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INFORMAÇÃO E SERVIÇOS PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS

POSTO HOJE É ENVIADA SEMANALMENTE A DIRIGENTES DE POSTOS DE COMBUSTÍVEIS E LOJAS DE CONVENIÊNCIA

19/06/18

 

ANP faz audiência pública sobre oferta permanente de áreas

 

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) realizará amanhã (20), em sua sede no Rio de Janeiro, a audiência pública sobre os pré-editais e as minutas dos contratos da oferta permanente de áreas para exploração e produção de petróleo e gás natural nas bacias sedimentares do país. Segundo informações da agência reguladora, o primeiro ciclo da oferta contará com 884 blocos exploratórios e 14 áreas com acumulações marginais, em 15 bacias sedimentares, somando 346.034,94 quilômetros quadrados (km²). Os blocos estão localizados nas bacias terrestres do Amazonas, Espírito Santo, Paraná, Parnaíba, Potiguar, Recôncavo, São Francisco, Sergipe-Alagoas e Tucano. E 162 blocos nas bacias marítimas de Campos, Ceará, Pará-Maranhão, Potiguar, Santos e Sergipe-Alagoas. Os blocos selecionados para avaliação atendem a diferentes perfis de empresas.

Leia mais em: http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2018-06/anp-faz-a

 

Brasil se torna o 9º maior produtor de petróleo do mundo

 

Com produção média de 3,2 milhões de barris de petróleo por dia, o Brasil subiu para a nona posição no ranking de maiores produtores de óleo e gás do mundo, segundo a Agência Internacional de Energia (EIA, na sigla em inglês), com base nos dados de 2017. Com a alavancada, o Brasil passou o Kuwait, que é membro da Opep e produz o equivalente a 3,1 milhões de barris. Segundo José Mauro Coelho, diretor de Estudos de Petróleo, Gás e Biocombustíveis da Empresa de Pesquisas Energéticas (EPE) esse número deve continuar crescendo significativamente nos próximos anos. A expectativa é que até 2026 a produção do País chegue a 5,2 milhões de barris por dia, o dobro do que foi produzido em 2016. Mas, com a falta de investimento em refinarias no Brasil, o País acabará por se tornar um dos cinco maiores exportadores de petróleo do mundo. O que tem um lado bom e ruim. Se por um lado, o Brasil conseguirá aumentar a venda externa, por outro reduzirá a produção nacional de refino de petróleo.

Leia mais em:https://www.panoramaoffshore.com.br/brasil-se-torna-o-9o-maior-

 

Desconto prometido no diesel ainda não chegou às bombas

 

Após quase 20 dias do fim da greve dos caminhoneiros, o preço do óleo diesel se mantém em patamar elevado, acima do que planejou o governo quando concedeu subsídio aos consumidores. Ao fechar acordo com os grevistas, a expectativa era que o litro do combustível ficasse R$ 0,46 mais barato na bomba. Mas, até agora, isso não aconteceu. O desconto médio nos postos de gasolina no Brasil está limitado a R$ 0,16, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), que divulgou na segunda-feira, 18, a pesquisa relativa à semana passada. Para fechar o acordo, o governo aceitou tirar R$ 9,5 bilhões do seu caixa, dinheiro usado para compensar as refinarias da Petrobrás e importadores por não elevarem muito suas tabelas. Esse grupo de empresas, situado na ponta da cadeia produtiva, fornece o diesel para as distribuidoras que, em seguida, repassam o produto para os postos, após misturarem biocombustível a ele. Além dessa medida, o Congresso aprovou a desoneração do PIS e Cofins incidentes no diesel e, em alguns Estados, como no Rio de Janeiro, a alíquota de ICMS foi reduzida.

Leia mais em: https://exame.abril.com.br/economia/desconto-prometido-no-diesel-

 

Venda direta de etanol para posto não compensa, diz presidente da Raízen

 

Uma das maiores distribuidoras de combustível do país, a Raízen é contra o projeto de lei que pretende liberar a venda direta de etanol das usinas para os postos. A empresa, que faz parte do grupo da Cosan, que também está entre os líderes na produção de açúcar e de etanol no mundo, tem quase 20% da distribuição desse tipo de combustível no país. Em entrevista à Folha, o presidente da Raízen, Luis Henrique Guimarães, afirma que, para os grandes grupos, vender para os postos terá efeito reverso ao proposto, elevando o preço dos combustíveis na bomba para os consumidores finais. A estimativa é que os custos de todo o setor aumentariam em cerca de R$ 800 milhões se a medida fosse aprovada, afirma  Guimarães.

Leia mais em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2018/06/venda-direta-de-e

 

Revendedores desaprovam venda de etanol diretamente aos postos

 

Está na pauta do Senado hoje, pronto para ser votado – caso não entre faísca no processo –, o PL 61/2018 autorizando a venda de etanol das usinas diretamente aos postos de gasolina. Pelo que se apurou ontem, os revendedores de combustíveis (leia-se, os postos) se manifestaram decididamente contra — por meio da Fecombustíveis e da Abragás. Esses poderiam ter interesse em receber o etanol diretamente, sem intermediários. Mas temem que a sonegação – que no setor ainda existe – saia de vez do controle, prejudicando quem paga corretamente. Já as distribuidoras e produtores de etanol – representados pela Unica – questionam a capacidade logística e tributárias das usinas para assumir a missão. E também são contra. Missão: encontrar o interessado nesta operação. Da coluna Direto da Fonte, de Sonia Racy, no Estadão de hoje.

 

 

ALTA RODA

Fernando Calmon

 

Fernando Calmon é engenheiro e jornalista especializado no setor automobilístico desde 1967, quando produziu e apresentou o programa 'Grand Prix' na TV Tupi, no ar até 1980. Dirigiu a revista AutoEsporte por 12 anos e foi editor de automóveis das revistas O Cruzeiro e Manchete. Entre 1985 e 1994, produziu e apresentou o programa 'Primeira Fila' em cinco redes de TV. A coluna Alta Roda, criada em 1999, é publicada semanalmente na internet. Calmon também atua como consultor em assuntos técnicos e de mercado na área automobilística, e como correspondente para o Mercosul do site inglês just-auto. E-mail: fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

 

Yaris reforça linha Toyota

 

Apesar de grande avanço dos SUVs, crossovers e versões aventureiras no Brasil – fenômeno mundial –, os hatches e sedãs dos segmentos A e B ainda representam 60% das vendas totais de veículos de passageiros, excluídas as picapes de cabine simples e dupla. Nesse contexto é preciso muita atenção das fabricantes para melhorar participação de mercado e atender a maior massa de compradores.

 

Toyota completou a sua grade de produtos ao lançar o Yaris e posicioná-lo em termos de preço entre Etios e Corolla. As versões hatches vão de R$ 59.590 a 77.590 e os sedãs de R$ 63.990 a 79.990,00. São preços alinhados aos lançamentos mais recentes, mas se comparados os respectivos equipamentos perde competitividade. A previsão é de 55% das vendas para o hatch e 45% para o sedã com volume de até 6.000 unidades por mês no mercado interno. Câmbio manual (seis marchas) terá apenas 5% do mix. O hatch chega às concessionários no fim do mês e o sedã, em julho.

 

Em relação ao Polo, por exemplo, o Yaris hatch empata em termos de espaço interno, enquanto a versão sedã perde para o Virtus, cuja distância entre eixos é 10 cm maior. Vantagem para o modelo japonês é o assoalho plano atrás, mas não há saída do ar-condicionado para o compartimento traseiro existente no rival.

 

Yaris nacional é maior que o homônimo europeu e se baseia no modelo tailandês. Embora a fábrica informe que a arquitetura não se deriva do Etios sedã, a distância entre eixos é igual e as bitolas praticamente as mesmas, bem como tanque de combustível de 45 litros (deveria ter no mínimo 50 litros). Os porta-malas variam entre 310 e 473 litros (hatch e sedã), volumes um pouco menores que a média dos concorrentes (Honda City, 536 litros).

 

Descrição: C:\Users\Zema\AppData\Local\Microsoft\Windows\Temporary Internet Files\Content.Word\Yaris.jpg

 

O estilo de ambos é moderno, sem exageros. Internamente também evoluiu com um quadro de instrumentos fácil de ler e tela multimídia de 7 pol. Porém a coluna direção continua com incômoda regulagem em altura do tipo queda-livre e sem ajuste de distância. Materiais de acabamento do interior são razoáveis, embora os plásticos não tão agradáveis ao toque. A tampa de material aglomerado sobre o estepe é um ponto falho. Macaco continua fixado sob o assento do motorista, como nos Etios.

 

A Toyota fez pequenos ajustes nos motores do Etios, utilizados também no Yaris. Ganharam 3 cv, passando o de 1,3 L para 101 cv (etanol) e o de 1,5 L para 110 cv (etanol). Desempenho é menor pois o novo modelo pesa em torno de 150 kg a mais. A diferença, no entanto, não chega a incomodar porque o novo modelo utiliza o mesmo câmbio automático, tipo CVT, de sete marchas virtuais (igual ao do Corolla).

 

O Yaris se destaca, em particular, pelo acerto das suspensões e o silêncio a bordo. Absorve muito bem as irregularidades da pavimentação, embora só estejam disponíveis rodas com aro de 15 pol. que garantem menos aspereza ao rodar em relação aos aros de 16 e de 17 pol.

 

Entre vários equipamentos de segurança inclui-se controle eletrônico de estabilidade de série. Há apenas dois airbags, salvo na versão de topo XLS que oferece sete. Algo incongruente: faróis de neblina de série, porém luzes diurnas (DRL) ser acessório, mesmo na versão mais cara.

 

RODA VIVA

 

PRODUÇÃO de veículos no mês passado foi entre 70.000 e 80.000 unidades menor que o programado, estima a Anfavea em razão da greve de caminhoneiros. Podem ser recuperadas nos próximos meses. Vendas também afetadas (menos 25.000), mas estoque total diminuiu apenas um dia, de 32 para 31 dias (maio contra abril). No acumulado, vendas 17% maiores em 2018.

 

ANUNCIADA suspensão pela FCA de toda a produção de motores Diesel para veículos leves na Europa até 2021, das marcas Fiat, Jeep, Alfa Romeo e Maserati, não deve incluir o Brasil. Renegade e Compass continuariam com esta opção aqui. Por outro lado, versões com turbocompressor estarão nos motores flex de 3 e 4 cilindros, de 1 L e 1,33 L, da atual família GSE.

 

CITROËN C4 Lounge impressiona pelo espaço interno, em especial no banco traseiro para pernas e cabeças. Há saídas de ar-condicionado atrás. Novo quadro de instrumentos, mais moderno, sofre com reflexos. Volante poderia ter diâmetro um pouco menor e porta-malas, um pouco maior. Ponto alto: motor turboflex de 173 cv (etanol) e câmbio automático 6-marchas.

 

PORSCHE comemorou 70 anos do licenciamento do primeiro modelo, um 356, em 8 de junho de 1948, na Áustria, onde foi desenvolvido pelo filho de Ferdinand Porsche, criador do Fusca. Como o pai, ele também se chamava Ferdinand e logo recebeu o apelido Ferry. Hoje produz 250.000 carros por ano. Sua família controla o Grupo VW com a holding Porsche SE.

 

LEI seca no Brasil, que proíbe motoristas de beber qualquer quantidade de álcool antes de dirigir, completa 10 anos em 2018. Segundo pesquisa da Escola Nacional de Seguros, desde a implantação, poupou 40 mil vidas e 235.000 pessoas de invalidez permanente em acidentes de trânsito. Mudou a mentalidade dos motoristas, inclusive dos mais jovens, sobre segurança.

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