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INFORMAÇÃO E SERVIÇOS PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS

POSTO HOJE É ENVIADA SEMANALMENTE A DIRIGENTES DE POSTOS DE COMBUSTÍVEIS E LOJAS DE CONVENIÊNCIA

17/09/2020

 

Ipiranga prevê elevar investimentos em infraestrutura de forma ‘bastante significativa’

 

A Ipiranga, distribuidora de combustíveis do Grupo Ultra, pretende reforçar os investimentos em infraestrutura nos próximos anos. O presidente da companhia, Marcelo Araújo, acredita que as transformações do setor, decorrentes da abertura do refino e da chegada de novos agentes na distribuição, definirão que empresas serão as líderes de mercado daqui a dez anos. Segundo ele, o plano de investimentos da Ipiranga terá uma ampliação “bastante significativa” dos aportes em infraestrutura – que tem respondido nos últimos anos por entre 20% e 25% dos investimentos da companhia. “Vamos investir cada vez mais em infraestrutura. O negócio de distribuição é, essencialmente, um negócio de logística, é a infraestrutura o que faz o negócio ser competitivo”, disse Araújo, em entrevista ao Valor. Ele conta que a expectativa para 2021 é dobrar o orçamento da área, em relação a 2020. Questionado se o aumento dos recursos tem a ver com o momento de abertura do setor, Araújo explicou que parte do crescimento dos investimentos, no ano que vem, é fruto dos compromissos assumidos nos leilões de terminais portuários dos últimos anos.

Leia mais em: https://valorinveste.globo.com/mercados/

 

Venda de CBios cresce após governo oficializar metas do RenovaBio

 

A comercialização de Créditos de Descarbonização (Cbios), instrumentos que as distribuidoras devem adquirir para atender às suas metas anuais do programa federal RenovaBio, começou a crescer depois que o governo publicou, na quinta-feira passada, 10 de setembro, as novas metas globais revisadas para este e os próximos anos. Do dia 10 até ontem, foram negociados 254 mil CBios na B3, cerca de 22% de todos os papéis comercializados desde junho. O volume diário médio de CBios negociados dos últimos dias foi de 84,7 mil, ante uma média diária de 21,7 mil até o dia 9. Se consideradas as negociações acumuladas de setembro, as distribuidoras, que são as partes obrigadas a comprarem os papéis, adquiriram 321,16 mil créditos, volume superior a toda quantidade negociada nos últimos quatro meses.

Leia mais em: https://valorinveste.globo.com/mercados

 

Petrobras sofre pressão com temores sobre petróleo e julgamento no Supremo, mas analistas seguem confiantes com estatal

 

SÃO PAULO – A semana em que completa 60 anos é de reflexão para a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) em um 2020 bastante desafiador para o cartel e também para a maior petroleira brasileira, a Petrobras (PETR3;PETR4). Apesar da sensação de que “o pior já passou” após a forte turbulência no mercado entre os meses de março e abril com a pandemia associada a uma “guerra de preços” entre Arábia Saudita e Rússia (encerrada justamente com a coordenação da organização), nas últimas semanas os temores de uma segunda onda voltaram a afetar o mercado. A cotação do brent, usado como referência internacional, caiu para menos de US$ 40 o barril na semana passada e pela primeira vez desde junho, com algumas previsões sobre a recuperação para o atual momento da pandemia não se concretizando. Apesar do alívio nas cotações nas últimas sessões, o sinal de alerta segue ligado. No ano, os preços do petróleo caem mais de 30%. Neste contexto, acontece a reunião da Opep+, que traz também os aliados da organização e se encerra nesta quinta.

Leia mais em: https://www.infomoney.com.br/mercados/

 

Conexão 2020: Linx realiza evento online sobre Postos, Conveniências e Mercados de proximidade

 

A Linx, líder e especialista em tecnologia para o varejo, realizará o evento “Conexão 2020”, com conteúdos, tendências e soluções para Postos, Conveniências e Mercados de proximidade, no próximo dia 22 de setembro, às 15h. De forma totalmente online, a edição contará com a mediação de Thiago Fortes e a participação de diversos nomes do mercado, como Petrus Moreira, superintendente de Produtos e Finanças da Veloe, e André Lopes, do Trade Marketing de Nescafé. Dentre os temas abordados, estarão a importância da experiência do consumidor, de uma gestão otimizada e o papel da inovação no segmento. Também serão abordadas tendências e oportunidades para pequenos, médios e grandes revendedores, desafios em pagamentos, novos modelos de lojas e gestão de serviços automotivos.

Leia mais em: http://minaspetro.com.br/noticia/conexao

 

Agronegócio tenta restringir novo biodiesel produzido pela Petrobras

 

Petrobras e produtores de biodiesel travam um embate em torno da regulamentação de um novo tipo de combustível desenvolvido pela estatal, que o agronegócio tenta restringir apesar de manifestações favoráveis das áreas econômica e energética do governo. O tema será debatido em audiência pública na ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis) nesta quinta (17). A disputa envolve um tipo de biodiesel produzido em refinarias de petróleo a partir de óleos vegetais, gordura animal ou resíduos oleosos. O embate ocorre em um momento de escalada dos preços do biodiesel no país, que ultrapassaram os R$ 5 por litro no último leilão feito pela ANP para abastecer o mercado, levando o setor de combustíveis a acusar os produtores de cartel e pedir a liberação das importações do produto.

Leia mais em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/

 

Estudo aponta estratégia para abrandar mudança no clima com adoção de biocombustíveis

 

Na comunidade científica, há o conhecimento sobre a contribuição dos biocombustíveis para uma matriz energética mundial mais limpa. Contudo, os benefícios líquidos da bioenergia na mitigação de gases de efeito estufa (GEE) ainda são um tema controverso. Contra a sustentabilidade dos biocombustíveis, argumenta-se, por exemplo, que a conversão de terras não agrícolas em lavouras de culturas energéticas pode resultar em grande redução inicial de armazenamento do carbono estocado – conhecida como “dívida de carbono”. Um estudo realizado por um grupo internacional de pesquisadores, publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), contribui para resolver essa discórdia. A pesquisa indicou que o cultivo de switchgrass – gramínea que cresce em muitas regiões da América do Norte – para produção de etanol celulósico nos Estados Unidos tem potencial de mitigação de GEE por hectare comparável ao reflorestamento e várias vezes maior do que a restauração por pastagens.

Leia mais em: https://www.educacao.sp.gov.br/noticias/

 

 

Coluna Fernando Calmon   Nº 1.115

 

Fernando Calmon é engenheiro e jornalista especializado no setor automobilístico desde 1967, quando produziu e apresentou o programa 'Grand Prix' na TV Tupi, no ar até 1980. Dirigiu a revista AutoEsporte por 12 anos e foi editor de automóveis das revistas O Cruzeiro e Manchete. Entre 1985 e 1994, produziu e apresentou o programa 'Primeira Fila' em cinco redes de TV. A coluna Alta Roda, criada em 1999, é publicada semanalmente na internet. Calmon também atua como consultor em assuntos técnicos e de mercado na área automobilística, e como correspondente para o Mercosul do site inglês just-auto. www.fernandocalmon.com.br.

Better Place fracassou

com troca de baterias

 

Durou apenas seis anos (2007 a 2013) uma das experiências que não deram certo para tornar o carro elétrico a bateria uma real alternativa aos veículos convencionais movidos por motores térmicos e combustível líquido. O israelita Shai Agassi fundou a Better Place (em tradução livre, Lugar Melhor) na Califórnia (EUA), mas sempre foi administrada de sua terra natal. A ideia era construir uma rede de postos de troca rápida de baterias e sua posterior recarga. Isso resolveria, em tese, alguns dos maiores obstáculos à aceitação dos elétricos: tempo de recarga da bateria e autonomia.

 

A partir de uma primeira experiência em Israel, a empresa atraiu outros países em 2008: Dinamarca, Austrália, Japão e Canadá; nos EUA, Califórnia e Havaí. Grandes empresas, a exemplo da fabricante alemã de autopeças e pneus Continental, além de gigantes de TI como Intel e Microsoft, também mostraram interesse. Faltava, porém, envolver um produtor de veículos. No Salão de Frankfurt de 2009 a Renault apresentou o sedã Fluence ZE (sigla em inglês para Zero Emissões) adaptado para o sistema de troca rápida de bateria. A solução estética não ficou boa pois desequilibrou a silhueta do carro.

 

Ainda assim foi assinado um termo de fabricação de 100.000 unidades para circular em Israel e Dinamarca até 2016. Nenhum outro fabricante se interessou pela solução que seria projetar um automóvel para facilitar a troca de bateria. A própria Renault fez só uma adaptação e conseguiu vender 1.000 unidades do ZE para Israel e 400 para a Dinamarca. Havia outro problema: as baterias eram cerca de 10 vezes mais caras que as de hoje. E qual era o controle do dono do carro sobre o que aconteceria com a sua unidade à base de troca?

 

O resultado foi o esperado. Better Place faliu em 2013 e US$ 850 milhões (R$ 4,5 bilhões) de capital privado captados no mercado viraram pó.

 

Agora, com a queda do preço das baterias e uma rede de estações de carga em expansão, principalmente na Europa Ocidental, ninguém mais fala no assunto. A vocação urbana do carro elétrico prevalecerá ainda pelo menos até 2030. A exemplo do recente acordo entre Uber e Renault-Nissan, Zoe e Leaf serão oferecidos a preço especial para motoristas daquela plataforma de mobilidade urbana. Objetivo é atingir, até 2025, metade dos quilômetros rodados anualmente com modelos 100% elétricos em sete capitais europeias (Londres, Paris, Madri, Berlim, Amsterdã, Bruxelas e Lisboa).

 

Não espere milagres em curto prazo. Até 2030 especialistas acreditam que a densidade das baterias de íons de lítio pode dobrar. No entanto, recargas ultrarrápidas (de 10% a 80% da capacidade máxima em 15 minutos vista em protótipos) encurtam sua vida útil prevista hoje para 2.000 ciclos completos, ou seja, de oito a dez anos de uso não intensivo. O preço já caiu bastante, porém ainda depende de matérias-primas como o lítio. A aposta é aumentar sua durabilidade nos próximos anos para que a necessidade de reposição diminua.

 

A solução definitiva e segura, por anular os riscos de incêndio e curto-circuito em recargas ultrarrápidas, é a bateria de estado sólido. Seu preço atual, contudo, é proibitivo pelo menos até meados da próxima década.

 

 

 

 

ALTA RODA

 

CORRELAÇÃO e diferença de preços entre veículos novos e usados estão-se mostrando fator mais importante na decisão de compra do que se pensava inicialmente. Segundo o consultor Ari Kempenich, pessoas estão evitando o transporte público e procuram adquirir um veículo usado, o que pressiona seu preço. “Esse novo patamar dificilmente voltará à realidade pre-Covid, pois mesmo que o dólar caia muito, o preço dos novos não deverá recuar, o que implica manter o preço dos usados nos patamares atuais”, explica.

 

TRAILBLAZER 2021 chega agora com a mesma frente da S10 High Country, porém duas barras cromadas na grade dão certa elegância ao modelo. Manteve configuração única de sete lugares. Todo o aparato de segurança ativa e passiva é o mesmo da picape, incluindo frenagem automática de emergência e detecção de pedestre. Apenas com motor Diesel, a uma única versão Premier sai por R$ 269.850 ou 13% inferior ao modelo da Toyota equivalente.

 

HONDA Civic Si é um cupê elegante, com muita disposição para acelerar (motor turbo, 208 cv), câmbio manual de seis marchas de engates bastante precisos e capacidade ímpar de superar qualquer tipo de curva. Posição de guiar perfeita. Atrás há bom espaço para pernas e menos para cabeça. Como todo duas-portas estas são algo pesadas e longas, o que dificulta abertura em vagas apertadas. Esse lote faz parte das últimas unidades com câmbio manual importadas dos Canadá. Lá, agora, só automáticos.

 

SERVIÇO de assinatura chegou também para o segmento premium e elétricos. Grupo Osten, que atua em São Paulo, Santos e São José dos Campos, oferece o BMW i3 por cerca de R$ 7 mil mensais, por três anos e utilização de 1.000 km por mês. No caso do Jaguar I-Pace, são R$ 11,5 mil mensais, também por três anos e franquia igual.

 

 

 

 

 

 

 

 

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