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INFORMAÇÃO E SERVIÇOS PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS

POSTO HOJE É ENVIADA SEMANALMENTE A DIRIGENTES DE POSTOS DE COMBUSTÍVEIS E LOJAS DE CONVENIÊNCIA

12/07/19

 

Startup ajuda pequenos postos de gasolina a comparar preços e solicitar crédito

 

Quem para em um posto para abastecer um veículo não imagina, mas trazer o combustível até as bombas exige um trabalho complexo. Da pesquisa de preços ao transporte, sobram etapas e falta conveniência, especialmente para os postos pequenos. Sem grandes fluxos de caixa ou transportadoras próprias, muitos ficam limitados a um ou dois fornecedores que oferecem condições mais viáveis. Mas se depender do empreendedor Pedro Henrique Oliveira, o processo todo pode ser diferente. Ele é um dos fundadores da Pronto Combustíveis, aplicativo que permite pesquisar preços, fazer as compras e até solicitar crédito. A plataforma também conecta os estabelecimentos a caminhoneiros ou transportadoras quando necessário. Com isso, ela abre caminhos para os negócios menores e também economiza tempo para os maiores. A grande sacada foi levar tecnologia a um nicho que, segundo Oliveira, estava carente de inovações. "A última tinha sido o uso do WhatsApp" diz ele.

Leia mais em: https://revistapegn.globo.com/Startups/noticia/

 

YPBF quer fatia da Petrobrás no Gasbol

 

A petroleira boliviana YPFB quer disputar a fatia da Petrobrás no gasoduto Bolívia-Brasil (Gasbol). A estatal brasileira vai vender a participação de 51% do gasoduto que interliga os dois países. Se ao menos parte dessa parcela ficar com a YPFB, ela passará a ter o controle da rede de transporte, o que enxerga como oportunidade para fortalecer sua presença no mercado brasileiro, sem intermediários. “A possibilidade de ter mais presença no mercado brasileiro permitirá à YPFB encarar negociações para comercializar gás natural diretamente com distribuidoras e indústrias privadas, no Sudeste, evitando a intermediação de terceiros”, afirmou Luis Alberto Poma Calle, gerente de Regulação da Gas Transboliviano (GTB), subsidiária da YPFB. A declaração foi divulgada pelo Ministério de Minas e Energia da Bolívia. “Para a YPFB, a oportunidade permitirá o fortalecimento do plano de expansão e internacionalização pelo continente”, disse. A venda de participação no Gasbol faz parte do acordo firmado entre a Petrobrás e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para abrir o setor de gás natural à concorrência. A estatal brasileira também vai vender fatias na NTS e na TAG, outras transportadoras das quais participa. Deve ainda sair do negócio de distribuição de gás natural em 20 Estados.

Leia mais em: https://www.portosenavios.com.br/noticias/geral

 

Rio assina acordo para retirar veículos movidos a combustíveis fósseis até 2030

 

O prefeito da cidade do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, assumiu hoje (ontem) o compromisso de implementar uma série de medidas ambiciosas para transformar o Rio de Janeiro em uma cidade mais verde, mais saudável e mais próspera. Ao assinar a Declaração de Ruas Livres de Combustíveis Fósseis da C40, a cidade do Rio de Janeiro se compromete a adquirir apenas ônibus de zero emissões nos contratos e concessões assinados a partir de 1º de janeiro de 2025; e a garantir que uma importante área da cidade seja transformada em uma zona de zero emissões até 2030. Essas políticas foram criadas com o propósito de combater a poluição atmosférica, melhorar a qualidade de vida para todos os cidadãos e ter ações direcionadas ao combate de mudanças climáticas. O transporte no Rio de Janeiro representa 33% de todas as emissões de gases do efeito estufa e libera mais de 75% de poluentes atmosféricos altamente perigosos que causam doenças respiratórias e cardíacas, mortes precoces e internamentos em hospitais.

Leia mais em: https://www.ambienteenergia.com.br/index

 

Petrobras inicia fase não vinculante de venda de fatia na argentina Mega

 

SÃO PAULO (Reuters) - A Petrobras iniciou a chamada fase não vinculante do processo para venda de sua participação de 34% na Compañia Mega SA, na Argentina, informou a estatal em comunicado na quinta-feira. A Mega processa gás natural e fraciona seus líquidos (etano, propano, butano e gasolina natural), com uma planta com capacidade para mais de 40 milhões de metros cúbicos por dia e uma unidade de fracionamento de líquidos de gás natural com capacidade de até 5 milhões de m³/dia. Os habilitados para a nova fase do processo de desinvestimento receberão instruções, incluindo sobre como apresentar suas propostas iniciais pelo ativo, acrescentou a Petrobras. A estatal brasileira tem como sócios na Mega a Repsol YPF e a Dow Chemical.

Fonte: https://economia.uol.com.br/noticias/reuters/

 

Volkswagen encerra produção do Fusca após 81 anos

 

A Volkswagen acaba de encerrar uma história iniciada há 81 anos e deu origem à marca. Hoje (10), a última unidade do Fusca deixou a fábrica de Puebla, no México. O modelo ficou conhecido pelo nome de Beetle (besouro) no mundo todo. No início da tarde de hoje (10), por meio da conta da Volkswagen mexicana no Twitter, a imagem do último Fusca deixando a linha de produção. O carro, da série especial Last Edition, é da versão cupê, com teto rígido. O Beetle conversível já havia deixado de ser feito. O Beetle Last Edition tem detalhes cromados, espelhos da cor da carroceria e limpadores de faróis com jatos d’água aquecidos, entre outros diferenciais. De série, o Fusca tem partida por botão, volante multifuncional revestido de couro e pedais feitos de alumínio. Há ainda central multimídia. O motor é um 2.0, com turbo, a gasolina. O quatro-cilindros gera 180 cv de potência e 25,4 mkgf de torque. O câmbio é automático de seis velocidades. A tração é na dianteira. Desde a segunda geração, que surgiu em 1998 e foi batizada de New Beetle, o carro utiliza a plataforma do Golf. Até então, o Fusca tinha motor de quatro cilindros do tipo boxer – com cilindros horizontais opostos. A refrigeração era a ar.

Leia mais em: https://jornaldocarro.estadao.com.br/fanaticos/fim-vw-fusca-81-anos/

 

Ações da Refinaria de Manguinhos sobem 15%; em julho, alta é de 435%

 

As ações da Refinaria de Petróleos de Manguinhos (Refit/RPMG3) apresentavam alta de 15,88% por volta das 13h38 desta quarta-feira (10), com cotação a R$ 9,85. Apenas em julho, a valorização da Refinaria de Petróleos de Manguinhos já ultrapassa 435%, considerando o fechamento do dia 28 de junho de R$ 1,84. Na última sexta-feira (5), a pedido da B3 (Brasil, Bolsa, Balcão), a refinaria manifestou-se sobre a significativa valorização de seus papéis. Conforme a empresa, o interesses dos investidores “devem estar relacionados ao momento de mudança na política governamental de produção e distribuição de combustível no Brasil”. Ainda no comunicado, a refinaria também apontou que as transformações que estão sendo estudadas e que deverão ser impostas ao mercado de combustíveis brasileiro se tornarão responsáveis pela ampliação da concorrência e vão “propiciar a real abertura do mercado”. “Nesse sentido, a Refit, como uma das poucas refinarias de petróleo privadas do país, assume o protagonismo em reafirmar a necessidade de alterações normativas para a real e necessária abertura do mercado de produção e distribuição no País. Especialmente no que diz respeito às normas que impõem a tutela regulatória de fidelidade à bandeira e a impossibilidade de venda direta dos combustíveis das produtoras aos revendedores”, finalizou a empresa.

Fonte: https://www.sunoresearch.com.br/noticias/

 

ALTA RODA

Fernando Calmon

 

Fernando Calmon é engenheiro e jornalista especializado no setor automobilístico desde 1967, quando produziu e apresentou o programa 'Grand Prix' na TV Tupi, no ar até 1980. Dirigiu a revista AutoEsporte por 12 anos e foi editor de automóveis das revistas O Cruzeiro e Manchete. Entre 1985 e 1994, produziu e apresentou o programa 'Primeira Fila' em cinco redes de TV. A coluna Alta Roda, criada em 1999, é publicada semanalmente na internet. Calmon também atua como consultor em assuntos técnicos e de mercado na área automobilística, e como correspondente para o Mercosul do site inglês just-auto. E-mail: fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

 

Sem alternativa

 

Um acordo que demorou 20 anos para ser fechado finalmente aconteceu. Mercosul e União Europeia concordaram em iniciar um processo de retirada de barreiras tributárias e administrativas em direção ao livre comércio. Trata-se da maior abertura ao exterior do País em toda sua história econômica, envolvendo 27 países (sem contar o Reino Unido) da Europa e quatro do Cone Sul.

 

No caso específico de automóveis e comerciais leves, que representam 94% de todos os veículos vendidos aqui, o impacto será grande, mas não imediato. Na realidade, as tarifas de importação dos produtos motorizados europeus só estarão zeradas dentro de aproximadamente 17 anos.

 

Para começar, estimam-se dois anos para aprovação em todos os 31 parlamentos nacionais envolvidos. Em seguida, os europeus poderão enviar ao Brasil 32.000 automóveis anualmente, durante sete anos, com desconto de 50% sobre os 35% do atual imposto de importação (II). Acaba, então, o regime de cotas.

 

A seguir um período de oito anos de redução do II, obedecendo a uma escala de redução anual, sem cotas: 28,4%; 21,7%; 15%; 12,5%; 10%; 7,5%; 5%; 2,5%. Pode parecer estranho, mas é isso mesmo. Após sair do regime de cota fixa e 17,5% de II, o período de livre importação começa com alíquota de 28,4% até a eliminação no 16º ano.

 

Descrição: https://www.teslarati.com/wp-content/uploads/2018/09/mercedes-benz-eqc-e1536843010559.jpg

 

No fluxo oposto, os europeus impõem taxa de 10% de II, mas o Brasil não exporta, atualmente, para lá (já o fez com VW Fox, entre outros). Essa alíquota será zerada em intervalo bem curto, ainda por estabelecer. Está aí uma oportunidade para o País na faixa de automóveis e SUVs compactos, caso a lição de casa ocorra conforme se supõe.

 

Aliás, não há alternativa nos próximos 15 anos para a indústria automobilística aqui instalada sobreviver com um mínimo de dignidade e peso específico. O tempo é suficiente para rebaixar drasticamente o Custo Brasil e suas deficiências bem diagnosticadas: burocracia geral e fiscal sufocante, alta carga tributária, infraestrutura e logística da pior qualidade, ambiente ruim de negócios, descontrole dos gastos públicos, etc.

 

Aspecto interessante do acordo é o reconhecimento mútuo dos regulamentos técnicos (segurança, emissões e outros). Tornam os produtos europeus ainda mais competitivos, enquanto modelos dos EUA, Canadá, Coreia do Sul e até da China perderão atratividade. Há, no entanto, negociações em vista com os três primeiros dos quatro.

 

Também, a partir de agora, o Mercosul deve parar de brincar. Desde 1991 o comércio livre estava previsto. Mas, até o momento, o Brasil para cada US$ 1,50 exportado à Argentina tem que obrigatoriamente importar US$ 1, sem incidência de II. Esse assunto arrastado por quase três décadas exige uma solução. Cada país tem que se especializar em modelos específicos para ganhar escala de produção e aumentar poder de competição internacional.

 

Estratégias de todas as 20 marcas com instalações industriais hoje no Brasil precisam ser revistas desde já. Pode significar nível de investimentos para cima ou para baixo. Os que forem suficientemente rápidos farão do limão uma limonada. Quem vai ganhar mesmo é o consumidor graças à abertura do País para o mundo.

 

RODA VIVA

 

ESTUDO divulgado pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos) constatou: faixa etária a apresentar maior crescimento no financiamento de carros e motos, no primeiro trimestre deste ano, foi entre 18 e 25 anos, com 8,5%. É bem superior à média de 3,5% do mercado total. Muito diferente das afirmações que jovens vêm perdendo interesse pela compra de veículos.

 

FINALMENTE, Denatran estabeleceu a inserção no Certificado de Licenciamento e Registro de Veículos da ressalva sobre o não atendimento de recall. Essa providência aumentará de forma substancial (de 40% para até 90%) a eficácia das campanhas de segurança. Muitos não são atingidos por comunicados públicos, em especial segundo ou terceiro dono do carro.

 

FCA colocou um pé no passado e outro no futuro. Logo depois de destacar os 40 anos do primeiro carro 100% a etanol produzido no Brasil (recebeu em comodato o Fiat 147 guardado pelo Ministério da Fazenda, em Brasília), anunciou o início das atividades do Centro de Classe Mundial, em Betim (MG). Um laboratório da indústria 4.0 que é firme aposta no futuro.

 

MERCEDES-BENZ exibiu em evento discreto, em São Paulo, o seu primeiro modelo 100% elétrico. Trata-se do EQC 400, um SUV de dimensões equivalente ao GLC, com 408 cv, 77,6 kgfm, quase 2,5 toneladas de massa, tração integral (um motor para cada eixo) e autonomia média de 450 km. A empresa, no entanto, não divulgou data de estreia aqui, nem estimativa de preço.

 

RELATÓRIO do Sindipeças mostra que índice de 4,7 habitantes por veículo no Brasil estagnou entre 2016 e 2018. Reflexo da crise econômica e da lenta recuperação das vendas em relação ao ano recorde de 2012. Referência só não piorou porque a população tem crescido a taxas menores. Estado de São Paulo concentra 30% da frota brasileira de 44 milhões de veículos.

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