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INFORMAÇÃO E SERVIÇOS PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS

POSTO HOJE É ENVIADA SEMANALMENTE A DIRIGENTES DE POSTOS DE COMBUSTÍVEIS E LOJAS DE CONVENIÊNCIA

05/02/18

 

Petrobras inicia fase não vinculante para venda de fatia detida na Bsbios

 

A Petrobras informou o início da fase não vinculante do processo de venda de 100% da participação acionária detida pela Petrobras Biocombustíveis (PBIO), subsidiária integral da Petrobras, na empresa BSBios, correspondente a 50% do capital da companhia. O processo está alinhado com as orientações do Tribunal de Contas da União (TCU). Os interessados habilitados na fase anterior e que assinaram o acordo de confidencialidade e a declaração de conformidade receberão um memorando descritivo contendo informações mais detalhadas sobre os ativos em questão, além de instruções a respeito do processo de desinvestimento, incluindo as orientações para elaboração e envio das propostas não vinculantes. Os interessados que tenham firmado o acordo terão acesso ao memorando descritivo pelo prazo mínimo de 30 dias.

Leia mais em: https://www.istoedinheiro.com.br/petrobras-inicia-fase-nao-vinculan

 

Royalties do petróleo em São Paulo crescem 70%

 

O Estado de São Paulo quer consolidar em 2018 a posição de segundo maior produtor de petróleo e gás natural brasileiro, ultrapassando o Espírito Santo, depois de bater em 2017 mais um recorde de produção e arrecadação de royalties e participações especiais. De acordo como secretário estadual de Energia e Mineração, João Carlos Meirelles, no ano passado São Paulo arrecadou R$ 2,5 bilhões em royalties e participações especiais, um crescimento de 70% em relação ao ano anterior, e esse é apenas o começo de um novo cenário que vem elevando o Estado à posição de grande produtor. Há 10 anos, a arrecadação de São Paulo com royalties de petróleo girava em torno dos R$ 6 milhões. O Rio continua liderando o ranking, com R$ 11 bilhões, enquanto o Espírito Santo caiu para o terceiro lugar, com R$ 2,2 bilhões. Segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), em dezembro de 2017 São Paulo foi o segundo maior produtor de petróleo no Brasil, com 471,7 mil barris diários (b/d), ante 440,1 mil b/d do Espírito Santo. O primeiro lugar ainda é do Rio de Janeiro, com 2,089 milhões de b/d.

Leia mais em: https://www.istoedinheiro.com.br/royalties-do-petroleo-em-sao-pau

 

Libra tem seu 1º embarque de petróleo; Mero amplia produção

 

O campo de Mero, na área de Libra, primeira a ser licitada sob regime de partilha de produção, escoou seu primeiro carregamento de petróleo produzido, de 500 mil barris, disse nesta sexta-feira o gerente-executivo da Petrobras da área, Fernando Borges. O carregamento de petróleo de Mero, que entrou em produção em novembro de 2017, em teste de longa duração, foi retirado pela Petrobras, e a segunda carga, com o mesmo volume, será retirada pela sócia anglo-holandesa Shell. Os demais sócios da área farão seus primeiros carregamentos em seguida. Borges disse ainda, em teleconferência com jornalistas, que o consórcio de Libra –área operada pela Petrobras– prevê dobrar a produção no campo de Mero, para 40 mil barris de petróleo por dia até o fim de fevereiro. “Hoje a gente está em processo de iniciar injeção do gás… então está produzindo um poço de forma restringida na casa dos 20 mil barris/dia. Uma vez entrando a injeção de gás, a nossa expectativa é poder elevar a produção desse único poço até 40 mil barris/dia”, disse o executivo.

Leia mais em: https://exame.abril.com.br/negocios/libra-tem-seu-1o-embarque-de

 

Petrobras inicia processo competitivo para contratar FPSO

 

A Petrobras, operadora do Consórcio de Libra, deu início, na quarta-feira, 31, ao processo competitivo para a contratação do afretamento do segundo sistema definitivo de produção do Campo de Mero. Localizado na área noroeste do bloco de Libra, Mero fica a cerca de 180 km da costa do Rio de Janeiro, no pré-sal da Bacia de Santos. A plataforma será um FPSO (unidade que produz, armazena e transfere óleo e gás) com capacidade para produzir 180 mil barris por dia (bpd) de petróleo e processar 12 milhões de m3/dia de gás e será instalada no projeto Mero 2, em lâmina d’água de cerca de 2.000 metros. A unidade, com características similares ao projeto Mero 1 – primeiro sistema de produção definitivo do campo -, terá algumas otimizações implementadas. O início da produção da plataforma está previsto para 2022. O consórcio de Libra é liderado pela Petrobras – com participação de 40% – em parceria com a Shell (20%); Total (20%); CNPC (10%) e CNOOC Limited (10%), tendo a Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA) como gestora do Contrato de Partilha da Produção.

Fonte: https://exame.abril.com.br/negocios/petrobras-inicia-processo-com

 

Royal Dutch Shell triplica lucro no 4º tri, a US$ 3,08 bilhões

 

A Royal Dutch Shell anunciou que teve lucro com base nos custos de suprimentos de US$ 3,08 bilhões no quarto trimestre de 2017, representando praticamente o triplo do ganho de US$ 1,03 bilhão obtido em igual período do ano anterior. A medida com base nos custos de suprimentos é semelhante ao lucro/prejuízo líquido divulgado por petrolíferas nos EUA. O resultado da Shell, contudo, ficou abaixou da previsão de lucro de US$ 4,24 bilhões de 21 analistas consultados pela Vara Research. O fluxo de caixa de atividades operacionais da petrolífera anglo-holandesa totalizou US$ 7,28 bilhões no quarto trimestre, ante US$ 9,2 bilhões um ano antes.

Fonte: https://exame.abril.com.br/negocios/royal-dutch-shell-triplica-lucro-

 

Exxon lucra abaixo do esperado com fraca operação de refino e petroquímicos

 

A Exxon Mobil, maior petroleira com ações negociadas em bolsa do mundo, apresentou um lucro menor que o esperado no quarto trimestre n sexta-feira, devido à queda na produção e à fraqueza em suas operações de petroquímicos e refino, o que levou as ações da companhia a operar em queda de quase 6 por cento. Mesmo com uma alta nos preços do petróleo após mínimas vistas no ano passado, o que ajudou as operações de produção da companhia, os braços petroquímico e de refino da Exxon tiveram problemas no trimestre, especialmente fora dos Estados Unidos. A rara frustração de expectativas com o resultado da Exxon veio ao mesmo tempo em que a companhia viu sua geração anual de caixa de 2017 ser superada pela primeira vez pela rival Shell, segunda maior petroleira do mundo. A Shell produziu 6 por cento mais caixa que os 33,2 bilhões de dólares da Exxon no ano passado. Mas, apesar dos problemas no exterior, a Exxon tem reforçado sua aposta em casa. A companhia, com sede em Irving, no Texas, disse mais cedo nesta semana que irá triplicar sua produção de "shale" na Bacia de Permiana para cerca de 600 mil barris de petróleo equivalente por dia até 2025, parte de um plano de investir 50 bilhões de dólares nos EUA após a reforma tributária assinada pelo presidente Donald Trump. A Exxon apresentou um lucro líquido no quarto trimestre de 8,4 bilhões de dólares, ou 1,97 dólar por ação, ante 1,7 bilhão, ou 41 centavos de dólar, no mesmo período do ano anterior. Excluindo a reforma tributária dos EUA, que gerou um benefício não-caixa para a companhia de 5,9 bilhões de dólares, e itens não-recorrentes, a Exxon lucrou 88 centavos de dólar por ação. Por essa medida, analistas esperavam lucros de 1,04 dólar por ação, segundo a Thomson Reuters. A produção caiu 3 por cento, para 4 milhões de barris de petróleo equivalente por dia, com todos ganhos de produção no portfólio da companhia registrados nos EUA.

Fonte: https://extra.globo.com/noticias/economia/exxon-lucra-abaixo-do-

 

Chevron tem lucro abaixo do esperado no 4° trimestre de 2017

 

A petroleira norte-americana Chevron apresentou nesta sexta-feira um resultado abaixo das expectativas para o quarto trimestre, devido à queda nas vendas de seu negócio internacional de refino, o que derrubou as ações em quase 2 por cento. O lucro inferior ao previsto vem no mesmo dia em que a rival Exxon Mobil apresentou resultados menores que o esperado, também devido a problemas em seu braço de refino, o que levantou preocupações de que um ponto fraco possa estar surgindo na indústria justamente em um momento em que os preços do petróleo têm subido. A Chevron apresentou um lucro líquido de 3,1 bilhões de dólares no quarto trimestre, ou 1,64 dólar por ação, ante 415 milhões de dólares no mesmo período do ano anterior, ou 22 centavos de dólar por ação. A Chevron registrou um benefício não financeiro de 2 bilhões de dólares no período devido à recente reforma tributária nos Estados Unidos.

Leia mais em: https://exame.abril.com.br/negocios/chevron-tem-lucro-abaixo-do-e

 

 

Produção total do pré-sal em dezembro supera pela primeira vez o pós-sal, diz ANP

 

A produção de petróleo e gás natural no pré-sal brasileiro fechou pela primeira vez acima da produção total no pós-sal em dezembro do ano passado, informou quarta-feira, 31, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A produção de petróleo já havia sido ultrapassada em junho de 2017. Desta vez, a soma dos dois combustíveis ficou 50,7% acima da produção do pós-sal, menos de dez anos após iniciada a exploração no pré-sal brasileiro. O primeiro óleo do pré-sal foi extraído do campo de Tupi (hoje Lula), em 30 de abril de 2009. Segundo a ANP, em dezembro de 2017 a produção total de petróleo ficou em 2,612 milhões de barris por dia, e de gás natural em 113 milhões de metros cúbicos, totalizando 3,325 milhões de barris de óleo equivalente em dezembro de 2017. Só no pré-sal, a produção foi de 1,356 milhões de metros cúbicos de petróleo e 52 milhões de metros cúbicos de gás natural, totalizando 1,685 milhão de barris de óleo equivalente.

Fonte: https://istoe.com.br/producao-total-do-pre-sal-em-dezembro-supera

 

 

ALTA RODA

Fernando Calmon

 

Fernando Calmon é engenheiro e jornalista especializado no setor automobilístico desde 1967, quando produziu e apresentou o programa 'Grand Prix' na TV Tupi, no ar até 1980. Dirigiu a revista AutoEsporte por 12 anos e foi editor de automóveis das revistas O Cruzeiro e Manchete. Entre 1985 e 1994, produziu e apresentou o programa 'Primeira Fila' em cinco redes de TV. A coluna Alta Roda, criada em 1999, é publicada semanalmente na internet. Calmon também atua como consultor em assuntos técnicos e de mercado na área automobilística, e como correspondente para o Mercosul do site inglês just-auto. E-mail: fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

 

Virtus empodera compactos

 

Ofertas estão cada vez mais sofisticadas no mercado brasileiro. A chegada do Virtus, como legítimo representante da nova leva de sedãs compactos anabolizados (inclui em fevereiro Fiat Cronos e, mais adiante, Toyota Yaris sedã), é prova disso. O novo modelo da Volkswagen é o que mais oferece espaço interno, em especial no banco traseiro. Suas dimensões internas e externas estão bem próximas às do atual Jetta, um médio que só será substituído no final do ano pelo modelo 2019 (apresentado no Salão de Detroit), maior que o atual.

 

Essa coluna não tem por hábito começar a analisar um produto pelo preço. Costuma ser ponto sensível e fator determinante para muitos compradores. No entanto, a Volkswagen mostrou certa coerência no posicionamento estratégico entre seus dois produtos inteiramente novos. As versões de entrada, intermediária e superior do Polo vão de R$ 50.000 a 70.000. O Virtus foi colocado entre R$ 60.000 e 80.000. Não por coincidência o sedã Honda City fica nessa mesma faixa de preço – entre R$ 61.000 e 81.000 – e convive com o médio Civic. Portanto, há oportunidades para todos.

 

Uma das explicações para as variações de preços está na motorização. O Virtus tem versão de entrada com motor de 1,6 litro aspirado de 117 cv (etanol) que se enquadra em faixa de IPI maior (mais 4 pontos percentuais). As outras duas agregam motores turbo de 1 litro, 128 cv (etanol), porém no uso diário se comportam como um 2-litros aspirado. O torque de 20,4 kgfm aparece logo a apenas 2.000 rpm. Faz grande diferença na dirigibilidade e principalmente na economia de combustível. A marca alemã aproveitou para colocar a versão intermediária como sua “peça de resistência”, além do que já representa em geral no mercado.

 

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O novo modelo, como o Polo, destaca-se por agregar tecnologias sofisticadas a exemplo do quadro de instrumentos, o manual do proprietário interativo e, acima de tudo, grau máximo em termos de segurança passiva (também recebeu cinco estrelas no teste do Latin NCAP e laurel extra por proteção ao pedestre em caso de acidente). Evidente que isso se reflete em custos maiores e simplificações foram feitas. Materiais de acabamento pobres, ausência de alças no teto, descuidos no revestimento do porta-malas (ótimos 521 litros) são alguns exemplos.

 

Por outro lado, há pormenores de certa sofisticação nesse segmento – apoio de braço central com regulagem longitudinal e saídas de climatização para o banco traseiro – convivendo (mal) com tampa de porta-luvas sem abertura amortecida. Molas a gás estão ausentes na tampa do porta-malas, mas há braços de articulação sem interferência com a bagagem. O Virtus também se destaca pelo estilo equilibrado e menos conservador, embora a parte dianteira seja idêntica à do Polo, solução de compromisso com o preço final. Seria desejável certa diferenciação.

 

Por fim, além das conspícuas vantagens de espaço interno, novas tecnologias e do modo como freia, acelera e faz curvas, volta a questão do preço. A fábrica decidiu compensar ao diminuir custos de manutenção e também de reparos, mais baratos, em caso de pequenas colisões no bem reconhecido critério do Cesvi.

 

RODA VIVA

 

TOYOTA, ao completar 60 anos de instalação no País, passa a operar em três turnos pela primeira vez. É para produzir em Sorocaba (SP) o Yaris, a partir de junho, com lançamento em agosto da versão hatch (sedã, no final do ano). A marca japonesa tem perdido um pouco de participação de mercado por evitar os três turnos. Agora está segura da reação do mercado.

 

LINHA de SUVs da BMW continuará a avançar na preferência dos clientes da marca alemã no Brasil. Com a chegada do X2, no segundo trimestre, e do X7 no final do ano deve aumentar para 60% a participação nas vendas. Empresa produzirá o novo X3 em Araquari (SC), onde já aplicou R$ 1 bilhão. Dependendo do programa Rota 2030, o refinado X2 também será nacionalizado.

 

ESPECIALISTAS nos EUA acham que as baterias não são solução definitiva para carros elétricos por várias razões, sempre comentadas neste espaço. Há inclinação para admitir pilhas a hidrogênio como alternativa mais viável por resolver o problema de autonomia. Infraestrutura, embora também cara, encontraria muitos interessados em investir bastante.

 

OUSAR mais, nova ordem para a Peugeot. Vai dobrar para 500 unidades por mês a importação do 3008 e assim atender toda a demanda por este SUV moderno, de harmonia incomum entre interior e exterior. Para tal acrescentou versão Griffe Pack por R$ 154.990 (R$ 9.000 extras). Vêm com rodas de aro 19, novos recursos de segurança e nível 2 de condução autônoma.

 

CUSTOS de produção no México são cerca de 20% menores que os do Brasil. Principal fator para o avanço da indústria mexicana na classificação dos maiores produtores de veículos do mundo, além da proximidade com EUA e Canadá. Segundo Alberto Torrijos, da consultoria Delloite, México produzirá cinco milhões de veículos em 2020 e será o quinto colocado no mundo.

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