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INFORMAÇÃO E SERVIÇOS PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS

POSTO HOJE É ENVIADA SEMANALMENTE A DIRIGENTES DE POSTOS DE COMBUSTÍVEIS E LOJAS DE CONVENIÊNCIA

16/05/19

 

Petrobras completa 17 dias sem reajustar preço da gasolina

 

A Petrobras manterá o preço da gasolina nas suas refinarias nesta quinta-feira, completando 17 dias sem reajustes, de acordo com dados da petroleira compilados pela Reuters. O preço médio atual do combustível fóssil vendido pela estatal às distribuidoras é de 2,0450 real por litro --maior valor desde 23 de outubro de 2018, segundo dados publicados anteriormente pela petroleira estatal. O valor médio não muda desde 30 de abril, apesar de regra lançada em setembro do ano passado, pela gestão anterior, que impedia a estabilidade do combustível por um período superior a 15 dias. Questionada se a regra dos 15 dias foi cancelada, a Petrobras afirmou que a política de preços de gasolina mantém-se inalterada e tem como base o preço de paridade de importação. "O prazo de até 15 dias de manutenção dos preços da gasolina refere-se ao período máximo de aplicação do mecanismo de hedge. Este mecanismo, de aplicação opcional, visa dar flexibilidade adicional à gestão da política de preços da gasolina", disse a petroleira em nota.

Leia mais em: https://www.terra.com.br/economia/petrobras-completa-17-dias-sem

 

Posto não pode usar cores e equipamentos da Ipiranga após rompimento de contrato

 

As cores utilizadas na fachada do posto de gasolina Bettin, em Canguçu, a 274 quilômetros de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, foi um dos motivos que levou a Ipiranga a ingressar com um processo judicial contra o varejista. O processo foi discutido na 20ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul, que decidiu, por unanimidade, que o posto de gasolina não poderá mais utilizar o padrão visual (trade dress) da distribuidora, c Além disso, o varejista terá de devolver os equipamentos de bomba de combustível da Ipiranga, obtidos devido a um contrato feito entre o posto de gasolina e a distribuidora, que era válido até dezembro de 2026. Entretanto, em 2015, o varejista retirou o logotipo da Ipiranga da fachada do posto, parou de comprar o combustível diretamente da distribuidora e trocou o seu cadastro para “posto de bandeira branca”. Apesar disso, as cores da Ipiranga continuaram sendo usadas no posto e as bombas de gasolina da marca também foram mantidas. O posto, que está em recuperação judicial, alega que não tem condições financeiras para cumprir o contrato estabelecido com a Ipiranga.

Leia mais em: https://www.jota.info/coberturas-especiais/combustivel-legal/ipirang

 

Cosan vai olhar ativos da Petrobras, mas não há decisão

 

A Cosan, que reúne negócios em distribuição de combustíveis, lubrificantes, energia e infraestrutura, vai avaliar os ativos inseridos no programa de desinvestimentos da Petrobras, incluindo refinarias, mas ainda não há decisão tomada sobre sua participação no processo. "Como parte importante dessa cadeia de valor, temos a obrigação e o dever de ofício de olhar todas as oportunidades", afirmou o gerente-executivo de Relações com Investidores da companhia, Phillipe Casale, em teleconferência com analistas. "Mas não existe nada concreto neste momento, está tudo em andamento", acrescentou. No ano passado, a Raízen, joint venture entre Shell e Cosan, acertou comprar uma refinaria e a rede de distribuição de combustíveis da Shell na Argentina, marcando sua entrada no refino. A melhora de desempenho da Cosan no primeiro trimestre reflete justamente, entre outras contribuições, a incorporação dos resultados da operação argentina. Em linhas gerais, o negócio de distribuição de combustíveis, a Moove (de lubrificantes) e a Comgás sustentaram o avanço dos números trimestrais da Cosan, enquanto o negócio de açúcar e etanol foi o destaque negativo.

Leia mais em: https://www.portosenavios.com.br/noticias/geral/cosan-vai-olhar-at

 

MG aumenta cobrança de ICMS de combustíveis e gasolina vai subir

 

A gasolina vai ficar mais cara em Minas Gerais a partir desta quinta-feira (16), quando começa a vigorar no estado a nova base de cálculo da cobrança de ICMS sobre os combustíveis publicada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). A revisão do preço vai representar um acréscimo de R$ 0,03 por litro na tributação do produto no estado. O valor do preço médio ponderado ao consumidor final (PMPF) adotado pelos postos mineiros, segundo a tabela passa a ser de R$ 5,04, o mais caro do Brasil. Essa é a terceira mudança na base de cálculo do ICMS sobre os combustíveis em MG neste ano. De acordo com números informados pela Secretaria de Estado da Fazenda, houve uma redução no preço médio ao consumidor de R$ 4,99 para R$ 4,83% em março e um crescimento para R$ 4,95 em abril. A Secretaria da Fazenda do estado esclareceu que a alíquota de ICMS sobre os combustíveis no estado continua a mesma e só pode mudar por aprovação de lei na Assembleia Legislativa. Permanece a cobrança de 31% para a gasolina, 16% para o etanol e 15% para o diesel. O que mudou foi a base de cobrança, que é calculada de acordo com pesquisa feita nos preços praticados no mercado. Como os valores estão mais altos, o governo aumentou o peso do ICMS sobre os combustíveis.

Leia mais em: https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2019/05/16/internas_

 

Como as pequenas distribuidoras avaliam as práticas da Petrobras

 

O Cade começou a receber as respostas das distribuidoras e importadoras que concorrem com a Petrobras na ação preparatória em que o conselho avalia a abertura de um novo inquérito para apurar eventuais abusos de posição dominante da Petrobras. A ação foi motivada por representação da Abicom. — Seis distribuidoras (algumas delas também importam) entregaram informações: Federal Petróleo, Idaza, Larco, Petrobahia, Potencial e Temape. Apenas a Federal Petróleo a Temape afirmam acreditar quer a Petrobras está descumprindo a sua própria política de preços (a PPI) e praticando preços no mercado interno abaixo da paridade, prejudicando as importações e a concorrência na venda de diesel e gasolina. Mas todas concordam que há barreiras para importação.

Leia mais em: https://epbr.com.br/como-as-pequenas-distribuidoras-avaliam-as-pr

 

 

ALTA RODA

Fernando Calmon

 

Fernando Calmon é engenheiro e jornalista especializado no setor automobilístico desde 1967, quando produziu e apresentou o programa 'Grand Prix' na TV Tupi, no ar até 1980. Dirigiu a revista AutoEsporte por 12 anos e foi editor de automóveis das revistas O Cruzeiro e Manchete. Entre 1985 e 1994, produziu e apresentou o programa 'Primeira Fila' em cinco redes de TV. A coluna Alta Roda, criada em 1999, é publicada semanalmente na internet. Calmon também atua como consultor em assuntos técnicos e de mercado na área automobilística, e como correspondente para o Mercosul do site inglês just-auto. E-mail: fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

 

Como virar o jogo

 

Entre as inúmeras frases de efeito criadas no mundo dos negócios está o termo BTR (De Volta à Corrida, na sigla em inglês). Esse termo se aplica bem ao esforço recente da Peugeot em mudar sua imagem no Brasil. A marca teve algo em torno de 2,5% de participação de mercado e caiu para menos de 1%. Hoje, ronda 1,2% ou metade do que já representou. Este cenário coincidiu com dificuldades financeiras da matriz na França, agora lucrativa, depois do controle tripartite das ações entre família fundadora, governo francês e chinesa Dongfeng.

 

A virada aqui começou pelo básico. Renovação de 70% das concessionárias, investimento em treinamento – em três anos se gastou mais que nos últimos 15 anos – e disponibilização de uma frota própria de 1.000 carros de reserva distribuída entre quase 100 pontos de venda. Ao mesmo tempo bateram na tecla: “Se o cliente não estiver satisfeito com o serviço ou atrasou a entrega, não paga.” Foi criado serviço de reboque para veículos de até oito anos de uso, em pane ou acidentado.

 

 

Agora apresenta a primeira revitalização do SUV compacto 2008. Mudaram para-choque dianteiro, grade, capô, logotipo do leão estilizado saiu do capô para a grade, DRL e rodas. A inspiração estilística veio do 3008, importado da França, que passou a oferecer versão de entrada por competitivos R$ 139.990. No interior nova central multimídia, teto solar e ar-condicionado bizona. Os preços se mantiveram nominalmente iguais de R$ 69.990 a R$ 99.990, o que significa queda real de preços. A empresa espera aumento de 30% nas vendas do modelo.

 

Faz, ainda, outro movimento ousado. Torna-se a primeira marca generalista no Brasil a aposentar totalmente a caixa manual. Tanto os motores de 1.600 cm³ de aspiração natural (118 cv/etanol) quanto o turbo (173 cv/etanol) só são oferecidos com câmbio automático de seis marchas.

 

Desde o lançamento do 2008, em 2015, apesar dos vários desmentidos da Peugeot, essa coluna antecipou que o motor turbo seria acoplado ao câmbio automático. Não havia empecilho técnico ao analisar o carro. Provavelmente, existia estoque elevado, a ser escoado, da anterior e sofrível caixa automática de quatro marchas. Para ajudar na decisão, o mercado brasileiro deu uma forte guinada e foi deixando de lado as caixas manuais. A marca francesa afirma oferecer o único SUV automático abaixo de R$ 70.000 para o público PcD.

 

O carro perde em espaço interno para seu irmão de arquitetura Citroën C4 Cactus e ganha no volume do porta-malas. No entanto, apresenta comportamento dinâmico um pouco melhor, em especial em arrancadas mais fortes com o motor turbo. Seu volante ligeiramente ovalado e de pequeno diâmetro permite experiência muito interessante, inclusive visão do quadro de instrumentos por cima da parte superior do aro.

 

RODA VIVA

 

FCA anuncia, na próxima semana, que terá motores turbo de três e quatro cilindros na sua gama Fiat e Jeep. Baseiam-se nos Firefly de 1 litro e de 1,33 litro para fabricação em Betim (MG). Serão motores sofisticados e disponíveis para 2020. O atual 1,75-litro de aspiração natural E-Torq (mais barato de produzir) continuará em linha ao menos até 2023 e também receberá atualizações.

 

PRIMEIRO carro elétrico da Jaguar, I-Pace, chega ao Brasil por R$ 437.000, incluídas revisões grátis nos cinco anos de garantia. Potência total de 400 cv (dois motores, um para cada eixo, tração 4x4) e nada menos de 69,6 kgfm lidam bem com o peso adicional das baterias de 90 kWh: acelera de 0 a 100 km/h em 4,8 s. Autonomia de 470 km, no ciclo WLTP, mais próximo da realidade.

 

USO prático do I-Pace, nas condições brasileiras de subidas e descidas, não deve garantir tanta autonomia. Há apenas 200 carregadores públicos no País contra 40.000 postos de combustíveis. Mas a Jaguar criou um sistema de navegação inteligente, capaz de cruzar as informações da rota desejada com a autonomia disponível para viagens mais descontraídas.

 

CHEVROLET Tracker Midnight, importado do México, segue a moda dos apliques pretos do logotipo às rodas. O desempenho do motor turbo (1,5 L, 153 cv) é o maior destaque deste SUV compacto. Suas dimensões limitam o espaço interno e o tamanho do porta-malas. Direção precisa, câmbio automático de seis marchas e suspensão bem acertada destacam-se.

 

PESQUISA feita na Alemanha pela Bosch revelou que há grande demanda para aplicativos de telefone celular substituírem as chaves tradicionais ao abrir/fechar o carro e desbloquear/bloquear a ignição. Entre as vantagens estão menos possibilidades de extravio, mais pessoas compartilharem o carro e a segurança em caso de furtos graças ao bloqueio remoto.

 

EMPERRADA há mais de dois anos no Contran, a vinculação do licenciamento anual à comprovação de atendimento a um eventual recall pode se tornar obrigatória. Pelo menos esta é a proposta tramitando na Câmara dos Deputados, de autoria de Juninho do Pneu (DEM-RJ). Apenas 40% dos proprietários, no máximo, atende aos recalls, uma ameaça à segurança.

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