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INFORMAÇÃO E SERVIÇOS PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS

POSTO HOJE É ENVIADA SEMANALMENTE A DIRIGENTES DE POSTOS DE COMBUSTÍVEIS E LOJAS DE CONVENIÊNCIA

17/04/18

Ipiranga lança seu próprio gerador de memes

 

A campanha publicitária da Ipiranga este ano vai além da televisão e da divulgação na internet convencional. Recentemente, a marca disponibilizou os vídeos criados pela Talent Marcel em um hotsite que reúne seu conteúdo e um gerador de memes desenvolvido para os usuários brasileiros trabalharem naquilo que é um dos seus verdadeiros talentos: a criação de memes. Conhecendo o público da internet, o Ipiranga facilita a vida dos usuários para criarem e personalizarem os seus próprios memes. Os fãs da Carreta Furacão, dos filmes de ficção científica ou de qualquer outro personagem divertido dos vídeos poderão entrar no site, dar play no vídeo e inventar um novo meme. “A nossa campanha foi pensada para ser interativa e compartilhada com todas as pessoas, por isso selecionamos tantos personagens icônicos como a Carreta Furacão, que é um fenômeno da internet. A curiosidade e as brincadeiras na internet são espontâneas; elas acontecem naturalmente. O público brasileiro é criativo e tem um senso de humor único”, afirma Jeronimo Santos, diretor de varejo da Ipiranga.

Leia mais em: http://adnews.com.br/internet/ipiranga-lanca-seu-proprio-gerador-

 

Etanol ficou sem competitividade nos postos do país na semana passada

 

Apesar da queda dos preços do etanol na porta das usinas, os preços do hidratado continuaram subindo nos postos da maior parte do país na semana passada a ponto de perderem competitividade no único Estado onde ainda estava mais vantajoso do que a gasolina: em Mato Grosso.

Fonte: http://www.valor.com.br/agro/5457727/etanol-ficou-sem-competiti

 

PPSA espera obter R$ 500 mi com primeiro leilão na B3

 

A estatal do pré-sal, a PPSA, prevê a realização do primeiro leilão na bolsa paulista B3 em 16 de maio para venda de petróleo da União. A previsão é arrecadar R$ 500 milhões, com a venda estimada de 2,8 milhões de barris. A afirmação foi feita à agência Reuters pelo presidente da estatal, Ibsen Flores. O leilão irá celebrar quatro contratos para a venda do petróleo da União produzido pelo período de um ano nos campos de Mero, Sapinhoá e Lula, na Bacia de Santos, e Tartaruga Verde, na Bacia de Campos. “A gente começa [agora] a trazer receita para a União atingindo nosso objetivo, que é maximizar o resultado dos contratos de partilha e dos acordos de unitização”, disse. O edital com as regras para o certame foi publicado no site da companhia na sexta-feira (13). Os contratos poderão ser adquiridos por um único comprador ou por empresas diferentes.

Leia mais em: https://www.dci.com.br/industria/ppsa-espera-obter-r-500-mi-com-

 

Contas da Aramco revelam empresa mais rentável do mundo

 

A empresa é um dos pilares da economia global, produzindo e vendendo 10 milhões de barris de petróleo por dia. Contudo, durante quatro décadas o desempenho financeiro da Saudi Aramco foi um dos maiores segredos dos negócios globais, restrito a um círculo minúsculo de executivos, membros de governos e príncipes. Agora, um primeiro vislumbre das finanças da gigante petroleira estatal mostra que a Aramco gerou US$ 33,8 bilhões em lucro líquido nos primeiros seis meses de 2017, ultrapassando facilmente titãs americanos como Apple, JPMorgan Chase & Co. e Exxon Mobil. Os números vistos pela Bloomberg News dão aos investidores o conjunto de dados mais abrangente até agora para avaliar o possível valor de uma transação extremamente rara e valiosa para os mercados financeiros: a proposta de abertura de capital da Aramco. E como a Aramco gera a maior parte da receita da Arábia Saudita, as contas também proporcionam aos investidores em títulos soberanos uma oportunidade única de conhecerem a saúde financeira do reino.

Leia mais em: http://www.jornalfloripa.com.br/mundo/noticia.php?id=54080171

 

Petrobras perde influência no Brasil com chegada de estrangeiras

 

Quando o assunto é produção de petróleo, Petrobras e Brasil sempre foram uma coisa só. Mas isso agora está mudando. A estatal respondeu por 75 por cento da produção do Brasil em fevereiro, contra 93 por cento em 2010, no fim do governo Luiz Inácio Lula da Silva. A presença começou a cair com a produção do pré-sal, no governo Dilma Rousseff. E se acelerou desde que Michel Temer assumiu o governo em 2016 e abriu o setor para estrangeiras. Em dois anos, a Petrobras reduziu em 7 pontos percentuais sua participação de mercado, mesma fatia que a empresa levou 13 anos para perder desde o fim do monopólio, há 20 anos. O domínio da estatal tende a se reduzir ainda mais à medida que as gigantes do petróleo, entre elas Exxon Mobil, Total e Statoil, correm para garantir participações no pré-sal, uma das zonas petrolíferas mais promissoras já descobertas no mundo, grande demais para uma só empresa.

Leia mais em: https://exame.abril.com.br/negocios/petrobras-perde-influencia-no

 

Britânica BP anuncia aliança estratégica com a Petrobras

 

A companhia petroleira britânica BP anunciou nesta quinta-feira uma grande aliança estratégica com a Petrobras para explorar áreas de interesse mútuo em seus negócios em todo o mundo. “A BP anunciou hoje que assinou um memorando de entendimento para explorar áreas de cooperação com Petróleo Brasileiro SA (Petrobras)”, afirmou a empresa que é cotada na bolsa de Londres, em um comunicado no qual não fornece detalhes financeiros da operação. Esta aliança estratégica da Petrobras e BP implica atuações na exploração, produção, refino, distribuição e energias verdes, tanto no Brasil como no resto do mundo. “Espera-se que a aliança inclua também a transferência de tecnologia, assim como a capacitação e a pesquisa conjunta”. O CEO da BP, Bob Dudley, explicou que sua empresa estabeleceu uma forte relação com a Petrobras ao longo de muitos anos. “Estamos contentes de aprofundar nossa cooperação e buscar inclusive mais oportunidades juntos”, afirmou. A BP está presente desde 1957 no Brasil, onde emprega 7.000 pessoas e onde é sócio da Petrobras em 16 blocos de exploração.

Leia mais em: https://istoe.com.br/britanica-bp-anuncia-alianca-estrategica-com-a

 

 

 

ALTA RODA

Fernando Calmon

 

Fernando Calmon é engenheiro e jornalista especializado no setor automobilístico desde 1967, quando produziu e apresentou o programa 'Grand Prix' na TV Tupi, no ar até 1980. Dirigiu a revista AutoEsporte por 12 anos e foi editor de automóveis das revistas O Cruzeiro e Manchete. Entre 1985 e 1994, produziu e apresentou o programa 'Primeira Fila' em cinco redes de TV. A coluna Alta Roda, criada em 1999, é publicada semanalmente na internet. Calmon também atua como consultor em assuntos técnicos e de mercado na área automobilística, e como correspondente para o Mercosul do site inglês just-auto. E-mail: fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

 

Mustang evolui como nunca

 

Algumas questões de semântica permeiam o jargão típico do mundo dos automóveis. Uma delas refere-se aos conceitos de carros esporte e esportivo. Muitas vezes usados como sinônimos, não são a mesma coisa. Um automóvel esporte típico costuma ter chassi e motor próprios, altura abaixo de 1,30 m e acelerações poderosas, por exemplo, de 0 a 100 km/h em menos de 4 s (mais raro ainda, inferior a 3 s). Além disso, acabamento e nível de equipamentos tornam o preço, na faixa de meio milhão de reais para cima, mais um fator decisivo de diferenciação.

 

Então, o Mustang (lançado em 1964, agora na sexta geração) pode ser considerado apenas um esportivo? Afinal, seu chassi, inicialmente, derivava de um modelo de grande série (Falcon); o motor V-8, em versões “mansas”, está também em outros modelos atuais da Ford; o preço de R$ 299.900 é razoável em um automóvel que acelera de 0 a 100 km/h em 4,3 s e estreia a primeira caixa de câmbio automática de 10 marchas para tração traseira. Sendo justo, trata-se de um dos esportivos que mais se aproxima de um carro esporte, sem todos os refinamentos e nem a mesma capacidade de acelerar e frear.

 

Descrição: C:\Users\Zema\AppData\Local\Microsoft\Windows\Temporary Internet Files\Content.Word\Ford Mustang GT Premium 2018_Externa (4).jpg

 

Em geral, quando nova geração estreia a primeira atualização surge após quatro anos. No caso do Mustang, ocorreu no terceiro ano (2017) e, assim, a filial brasileira da Ford decidiu importar o cupê só agora. Além do novo câmbio (antes de oito marchas), há refinamentos na suspensão traseira e na aerodinâmica, como o defletor agregado ao para-choque dianteiro a fim de melhor estabilidade direcional.

 

Essa versão GT Premium Performance Pack tem todos os opcionais e é a mais cara disponível nos EUA (exceto o Shelby GT500). Motor V-8, 5-litros aspirado chega a instigantes 7.000 rpm. A potência de 466 cv é igual à disponível na origem e entrega mais 10 cv que a versão vendida na Europa, onde conseguiu os melhores resultados de venda na sua história. Materiais internos de acabamento são bons (suaves ao toque e couro), mas há também plástico duro.

 

Impressionam as configurações possíveis do quadro de instrumentos, que obedecem a uma lógica em razão das cinco escolhas possíveis do modo de conduzir. É possível ainda “queimar” os pneus de tração por meio de um comando que freia as rodas dianteiras e libera potência para as traseiras. Trata-se de capricho caro, pois os pneus são Michelin de alto desempenho (275/40 R19; na frente 255/40 R19). Som do escapamento varia entre o ronco de pista e o bem silencioso para não incomodar a vizinhança...

 

Logo ao colocar as mãos no volante, para algumas voltas no autódromo de Interlagos, uma curiosa constatação. Volante é totalmente circular, sem base achatada que equivocadamente se tornou sinônimo de “esportividade. Sua pegada ótima antecipa a precisão esperada ao contornar as curvas mais difíceis do circuito. Comparado às gerações anteriores, o acerto geral desse Mustang – motor, direção, freios e suspensões – atinge um nível de emoção e prazer ao dirigir surpreendentemente evoluído.

 

Claro que 1.783 kg em ordem de marcha cobram empenho de quem deseja guiar mais rápido ou até freios mais potentes, porém, do jeito que está, não leva desaforo para casa.

 

RODA VIVA

 

MARÇO completou um trimestre de recuperação de vendas. Em relação ao mesmo período do ano passado, o crescimento foi de 15,6% entre veículos leves e pesados. Esse resultado reduziu a capacidade ociosa da indústria para menos de 40% com ajuda das exportações. Em condições normais o equilíbrio ocorre ao se atingir 20% de ociosidade, o que ainda pode levar dois anos.

 

APESAR do avanço e vendas diárias terem superado o patamar de 10.000 unidades, a Anfavea vai esperar até meados do ano a fim de revisar (para cima) as previsões. Mas, a Fenabrave, associação das concessionárias, reavaliou desde já as projeções. A entidade, no começo do ano, previa recuperação de quase 12%, mas agora confia em crescimento de 15,3% sobre 2017.

 

COMBINAÇÃO virtuosa, no Renault Captur, entre o motor de 1,6 L/120 cv (etanol) e o câmbio automático CVT. Maior parte do uso em SUVs de menor porte ocorre em cidade, onde dispensar pedal de embreagem encontra cada vez mais adeptos. Como todo CVT, respostas são um pouco lentas, o que não atrapalha tanto em uso urbano. Em estradas, exige mais paciência.

 

VOLVO XC40 chegou na hora certa para a marca sueca. Como SUV de entrada, “herdou” vários equipamentos dos modelos maiores XC60 e XC90, inclusive assistentes de frenagem automática para evitar atropelamento e de controle contra saída de pista, além de tela multimídia de 9 pol. Preços entre R$ 169.950 e 214.950. Espera crescer até 50% em 2018 sobre 2017.

 

PREVISÕES da consultoria Gartner dão conta de que um em cada cinco veículos leves rodando no mundo será equipado com alguma forma de conexão sem fio até 2020. Significará frota global de 250 milhões de unidades. Resultará em aumento expressivo de processamento de dados a bordo e que subirá exponencialmente depois com diferentes níveis de automação.

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