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INFORMAÇÃO E SERVIÇOS PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS

POSTO HOJE É ENVIADA SEMANALMENTE A DIRIGENTES DE POSTOS DE COMBUSTÍVEIS E LOJAS DE CONVENIÊNCIA

18/09/18

 

Megaleilão projetado pelo Governo pode arrecadar R$ 100 bilhões

 

Para garantir a arrecadação de até R$ 100 bilhões, o Governo decidiu, na última terça-feira (11), encaminhar ao Tribunal de Contas da União (TCU) a proposta de edital para proceder um megaleilão de petróleo na camada do pré-sal por meio das reservas excedentes em áreas da Bacia de Santos cedidas à Petrobras. O objetivo é realizar essa operação no primeiro semestre de 2019. O envio dos documentos acelera o processo pois, no próximo ano, o TCU exige receber dados de uma nova licitação com 150 dias antes da data de publicação do edital. Caso o governo deixasse para enviar no próximo ano, correria o risco de o leilão ser realizado apenas em 2020, por conta do tempo de análise do Tribunal. O documento será enviado ao TCU sem número, porque ainda não foi definido um acordo com a Petrobras sobre a revisão do contrato de cessão onerosa. No ano de 2010, a estatal conquistou o direito de explorar cinco bilhões de barris de petróleo na Bacia de Santos. Nesse ano, as empresas pagariam R$ 100 bilhões para o leilão pelo direito de exploração, e os outros R$ 50 bilhões por ano entrariam para os cofres públicos.

Fonte: https://www.panoramaoffshore.com.br/megaleilao-projetado-pelo-g

 

Revenda varejista de combustíveis em audiência

 

A ANP abre nesta terça-feira consulta pública para receber contribuições sobre alterações na resolução ANP nº 41/2013, que disciplina o exercício da atividade de revenda varejista de combustíveis automotivos. A consulta pública terá prazo de 20 dias e haverá uma audiência pública, na sede da agência, no dia 16 de outubro para discutir o tema.

Fonte: https://epbr.com.br/revenda-varejista-de-combustiveis-em-audiencia/

 

'Precisamos pensar em soluções estruturais para o problema do diesel', diz Guardia

 

O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, disse nesta terça-feira, 18, que o governo está discutindo alternativas de saída do sistema de subsídios ao diesel instituídos até o fim deste ano. Apelidada de "bolsa caminhoneiro" pelo mercado, a medida foi tomada para encerrar o movimento de paralisação do setor de transporte de cargas no fim de maio. "É preciso discutir uma saída para o sistema de subsídios ao diesel, que vai até o fim deste ano. O subsídio ao diesel foi uma solução transitória de emergência, porque o País não aguentaria mais uma semana de greve. Precisamos pensar soluções mais estruturais a esse problema", afirmou, na abertura do seminário "Agenda de governo no setor de energia - aspectos regulatórios e concorrenciais", organizado pela Secretaria de Acompanhamento Fiscal, Energia e Loteria (Sefel) do Ministério da Fazenda. Guardia lembrou que a redução de impostos para o diesel é permanente e já foi compensada por outras medidas tributárias, como a reoneração da folha de pagamentos. Já a subvenção ao combustível, que reduz em R$ 0,30 o preço do diesel nas refinarias, tem um custo de R$ 9,5 bilhões ao Tesouro Nacional até o fim deste ano. Segundo o ministro, entre as alternativas em discussão para o fim do subsídio está o aumento da competição no refino do combustível no País e a colocação de "um imposto variável" que absorva as oscilações do preço internacional do petróleo. Ele apontou, porém, que essa opção demanda a aprovação de uma Lei Complementar.

Leia mais em: https://www.terra.com.br/economia/precisamos-pensar-em-solucoes

 

Petrobras prevê elevar produção de petróleo em até 10% em 2019, diz diretor

 

A Petrobras tem como objetivo elevar a produção de petróleo de 8% a 10%, para cerca de 2,3 milhões de barris por dia (bpd) em 2019, e reduzir a dívida em 10 bilhões de dólares, disse o diretor-executivo financeiro e de relacionamento com investidores da estatal, Rafael Grisolia, à Reuters. A petroleira mais endividada do mundo está a caminho de reduzir a dívida para 69 bilhões de dólares até o final deste ano, afirmou o executivo em entrevista em Nova York na sexta-feira.

Fonte: https://epocanegocios.globo.com/Inspiracao/Empresa/noticia/2018/

 

Mudança de regras trouxe ExxonMobil de volta ao Brasil

 

Ausente do mercado brasileiro desde 2009, quando devolveu um bloco promissor, o BM-S-22, que era o único operado no pré-sal por uma empresa estrangeira na década passada, a ExxonMobil voltou ao mercado brasileiro de exploração e produção com disposição. Prova disso são os US$ 3,5 bilhões que já investiu no país. Desde o ano passado, a Exxon fez lances em cinco leilões da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e adquiriu mais 23 áreas. Presidente da companhia no Brasil, a brasileira Carla Lacerda, diz que as mudanças regulatórias adotadas no país nos últimos dois anos justificaram o pagamento de R$ 6,7 bilhões de bônus de assinatura para o governo, valor maior que os R$ 6,1 bilhões pagos pela Petrobras no mesmo período.

Fonte: https://www.valor.com.br/empresas/5855245/mudanca-de-regras-t

 

ANP prevê publicar em outubro resolução sobre de preços combustíveis

 

A Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) espera publicar em outubro a resolução sobre a transparência dos preços dos combustíveis, que obrigará a Petrobras – e demais fornecedores com participação relevante no mercado – a divulgar as fórmulas de preços de seus derivados. A medida, que divide opiniões, inclui o querosene de aviação (QAV).

Fonte: https://www.valor.com.br/empresas/5857145/anp-preve-publicar-em

 

 

ALTA RODA

Fernando Calmon

 

Fernando Calmon é engenheiro e jornalista especializado no setor automobilístico desde 1967, quando produziu e apresentou o programa 'Grand Prix' na TV Tupi, no ar até 1980. Dirigiu a revista AutoEsporte por 12 anos e foi editor de automóveis das revistas O Cruzeiro e Manchete. Entre 1985 e 1994, produziu e apresentou o programa 'Primeira Fila' em cinco redes de TV. A coluna Alta Roda, criada em 1999, é publicada semanalmente na internet. Calmon também atua como consultor em assuntos técnicos e de mercado na área automobilística, e como correspondente para o Mercosul do site inglês just-auto. E-mail: fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

 

Alternativas mais viáveis

 

Mobilidade é o acesso às oportunidades e inclui três grandes parâmetros: tempo, distância e dinheiro. A definição precisa foi um dos destaques da apresentação que a FCA preparou para o dia de abertura do 27º Congresso SAE Brasil, semana passada em São Paulo (SP). Para a entidade de engenheiros especialistas no tema soou como música. Essa é uma forma muito objetiva de se tratar um assunto que domina cabeças pensantes em todo o mundo, incluindo governos, universidades, indústria automobilística e gigantescos conglomerados de TI (Tecnologia da Informação). No total, ao longo de três dias, foram apresentados 116 trabalhos técnicos de profissionais do setor e acadêmicos.

 

Um dos maiores problemas das cidades brasileiras é que elas crescem de forma espraiada e sem planejamento. Ao contrário do senso comum, é mais fácil administrar os deslocamentos em cidades de alta densidade populacional. Londres tem 12.300 habitantes/km², Paris nada menos de 21.000 e São Paulo, 7.300, apesar de seus 11 milhões de habitantes apenas no município (20 milhões na área metropolitana). Aquela concentração permite diluir os altíssimos custos de construção de metrô para citar apenas o mais eficiente dos meios de transporte urbano.

 

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O painel dos engenheiros-chefes, destaque do segundo dia, mostrou ao observador mais atento que as alternativas elétricas a bateria podem alcançar alguma viabilidade em países de alto poder aquisitivo, com governos bancando subsídios (não eternos) e prazos otimistas. Há também o caso particular da China, onde o nível de poluição nas grandes cidades é assustador, além de a frota circulante crescer sem parar. Lá, ordens têm que ser cumpridas de cima para baixo sem muita discussão. Algo como é isso ou isso mesmo.

 

No caso do Brasil, o consenso entre os palestrantes apontou a utilização do etanol como solução mais adequada do ponto de vista de custos do que as opções ainda muito caras de eletrificação pura. As dimensões continentais do País são outro obstáculo para se construir infraestrutura de recarga. Híbridos com motores flex são uma opção mais barata, entregam substancial economia de combustíveis e baixíssimos níveis de CO2. Outros países não têm acesso ao clima, extensão territorial e área agricultável para produzir etanol de cana.

 

Na exposição simultânea ao Congresso SAE as novidades cobriam leque amplo de interesse. A Bosch apresentou um sistema de jato de água integrado ao braço do limpador de para-brisa que permite limpeza uniforme, sem dispersão mesmo em velocidades altas. Já usado no passado, agora ficou mais eficiente. Permite aquecimento da água em climas frios, embora exija projeto específico por não ser adaptável a veículo existente.

 

Também estava lá protótipo de uma roda flexível desenvolvida em conjunto entre a brasileira Maxion e a francesa Michelin para enfrentar buracos e absorver impactos, garantindo maior conforto de rodagem. Ainda não há prazo de estreia, nem estimativa de preço. Outra empresa nacional, a Sabó, demonstrou o sistema de impressão digital para prototipagem alinhado às melhores práticas mundiais.

 

RODA VIVA

 

MERCADO de veículos novos (248.623 unidades) surpreendeu em agosto a ponto de a Anfavea admitir revisão para cima, no próximo mês, de sua previsão do início do ano de crescimento de 11,9% sobre 2017. Estoques totais em agosto subiram para 34 dias, contra 30 em julho. Além de se manter dentro de limites normais, este mês para compensar terá menos dias úteis de produção.

 

NEM TUDO são flores. Forte queda de exportações para a Argentina afetará o nível de produção em 2018. Outros destinos no exterior dificilmente poderão compensar a crise no país vizinho, apesar de forte aumento de participação dos veículos brasileiros no Chile, mercado totalmente aberto ao mundo. Esse cenário poderá arrefecer o alto ritmo das linhas de montagem em 2019.

 

VALORIZAÇÃO do dólar – de R$ 1,67, em 2011 a R$ 4,15, quase 150% – tem sido forte obstáculo para os carros importados. Abeifa, associação do setor, estimava vendas de cerca de 40.000 unidades em 2018. Mas o balanço até agosto último indica que será difícil alcançar tal volume. Ainda assim crescimento de 32% sobre igual período de 2017 está acima dos 15% da média do mercado.

 

BRAZIL CLASSICS SHOW, mais importante exposição de antigomobilismo do País, em Araxá (MG), este ano teve o apoio da Renault que comemora 120 anos de fundação e 20 anos da fábrica brasileira. Sempre aguardado Melhor do Show, nesta 23ª edição, coube ao Packard Roadster 1931 (8-em linha, 6.309 cm³ e 120 hp), de José Luiz Gandini, importador oficial Kia Motors.

 

MICHELIN importou para demonstrações em algumas faculdades do País um simulador de capotagem. O público-alvo principal são motoristas mais jovens para que possam avaliar a sensação de um acidente dos mais graves. Faz parte de seu programa Best Driver e um esforço da companhia em prol da segurança viária na Semana Nacional do Trânsito (18 a 25 deste mês).

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