil-

 

As 15 maiores do setor de petróleo do mundo; Petrobras está na lista

 

Os dados divulgados pela Economatica, provedora de informações financeiras, apontam que a Petrobras subiu duas colocações no ranking das 15 maiores do setor de petróleo e gás, passando da 10ª posição em 2017 para a 8ª colocação em 2018. A melhora no ranking também foi ajudada pelo bom desempenho da companhia na Bolsa. A brasileira é destaque na B3. Desde janeiro, os papéis ordinários da Petrobras acumulam valorização de 70,55% e os preferenciais, de 59,94%. No início da semana, a Petrobras divulgou seus dados referentes ao primeiro trimestre deste ano. De janeiro a março, o lucro líquido da petrolífera foi de quase 7 bilhões de reais, um aumento de 56,5% na comparação com o mesmo período de 2017. Foi o melhor resultado trimestral desde 2013. Com a divulgação do lucro, a estatal voltou a remunerar seus acionistas. O bom desempenho da companhia está relacionada ao aumento do preço do petróleo no mercado externo, além dos esforços da Petrobras com o plano de negócios, que tem mantido objetivos como a busca por desinvestimentos e redução da dívida.

Leia mais em: https://exame.abril.com.br/mercados/as-15-maiores-do-setor-de-pe

 

Ebitda da Raízen Energia foi mantido para 18/19 graças a etanol, diz Cosan

 

A perspectiva favorável para o etanol no Brasil, com maior rentabilidade e forte demanda, explica a manutenção do guidance de Ebitda da Raízen Energia, apesar da perspectiva de menor moagem e fracos preços internacionais do açúcar, disse um executivo da Cosan sexta-feira. Segundo o gerente-executivo de Relações com Investidores da empresa, Phillipe Casale, a recente crise na Argentina também não afeta o negócio de compra de ativos da Shell no país pela Raízen Combustíveis, empresa integrante da joint venture entre Cosan e Shell. Os comentários foram feitos após a Cosan reportar lucro líquido de 345,7 milhões de reais no primeiro trimestre de 2018, alta de 68,4 por cento na comparação anual, na véspera.

Fonte: http://www.jornalfloripa.com.br/mundo/noticia.php?id=54971568

 

PetroChina compra 30% da participação do operador brasileiro de petróleo

 

A PetroChina International, uma unidade estatal da China National Petroleum Corporation (CNPC), concordou em comprar uma participação de 30% no comerciante brasileiro de produtos petrolíferos TT Work, de acordo com o lançamento da empresa. O negócio, cujo valor não foi divulgado, está em linha com os planos da CNPC de se expandir no exterior e fortalecer suas operações comerciais na América Latina. O Brasil, sendo o maior consumidor e importador de produtos derivados do petróleo da América Latina, ocupa uma posição estratégica para as operações internacionais de petróleo e gás da CNPC. A TT Work, de propriedade privada, possui mais de 13 tanques de combustível com uma capacidade de armazenamento de quase 70.000 cubículos e uma rede de mais de 2.200 postos de gasolina.

Fonte: http://www.opetroleo.com.br/petrochina-compra-30-da-participaca

 

 

ALTA RODA

Fernando Calmon

 

Fernando Calmon é engenheiro e jornalista especializado no setor automobilístico desde 1967, quando produziu e apresentou o programa 'Grand Prix' na TV Tupi, no ar até 1980. Dirigiu a revista AutoEsporte por 12 anos e foi editor de automóveis das revistas O Cruzeiro e Manchete. Entre 1985 e 1994, produziu e apresentou o programa 'Primeira Fila' em cinco redes de TV. A coluna Alta Roda, criada em 1999, é publicada semanalmente na internet. Calmon também atua como consultor em assuntos técnicos e de mercado na área automobilística, e como correspondente para o Mercosul do site inglês just-auto. E-mail: fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

 

Nunca desanimar

 

Este mês se inicia mais uma campanha Maio Amarelo, do Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV), em colaboração com a Anfavea. Trata-se de um tema dos mais negligenciados pelo poder público, mas também não dá para afirmar que este nada fez ou, ao menos, tentou.

 

O Brasil é um dos países signatários da Década de Ação para Segurança no Trânsito, criada pela ONU em 2011, de adesão voluntária. Meta audaciosa de redução de 50% no número de mortos em acidentes certamente deixará ser cumprida em sua totalidade. Países com trânsito mais seguro enfrentam o desafio de melhorar o que já é bom ou razoável. Em outros, as ações podem mostrar resultados bem interessantes a partir de uma situação muito ruim.

 

Descrição: C:\Users\Zema\AppData\Local\Microsoft\Windows\Temporary Internet Files\Content.Word\Maio-Amarelo-mae_crianca.jpg

 

Nosso país deve se situar no meio termo ao fim do prazo. Entre 2012 e 2016 já houve redução de 22% no número de mortos. As 35.708 pessoas que perderam a vida, segundo o DataSUS, podem deixar de refletir a realidade em razão de estatísticas precárias e divulgadas com atraso. Essa referência engloba vítimas em ruas e estradas e que faleceram até 30 dias após o acidente, como se faz em países centrais. Parte desse avanço deve-se, sem dúvida, à Lei Seca e ao aumento da fiscalização.

 

Este ano o Maio Amarelo se baseia no mote anunciado pelo Contran no início do ano: “Minha escolha faz a diferença”. O ONSV criou, então, toda uma campanha com peças para várias mídias e hashtag #nossomosotransito. Há mensagens objetivas sugerindo mudanças comportamentais por todos os entes envolvidos no trânsito.

 

O próprio Contran mostrou iniciativas importantes este ano, porém atuou de forma atabalhoada por meio de algumas Resoluções polêmicas. Intenções foram boas, tudo na direção certa, porém o momento escolhido e os prazos exigidos fugiam da realidade de um país complicado por natureza.

 

Vai conseguir multar pedestres e ciclistas faltando poucos meses para eleições de grande amplitude? A lei já existia, o difícil é fazê-la funcionar. Precisaria de algo factível de executar, período de advertência razoavelmente longo e só depois partir para a multa. Receber o valor da penalidade seria muito difícil, mas já garantiria algum resíduo pedagógico em longo prazo.

 

Outro passo em falso foi a polêmica Resolução 726 que mudava o processo de habilitação de novos motoristas. Algo considerado fundamental para criar futuras gerações de motoristas e motociclistas mais conscientes e bem treinadas. A ideia de consolidar tudo num calhamaço de 272 páginas, naturalmente, ficou difícil de digerir. Faltou planejamento e a batalha de comunicação foi perdida de cara. O Contran dispõe de verbas publicitárias reservadas do DPVAT (conhecido como seguro obrigatório) e tinha de usá-las.

 

Equívoco mais sério foi tentar obrigar quem já estava habilitado a se submeter a novos testes. Poderia haver um questionário simples sobre legislação, de resposta voluntária, apenas para despertar a consciência. Consequência final foi desastrosa: tudo revogado dois dias depois, inclusive o que deveria ficar.

Pelo jeito, vários “maios amarelos” se passarão, antes de se atingirem bons resultados. Ânimo não pode faltar.

 

RODA VIVA

 

CITROËN já distribuiu primeiras fotos oficiais do C4 Cactus nacional a ser lançado dentro de quatro meses, segundo fonte da Coluna. Dimensionalmente não mudará em relação ao modelo homônimo apresentado no Salão de Genebra, de março último. Distância entre eixos de 2,60 m é 6 cm maior do que o Peugeot 2008; futuro concorrente, VW T-Cross, terá 2,65 m.

 

PRIMEIRO quadrimestre do mercado interno de veículos (leves e pesados) comprova plena recuperação: 21% sobre 2017. No mês passado, as vendas superaram abril do ano anterior em 38,5%. Os estoques totais recuaram de 33 dias, em março para 32, em abril (normal, 35 dias; ideal, 30). Vendas diárias ainda permanecem subindo: em abril, média de 10.350 unidades.

 

EXPORTAÇÕES continuam a dar suporte aos números de produção e, por consequência, à recuperação do emprego setorial. Nos quatro primeiros meses de 2018 as exportações estão 65% acima da média dos primeiros quadrimestres dos últimos 10 anos. Produção total (mercados interno e externo) cresceu quase 21% sobre o mesmo período de quadrimestral de 2017.

 

IMPORTADORES filiados a Abeifa também anotam números positivos, quando comparados aos do fundo do poço em 2017. Vendas cresceram 44% em janeiro-abril deste ano contra o mesmo período do ano passado. A entidade espera recuperação firme ao longo de 2018, embora escalada de valorização do dólar possa atrapalhar. Concessionárias estão sendo reabertas.

 

FORD confirmou que seu motor de 1,5 litro de três cilindros, que estreia no Focus americano em 2019, terá estratégia de desativação de um cilindro sob condições de uso específicas. Haverá versão com turbocompressor. É o mesmo propulsor fabricado em Taubaté (SP) na versão aspirada e que também poderá receber esses recursos para atender novos limites de consumo.

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