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INFORMAÇÃO E SERVIÇOS PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS

POSTO HOJE É ENVIADA SEMANALMENTE A DIRIGENTES DE POSTOS DE COMBUSTÍVEIS E LOJAS DE CONVENIÊNCIA

23/01/2020

Etanol: ‘Em alguns casos, venda direta vantajosa para usina e consumidor’

 

Na semana passada, o presidente Jair Bolsonaro se comprometeu a agilizar a tramitação do projeto de lei que possibilita a venda direta de etanol das usinas para os postos, sem passar pelas distribuidoras. Na sexta-feira, 17, o diretor técnico da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), Antonio de Padua, chamou atenção para a questão dos tributos cobrados sobre o biocombustível, que poderiam pesar sobre as usinas com a saída das distribuidoras da cadeia. O Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool de Pernambuco (Sindaçúcar-PE) defendeu, por meio da nota, a liberação. No documento, a entidade alega que são “deduções precipitadas” contra uma possibilidade nova e complementar. “Uma chance de, em determinadas circunstâncias logísticas, a usina vender melhor e o consumidor comprar mais barato”, frisa. De acordo com o Sindaçúcar, a sistemática seria melhor para a logística de transporte de combustível, no âmbito da Política Nacional de Biocombustíveis, o Renovabio. “Os gastos de diesel são infinitamente menores do que se enviando o etanol para o entreposto ou pool de terminais e depois voltando para os postos”, diz.

Fonte:  https://www.canalrural.com.br/noticias/

 

Petrobras precificará maior oferta de ações em uma década em 5 de fevereiro

 

Petrobras prevê precificar sua maior oferta de ações em uma década em 5 de fevereiro, informou a companhia ao mercado nesta quarta-feira, em uma operação na qual o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) busca vender parte de sua fatia na petroleira estatal. A oferta secundária poderá levantar inicialmente 19,5 bilhões de reais, considerando o preço de fechamento da Petrobras na terça-feira, com a venda de 611,8 milhões de ações ordinárias. Mas o BNDES afirmou em comunicado que a oferta pública global poderá levantar até 23,5 bilhões de reais, ou 5,6 bilhões de dólares, se considerado o lote adicional, que pode elevar o volume de venda em até 20%, a depender da demanda pelos papéis. A última vez que a Petrobras concluiu uma grande oferta de ações foi em 2010, em meio a um processo de capitalização. A oferta será feita no Brasil e no exterior. A Reuters informou no mês passado que o BNDES havia contratado bancos para vender suas ações ordinárias da Petrobras.

Leia mais em: https://epocanegocios.globo.com/Empresa/

 

Produção de petróleo sobe 7,78% no Brasil em 2019 e ultrapassa pela primeira vez a marca de 1 bilhão de barris no ano

 

A produção total de petróleo no Brasil em 2019 foi de 1,018 bilhão de barris, um aumento de 7,78% em relação ao volume produzido em 2018, quando foram produzidos 944,117 milhões de barris. Já a produção total de gás natural em 2019 foi de 44,724 bilhões de metros cúbicos, um aumento de 9,46% em relação aos 40,857 bilhões de metros cúbicos registrados em 2018. No consolidado do ano, o Pré-sal produziu 633,980 milhões de barris de petróleo e 25,906 bilhões de metros cúbicos de gás natural, o que corresponde a acréscimos de, respectivamente, 21,56% e 23,27% em relação à produção de 2018, quando foram produzidos 521,543 milhões de barris de petróleo e 21,016 bilhões de metros cúbicos de gás natural. A produção no Pré-sal em dezembro correspondeu a 66,82% da produção nacional, totalizando 2,655 milhões de barris de óleo equivalente por dia (MMboe/d), sendo 2,118 MMbbl/d de petróleo e 85,4 MMm3/d de gás natural. Os dados estão disponíveis no Painel Dinâmico da Produção de Petróleo e Gás Natural, que pode ser consultado aqui. Fonte: Imprensa ANP.

 

Brasil deve ter conversas com Arábia Saudita sobre adesão à Opep em julho

 

O Brasil começará discussões sobre adesão à Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) durante uma visita à Arábia Saudita em julho, mas não espera se tornar membro do grupo ainda neste ano, disse nesta quarta-feira o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, durante viagem à Índia. O ministro, que chegou a Nova Délhi antes da visita oficial do presidente Jair Bolsonaro, marcada para o final desta semana, disse que as exportações de petróleo do Brasil devem avançar para 1,4 milhão de barris por dia (bpd) em 2020, ante 1,1 milhão de bpd em 2019, enquanto a produção tende a crescer 13%, para 3,5 milhões de bpd.

Leia mais em: https://moneytimes.com.br/brasil-deve-ter

 

 

Especialistas defendem que leilões de petróleo não sejam suspensos neste ano

 

Para especialistas, a produção de petróleo neste ano deverá continuar crescendo, não só com o aumento de produção dos vários sistemas instalados nos últimos dois anos pela Petrobras, como com o aumento da produção de outras empresas que compraram campos de menor porte da estatal. No entanto, os especialistas estão preocupados com a possibilidade de o governo adiar os leilões de áreas do pré-sal  para o próximo ano. Segundo ele, apesar de ser positiva a possibilidade de mudança nas regras do regime de Partilha para atrair investidores, elas deveriam ser feitas com a máxima urgência ainda neste primeiro semestre, para que os leilões no pré-sal pudessem ser realizados no fim deste ano. Para Leonardo Miranda, sócio na área de petróleo e gás de TozziniFreire Advogados, o governo deveria fazer a mudança de retirar da Petrobras o direito de preferência nos leilões do pré-sal o mais rápido possível,  para conseguir realizar os leilões ainda neste ano, considerando o ritmo forte  do setor nos últimos anos, após a retomada dos leilões em 216, e os preços significativos do petróleo no mercado internacional.

Leia mais em: https://oglobo.globo.com/economia/

 

Proposta proíbe venda de bebida alcoólica para consumo imediato em postos de combustíveis

 

A legislação brasileira define que dirigir sob a influência de álcool é infração de natureza gravíssima. Entretanto, apesar do rigor da lei, muitos motoristas têm acesso fácil a bebidas alcoólicas até quando abastecem os veículos. Por consequência, a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) analisa o Projeto de Lei (PL) 6.283/2019 que proíbe a venda de bebidas alcoólicas em postos de combustível para consumo imediato. A proposta, do senador Fabiano Contarato (Rede-ES), aguarda pelo parecer do relator na CAE, senador Zequinha Marinho (PSC-PA). De acordo com o texto, a proibição se estende a qualquer estabelecimento que fique nas dependências do posto de combustível, compreendendo inclusive lojas de conveniência. Outro dispositivo do projeto prevê que os proprietários que infringirem a lei serão multados em dez salários mínimos e terão o valor dobrado em caso de reincidência. Uma norma destina todo o dinheiro arrecado com as multas a organizações sem fins lucrativos que desenvolvam trabalhos de conscientização sobre a violência no trânsito. Fonte: Agência Senado.

 

Interdições de postos de combustíveis por fraudes cresce no Brasil

 

Em um ano, o número de interdições de postos de combustíveis por fraudes cresceu quase 80% em todo o país. Em 2019, foram mais de mil postos fechados, maior número registrado nos últimos nove anos. São Paulo lidera o ranking das irregularidades. Fonte: Jornal da Record. Para assitir, clique aqui.

 

ALTA RODA  Nº 1.081

Fernando Calmon

 

Fernando Calmon é engenheiro e jornalista especializado no setor automobilístico desde 1967, quando produziu e apresentou o programa 'Grand Prix' na TV Tupi, no ar até 1980. Dirigiu a revista AutoEsporte por 12 anos e foi editor de automóveis das revistas O Cruzeiro e Manchete. Entre 1985 e 1994, produziu e apresentou o programa 'Primeira Fila' em cinco redes de TV. A coluna Alta Roda, criada em 1999, é publicada semanalmente na internet. Calmon também atua como consultor em assuntos técnicos e de mercado na área automobilística, e como correspondente para o Mercosul do site inglês just-auto. E-mail: fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

 

Vencedores e vencidos

 

No ano passado as vendas de automóveis e comerciais leves cresceram 7,7% sobre 2018, um pouco abaixo das expectativas. O segmento de maior expansão (27%) foi o de SUVs compactos, porém os hatches subcompactos e compactos (incluídas versões “aventureiras”) continuam de longe o mais importante. Em números absolutos, somaram 1,027 milhão contra 421.000 unidades. Somados, todos os SUVs venderam 577.000 unidades.

 

Onix, Prisma e novo Onix ocuparam com grande folga a liderança absoluta e nos respectivos segmentos. Tudo indica que a tendência é de crescer ainda, a depender da política de preço que a GM praticar. O Renegade liderou pela primeira vez entre os SUVs compactos desde seu lançamento em 2015, mas nos últimos dois meses de 2019 o T-Cross o superou por margem mínima.

 

Outro SUV da Jeep, o Compass, continua com participação impressionante de 60%. Trata-se do maior percentual entre os 16 segmentos em que esta Coluna divide o mercado. Além do preço atraente, muitos dos seus concorrentes têm preço maior por serem importados.

 

A segunda e última mudança na classificação foi entre os sedãs médio-grandes com os BMW Séries 3 e 4 recuperando a liderança. Tiguan quase desbancou o SW4: a diferença entre os dois foi a menor do ranking, apenas 1 p.p.

 

 

Nosso ranking tem base técnica com classificação por silhuetas. A referência principal é distância entre eixos, além de outros parâmetros. O enquadramento às vezes implica dúvidas e a escolha, em pouquíssimos casos, torna-se subjetiva. Base de pesquisa é o Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam). Citados apenas os modelos mais representativos (mínimo de três) e em função da importância do segmento. Compilação de Paulo Garbossa, da consultoria ADK.

 

Hatch subcompacto: Kwid, 55%; Mobi, 35%; up!, 9%. Kwid consolidou-se.

 

Hatch compacto: Onix, 28%; Ka, 12%; HB20, 11%; Gol, 9,4%; Argo, 9,1%; Polo, 8,4%; Sandero, 6%; Fox, 4,4%; Yaris, 4,3%; Uno, 2,3%; Etios, 2,2%. Líder continua a avançar.

 

Sedã compacto: Prisma+Onix Plus, 23%; Ka, 12%; Virtus, 11%; HB20, 9%; Voyage, 7,4%; Yaris, 6,9%; Logan, 6,2%; Cronos, 6%; Versa, 5%; Grand Siena, 3,7%, City, 3,4%; Etios, 3,1%; Cobalt, 3%. Vantagem tende a ampliar.

 

Sedã médio-compacto: Corolla, 45%; Civic, 22%; Cruze 14%; Jetta, 9%. Inabalável liderança.

 

Sedã médio-grande: BMW Série 3/4, 33%; Mercedes Classe C, 31%; Passat, 9%. BMW de volta ao topo.

 

Sedã grande: BMW Séries 5/6, 38%; Mercedes Classe E/CLS, 26%; Panamera, 21%. Líder com menos folga.

 

Sedã de topo: Mercedes Classe S, 51%; BMW Série 7, 42%; Jaguar XJ, 4%. Mercedes ameaçado.

 

Cupê esportivo: Mustang, 52%; Camaro, 20%; BMW M2, 14%. Mustang tranquilo.

 

Cupê esporte: 718 Boxster/Cayman, 35%; 911 24%; BMW Z4, 23%. Domínio Porsche.

 

SUV compacto: Renegade, 16%; Creta, 13,7%; Kicks, 13,3%; HR-V, 12%; T-Cross, 9%. EcoSport, 8%; Captur, 6,8%; Duster, 6,2%. Renegade, novo líder.

 

SUV médio-compacto: Compass, 60%; ix35/Tucson, 9%; RAV4, 4%. Imbatível Compass.

 

SUV médio-grande: SW4, 30%; Tiguan, 29%; Equinox, 10%. SW4 sob ameaça.

 

SUV grande: Trailblazer, 33%; Volvo XC90, 10%; Range Rover Velar, 8%. Líder tranquilo.

 

Monovolume: Fit/WR-V, 53%; Spin, 41%; C3 Aircross, 4%. Firme o Fit.

 

Picape pequena: Strada, 53%; Saveiro, 29%; Oroch, 9%. Strada como sempre.

 

Picape média: Toro, 33%; Hilux, 20%; S10, 16%. Liderança mantida.

 

RODA VIVA

 

Peugeot vai ousar nas ações de marketing com carros de teste. Pela primeira vez, quem deixar um SUV de qualquer marca na concessionária participante poderá usar por 24 horas um 2008 THP, topo de linha. Unidades de teste de outras marcas só ficam disponíveis por percursos limitados e com acompanhamento (não dá para levar e devolver no dia seguinte). É preciso agendar no site da marca.

 

Locadoras respondem hoje por metade das chamadas vendas diretas, ou seja, 22% dos 44% que representam a comercialização por meio de faturamento direto da fabricante para empresas (com CNPJ) ou PCD e taxistas (com CPF). Cada marca tem sua política de maior ou menor desconto para microempresas. Depende ainda do momento de mercado e do modelo, mas concessionárias disputam clientes como no varejo tradicional.

 

Corolla GLi atrai pela boa relação preço-benefício. Bancos mesclam couro e tecido, porém ar-condicionado não é digital. Suspensão ficou melhor e o câmbio CVT responde bem ao tirar o carro da inércia. Novo motor 2-litros destaca-se pelos 177 cv e ótimo torque. Como ficou mais econômico compensou em parte o tanque de combustível menor. Este é 17% menor que o anterior (perdeu 10 litros), contudo a autonomia caiu só 8% em estrada.

 

RESSALVA: Aston Martin tem 107 anos de vida (fundada em 1913) e não 197. Na coluna da semana passada houve erro de digitação.

 

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