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INFORMAÇÃO E SERVIÇOS PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS

POSTO HOJE É ENVIADA SEMANALMENTE A DIRIGENTES DE POSTOS DE COMBUSTÍVEIS E LOJAS DE CONVENIÊNCIA

16/10/17

 

Leilões do pré-sal vão gerar mais de R$ 100 bilhões em investimentos

 

RIO - O Brasil realiza, no dia 27 de outubro, a mais aguardada oferta de campos de exploração de petróleo e gás no mundo, com o segundo e terceiro leilões de áreas do pré-sal. O apetite das gigantes petrolíferas é tão grande que estimam-se ganhos superlativos para o país com as rodadas. De acordo com cálculos da Agência Nacional do Petróleo (ANP), feitos com exclusividade para o GLOBO, os oito blocos a serem leiloados vão gerar US$ 36 bilhões (cerca de R$ 115 bilhões pelo câmbio atual) em investimentos. Boa parte desses recursos será convertida em encomendas à indústria e em novos serviços pelos próximos sete a dez anos. O desenvolvimento dessas novas reservas — estimadas em 4,4 bilhões de barris de petróleo no mínimo, ou mais de um terço das reservas provadas do país, de 12,5 bilhões de barris — vai gerar cerca de 500 mil novos empregos, segundo projeções da Abespetro, associação que reúne as empresas prestadoras de serviços para o setor.

Leia mais em: https://oglobo.globo.com/economia/leiloes-do-pre-sal-vao-gerar-mai

 

Carros elétricos poderão ficar mais baratos que os comuns, segundo CEO da Mitsubishi

 

De acordo com Masaki Sakuyama, CEO da Mitsubishi Motors, os carros elétricos podem alcançar um nível de preço inferior ao dos carros comuns, movidos por gasolina. Para o executivo japonês, o principal fator que torna caro esse tipo de automóvel é a bateria, mas esse custo enorme pode cair conforme a demanda aumenta no mercado mundial. Sakuyama diz: “O custo da bateria agora está caindo muito rapidamente, então, no futuro próximo, o custo do veículo elétrico será comparável aos carros convencionais”. Segundo o chefe da Mitsubishi, conforme mais cidades e países reduzem a circulação de carros movidos por gasolina ou diesel, bem como anunciam o fim da comercialização dos mesmos, a tendência é um aumento expressivo nas vendas de carros elétricos e híbridos, o que ajudará na redução dos custos. Além disso, para o líder nipônico, os custos de produção das baterias chegarão a um nível inferior ao necessário para produção de motores de combustão interna. Uma questão importante nessa mudança de rumo do mercado automotivo mundial é o custo em tecnologia para se manter um motor a gasolina limpo diante de normas ambientais cada vez mais rigorosas. Assim, os custos tenderão a crescer para motores convencionais, especialmente os diesel.

Leia mais em: https://www.noticiasautomotivas.com.br/carros-eletricos-poderao-fi

 

Paris e Holanda querem banir motores térmicos já em 2030

 

A França já tinha anunciado o fim da venda de automóveis novos com motor de combustão interna em 2040. No entanto Paris, a capital, anuncia que para atingir esse objetivo, o processo terá de ser acelerado em cidades de grandes dimensões. Assim, as autoridades parisienses colocaram o ano de 2030 como o fim da venda de automóveis novos com motores térmicos – sejam a diesel ou a gasolina. Mesmo antes de 2030, Paris prepara-se para se livrar dos automóveis a Diesel já em 2024, ano em que se realizam os Jogos Olímpicos na cidade luz. Também a Holanda anunciou medidas concretas para libertar-se dos automóveis com motores térmicos. Após declarações iniciais que colocavam 2025 como o ano da mudança, as intenções e medidas anunciadas pelo governo holandês referem agora o ano de 2030.

Leia mais em: https://www.razaoautomovel.com/2017/10/paris-holanda-querem-ba

 

Petrobras: diretor executivo de Operação e Logística renuncia

 

A Petrobras informou que Antonio Carlos Alves Caldeira, Diretor Executivo de Operação e Logística da sua subsidiária integral Petrobras Distribuidora S.A. (BR), apresentou, sexta-feira, sua renúncia ao cargo. O motivo não foi informado. O Diretor Executivo da Rede de Postos, Marcelo Fernandes Bragança, acumulará interinamente as atribuições da Diretoria Executiva de Operação e Logística, até que um novo nome seja indicado e aprovado pelo Conselho de Administração da BR, após os trâmites exigidos pelas regras de Governança da BR. Fonte: Gerência de Comunicação Interna e Imprensa da Petrobras.

 

Shell compra rede de recarga de veículos elétricos NewMotion, em primeiro negócio no setor

 

AMSTERDÃ (Reuters) - A petroleira Royal Dutch Shell RDSa.L fechou acordo para comprar a holandesa NewMotion, dona de uma das maiores redes de recarga de carros elétricos da Europa, no primeiro negócio da companhia na área de mobilidade elétrica, um segmento que especialistas apostam que deve crescer rapidamente. A Shell disse que a NewMotion, que controla mais de 30 mil pontos de carga para veículos elétricos na Europa Ocidental e oferece acesso a outros milhares de pontos, irá operar em paralelo com seu programa de desenvolver pontos de recarga rápida em todos seus postos. "São produtos complementares. Um é para carga rápida em postos, e outro é visa cargas em um ritmo mais lento, nos locais de trabalho ou em casa. Neste estágio, não há planos para integrar os dois", disse a jornalistas o vice-presidente de novos combustíveis da Shell, Matthew Tipper. A Shell está instalando postos para carregamento de veículos elétricos em seus postos de varejo na Grã-Bretanha, na Holanda, na Noruega e nas Filipinas. A NewMotion, fundada em 2009, tem mais de 100 mil usuários registrados de seus serviços de recarga na Europa, e oferece acesso a todos seus postos próprios de carga, bem como a outros 50 mil estações parceiras.

Leia mais em:https://extra.globo.com/noticias/economia/shell-compra-rede-de-rec

 

Programa RenovaBio pode ser lançado em duas semanas

 

Parece que a novela do RenovaBio está chegando a seu final… O governo federal deu indicações de que pode editar a Medida Provisória de criação do programa RenovaBio nas próximas duas semanas. Em várias ocasiões o governo sugeriu datas que acabaram não sendo cumpridas. O RenovaBio é definido pelo Ministério das Minas e Energia como “uma política de Estado que objetiva traçar uma estratégia conjunta para reconhecer o papel estratégico de todos os tipos de biocombustíveis na matriz energética brasileira, tanto para a segurança energética quanto para mitigação de redução de emissões de gases causadores do efeito estufa”. O horizonte do RenovaBio é 2030, e visa permitir ao Brasil cumprir as metas acertadas na COP 21, de Paris, quanto à redução de 43 por cento das emissões de gases do efeito estufa até aquele ano, tendo por base 2005. O governo corre contra o calendário, e pretende apresentar o na Conferência do Clima de Bonn, a COP 23, marcada para acontecer de 6 a 11 de novembro na cidade alemã.

Leia mais em: https://diariodotransporte.com.br/2017/10/13/programa-renovabio-

 

  

ALTA RODA

Fernando Calmon

 

Fernando Calmon é engenheiro e jornalista especializado no setor automobilístico desde 1967, quando produziu e apresentou o programa 'Grand Prix' na TV Tupi, no ar até 1980. Dirigiu a revista AutoEsporte por 12 anos e foi editor de automóveis das revistas O Cruzeiro e Manchete. Entre 1985 e 1994, produziu e apresentou o programa 'Primeira Fila' em cinco redes de TV. A coluna Alta Roda, criada em 1999, é publicada semanalmente na internet. Calmon também atua como consultor em assuntos técnicos e de mercado na área automobilística, e como correspondente para o Mercosul do site inglês just-auto. E-mail: fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

 

Pesadelo acabou

 

A recuperação chegou e se consolidará em 2018. Essa foi a tônica da maioria dos palestrantes no Congresso Autodata Perspectivas 2018, realizado no começo da semana em São Paulo. As razões derivam da mudança de humor e de confiança – para melhor – tanto por parte dos consumidores como dos empresários. E é respaldada pelo aumento do volume de crédito, queda dos juros (ainda lenta no caso do financiamento de automóveis), diminuição da inadimplência (no caso há apenas uma tendência ainda não muito firme, segundo as projeções da Ford) e recuperação paulatina do nível de emprego (ver abaixo em Roda Viva).

 

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Coube ao novo presidente da Volkswagen, o argentino Pablo Di Si, divulgar uma projeção mais ousada não apenas para 2018 e sim para os próximos quatro anos. Em sua opinião, estão dadas as condições econômicas para um crescimento acumulado de 40% até 2021, considerando também a baixa base comparativa atual. Para tanto o mercado interno de veículos deveria crescer uma média de 8,8% ao ano nesse quadriênio e voltar a romper a barreira de três milhões de unidades anuais. Durante o evento liberou um teaser (foto provocativa) do sedã Virtus e anunciou seu lançamento em janeiro próximo, algo raro de acontecer em eventos desse tipo.

 

Outro argentino, Carlos Zarlenga, presidente da GM Mercosul, também previu recuperação entre 8% e 10% nos próximos quatro anos. A empresa anunciou mais uma rodada de investimento na região, dessa vez no país vizinho, com a produção de uma nova plataforma global que vai gerar um produto diferente do Equinox (mais barato) a partir de 2020. O executivo defende a unificação das normas de segurança, emissões e combustíveis de Brasil e Argentina. E anunciou para 2018 um modelo que será exatamente igual nos dois países. Provavelmente terá um motor flex, considerando aumento esperado do teor de etanol na gasolina argentina nos próximos anos.

 

Rogelio Golfarb, vice-presidente da Ford, apontou a queda substancial na venda de compactos e subcompactos nos últimos três anos como o aspecto mais impactante nos resultados das empresas e no nível de emprego do setor de veículos. Por outro lado, as vendas diretas para frotistas tornou-se realidade de mercado e continuará a dar suporte ao avanço dos próximos anos.

 

O português Miguel Fonseca, vice-presidente da Toyota, chamou a atenção do rápido crescimento dos SUVs, que respondem hoje por 15% das vendas de veículos leves e continuará a subir na preferência dos consumidores. O percentual de participação, no entanto, crescerá mais lentamente porque os compactos estão se recuperando e são mais baratos. Prevê um salto de 11% do mercado interno em 2018. Ele concorda que os carros puramente elétricos ainda vão demorar muito para se universalizar e a opção híbrida é mais racional.

 

Ponto de consenso no congresso foi sobre o programa Rota 2030. O anúncio está atrasado, mas sairá antes do fim do ano. Trará previsibilidade, visão de longo prazo e flexibilidade para se adaptar ao que acontece no mundo. Chega no momento em que o grande acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia deve sair do papel, depois de mais de uma década de negociações. Levará a uma convergência tecnológica dos veículos com foco na competitividade real, sem subsídios ou barreiras protecionistas expressivas.

RODA VIVA

 

RITMO de recuperação da indústria automobilística segue firme. Maior nível do ano foi atingido em setembro: vendidas 9.960 unidades diárias (veículos leves e pesados). Acumulado janeiro-setembro está 7,4% acima do mesmo período de 2016 e o nível de estoque total de 34 dias é normal. Segundo a Fenabrave, bancos começam a aprovar mais crédito ao consumidor.

 

EXPORTAÇÕES continuam a bater recordes históricos (56% de aumento) e, assim, alavancam a produção, que cresceu 39% sobre o ano passado. Esse conjunto de bons resultados implicou redução de 90% do número de funcionários afastados provisoriamente do trabalho. Apenas o setor de caminhões e ônibus ainda mantém números negativos (menos 9% em 2017).

 

BOM pacote de itens de série oferece a versão Pulse Plus do Hyundai Creta. Motor de 1,6 L e câmbio automático de 6 marchas formam um conjunto competente. Central de multimídia (compatível com Android/Waze) tem tela de 7 pol. mas sujeita a reflexos. Faz falta freio de imobilização automática, que é bastante útil em uso no para-e-anda do trânsito.

 

IPIRANGA igualou-se à Petrobrás ao lançar gasolina premium de maior octanagem. Chamada de Octapro tem octanagem 102 RON, um dos maiores do mundo como combustível comercial. Indicada para garantir potência nominal em motores de altíssimo desempenho. É um mercado minúsculo: apenas 2% do volume total da venda de gasolina.

 

RECENTE pesquisa da BB Mapfre, em São Paulo, demonstra que segurados entre 27 e 36 anos lideraram a estatística de acidentes, com 30%. Depois estão os condutores de 37 a 46 anos, detendo 25% dos números, e de 47 a 56 anos, com 16%. Surpresa: os mais jovens, de até 26 anos, respondem por 15% dos registros. Não são, portanto, o maior grupo de risco.

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