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INFORMAÇÃO E SERVIÇOS PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS

POSTO HOJE É ENVIADA SEMANALMENTE A DIRIGENTES DE POSTOS DE COMBUSTÍVEIS E LOJAS DE CONVENIÊNCIA

14/11/19

 

Petróleo Brent deve ficar em média em US$ 60 o barril em 2020, prevê DoE

 

O Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) dos Estados Unidos afirma, em seu relatório de curto prazo sobre o setor de energia, que o preço do barril do petróleo tipo Brent deve ficar em média em US$ 60 em 2020, inferior à média de US$ 64 projetada para 2019. O petróleo WTI, por sua vez, deve ficar em média US$ 5,50 mais barato (US$ 54,50) que o Brent ao longo de 2020, informa ainda o órgão.O DoE diz que, baseando-se em dados preliminares e em seus modelos, estima que os Estados Unidos tenham exportado 140 mil barris por dia (bpd) a mais de petróleo e derivados em setembro do que importou. Em outubro, as exportações totais excederam as importações em 550 mil bpd. Caso os números se confirmem, o DoE diz que será a primeira vez em que os EUA exportaram mais petróleo do que importaram desde o início desses registros, em 1949.

Leia mais em: https://www.dci.com.br/mundo/petroleo-bre

 

Mubadala é um dos interessados em refinarias Petrobras

 

O Mubadala Investment, a Raízen e a Ultrapar Participações estão entre as empresas que apresentaram ofertas não-vinculantes para adquirir refinarias da Petrobras, segundo pessoas próximas ao processo. A Raízen está entre as empresas que manifestaram interesse em adquirir mais de uma das quatro refinarias – Rlam, Rnest, Repar e Refap – que estão sendo vendidas, disseram as pessoas, que pediram para não serem identificadas porque as informações não são públicas. As ofertas vinculantes, incluindo preço, são esperadas para março, disseram elas. A venda das plantas pela Petrobras é a primeira fase do desinvestimento planejado de oito de suas 13 refinarias. A medida foi tomada para acabar com o monopólio virtual do refino de petróleo no Brasil e abrir um dos maiores mercados de combustíveis do mundo para o setor privado. A Petrobras, o Mubadala e o Ultra não responderam imediatamente a pedidos de comentário. A Raízen, joint venture entre a Cosan e a Royal Dutch Shell, não quis comentar. A diretora financeira da Petrobras, Andrea Almeida, disse na semana passada que a empresa espera que o processo de vendas seja concluído em 2021. O presidente Roberto Castello Branco disse que mais de 20 empresas interessadas em analisar a possibilidade de fazer ofertas assinaram previamente termos de confidencialidade. As oito plantas, junto com dutos e instalações de armazenamento, podem valer até US$ 15 bilhões, afirmou Castello Branco anteriormente.

Leia mais em: https://moneytimes.com.br/mubadala-e-um-d

 

Volvo planeja instalar 500 pontos de recarga para carros elétricos no Brasil

 

A montadora sueca Volvo investe R$ 5 milhões na instalação de 500 postos de recarga para carros híbridos e 100% elétricos no Brasil. Para atingir o objetivo, a empresa tem estabelecido parcerias com redes de shoppings e estacionamentos. Segundo Luis Rezende, responsável pelas operações da Volvo Cars na América Latina, a fabricante fornece o carregador e sua instalação. O custo da energia é bancado pelo estabelecimento que recebe o equipamento. A iniciativa é parte do plano de eletrificação da montadora, que prepara o lançamento de novos carros aptos a rodar com eletricidade ou gasolina. O próximo a chegar às lojas será o XC40 T5 Hybrid, com estreia prevista para o primeiro trimestre de 2020. A versão 100% elétrica desse modelo será lançada no mercado nacional em 2021. Além da Volvo, as fabricantes BMW, Nissan e Volkswagen trabalham na expansão da rede de recarga no Brasil, também por meio de parcerias. “Já existe um ponto de recarga a cada 10 quilômetros em São Paulo.

Leia mais em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/economia/

 

 

Petrobras inicia venda de ativos no Uruguai

 

A Petrobras iniciou a etapa de divulgação da oportunidade (teaser) referente à venda de seus negócios de distribuição de combustíveis, lubrificantes e fertilizantes no Uruguai. Nesse projeto, a companhia tem o objetivo de vender 100% das ações detidas pela Petrobras Uruguay Sociedad Anónima de Inversiones (PUSAI), subsidiária da Petrobras, na Petrobras Uruguay Distribuición S.A. (PUDSA), empresa que atua no segmento de distribuição no país.  O teaser, que contém as principais informações sobre a oportunidade, bem como os critérios de elegibilidade para a seleção de potenciais participantes, está disponível no site da Petrobras: https://investidorpetrobras.com.br/pt/resultados-e-comunicados/teasers . As principais etapas subsequentes do projeto serão informadas oportunamente ao mercado. Esta operação está alinhada à otimização do portfólio e à melhoria de alocação do capital da companhia, visando a geração de valor para os nossos acionistas. A presente divulgação está de acordo com a Sistemática para Desinvestimentos da Petrobras. Fonte: Imprensa Petrobras.

 

Projeto revoga autorização de empresa que fraudar combustível

 

O Projeto de Lei 4881/19 prevê a revogação da autorização de estabelecimentos que reincidentemente distribuam, adquiram, comercializem, transportem ou estoquem derivados de petróleo, gás natural e biocombustíveis em desacordo com as normas vigentes. A proposta, do deputado Tiago Dimas (Solidariedade-TO), tramita na Câmara dos Deputados. Pelo texto, os responsáveis pela empresa e seus sócios controladores ficarão proibidos de exercer a atividade por 30 anos. Atualmente, essa proibição é de cinco anos e vale apenas para os responsáveis pela empresa. O objetivo é evitar a atividade dos fraudadores de combustíveis. “Embora haja uma legislação destinada a impor sanções aos maus empresários que se aventuram na busca de lucros fáceis, as penalidades ainda são brandas, possibilitando a esses aventureiros colher por muito tempo seus lucros, em prejuízo dos consumidores brasileiros”, afirma Dimas.

Leia mais em: https://www.camara.leg.br/noticias/612223

 

 

 

ALTA RODA  Nº 1.071

Fernando Calmon

 

Fernando Calmon é engenheiro e jornalista especializado no setor automobilístico desde 1967, quando produziu e apresentou o programa 'Grand Prix' na TV Tupi, no ar até 1980. Dirigiu a revista AutoEsporte por 12 anos e foi editor de automóveis das revistas O Cruzeiro e Manchete. Entre 1985 e 1994, produziu e apresentou o programa 'Primeira Fila' em cinco redes de TV. A coluna Alta Roda, criada em 1999, é publicada semanalmente na internet. Calmon também atua como consultor em assuntos técnicos e de mercado na área automobilística, e como correspondente para o Mercosul do site inglês just-auto. E-mail: fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

 

Etanol é alternativa válida

 

Agora em 2019 comemoram-se os 40 anos do protocolo entre o Governo Federal e a indústria automobilística que deu origem aos primeiros carros 100% movidos a álcool, cujo primeiro a receber um certificado foi um Fiat 147. Posteriormente, deu-se conta de que há quatros tipos de álcool – metanol, etanol, butanol e propanol – e no Brasil se chegou a usar uma mistura de metanol, etanol e gasolina (batizada de MEG), no início dos anos 1990, por curto período. Então se decidiu, adiante, por etanol (abreviado pela letra E) como nome correto. A sigla usada no mundo passou a ser E100 (puro) e E85, E27 ou E10 para indicar o percentual de sua mistura com a gasolina.

 

Durante a 19ª Conferência Internacional Datagro, no fim do mês passado em São Paulo, foi anunciado outro marco de grande importância. Em 24 de dezembro próximo começa a embalar o programa Renovabio com a regulamentação dos créditos de descarbonização (captura de CO2 ou gás carbônico precursor de aquecimento da atmosfera e mudanças climáticas). Conhecidos pela sigla CBio e precificados em bolsa de valores, estes créditos comercializáveis estimularão as usinas de etanol a produzir de forma mais eficiente, focadas na descarbonização e boas práticas de balanço energético e ambiental. Em médio prazo o CBio poderá tornar mais competitivo o preço do combustível verde frente à gasolina.

 

Por outro lado, em razão do programa Rota 2030 também surgirão progressos nos motores flex quanto à economia de combustível e menores emissões. Há metas rígidas de redução de poluentes controláveis e do próprio CO2. No futuro, motores híbridos otimizados para 100% de etanol de cana (neutro em carbono no ciclo de vida) poderão ser alternativa aos elétricos a bateria no Brasil.

 

Descrição: https://abrilquatrorodas.files.wordpress.com/2019/11/mini_cooper_clubman_006.jpg?quality=70&strip=info&w=1024&h=683

 

Há outra possibilidade. Pilhas a hidrogênio geram eletricidade para carros elétricos. A partir de etanol no tanque de combustível, sem mudar nada da infraestrutura de abastecimento, um reformador a bordo transforma o combustível vegetal em hidrogênio. No final deste mês, a Nissan assinará convênio com o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN) da Universidade de São Paulo. O grande avanço é eliminar o reformador e o IPEN não só aceitou o desafio, como terá apoio da marca japonesa.

 

Tração elétrica continua a ser tanto solução quanto problema, neste caso pelo alto preço e outros desafios das baterias, inclusive de infraestrutura de recarga e origem nem sempre limpa da eletricidade. Agora mesmo a Alemanha decidiu aumentar os subsídios para carros elétricos até 2025. Ao mesmo tempo em que isso foi saudado pela indústria e por ambientalistas, desnuda outra realidade: os consumidores não vinham mostrando interesse firme, pois incertezas continuam.

 

Comprar um automóvel pelo dobro do preço é decisão difícil em qualquer lugar. De outro lado, ninguém garante que os atuais impostos pesados sobre combustíveis não serão transferidos depois para as tarifas de eletricidade com impacto sobre custo total de propriedade. Manutenção de um elétrico é, de fato, bem mais baixa, porém a substituição ou reforma das baterias depois de 8 a 10 anos de uso, teria de cair muito de preço para não anular a economia esperada.

 

RODA VIVA

 

OUTUBRO foi mês de boas vendas no mercado interno, mas no acumulado do ano está ligeiramente abaixo da previsão da Anfavea, que espera crescimento de 9,1% em 2019 sobre 2018. Segundo a entidade, há razões para esperar crescimento também em 2020. Já é possível encontrar crédito com juros de 10% a 12% ao ano (padrão, 19%) para os melhores clientes.

 

ERRO de calibração levou à detonação e daí à pré-ignição ocasionando à ruptura de pistão, biela e bloco, seguida de forte vazamento de óleo e incêndio em unidade do novo Onix Plus no Maranhão. Recall começa no próximo dia 18 envolvendo todos os veículos em circulação e em estoque. Antes da nova geração do Onix sedã a GM não produzia motores turbo no Brasil.

 

HYUNDAI HB20 sedã, na versão de topo Diamond Plus, mostrou importante subida de nível geral nessa segunda geração. Motor turbo 1-litro, 3-cilindros tem ótimas respostas e baixo nível de ruído e vibração. Melhorou muito o espaço no banco traseiro. Primeiro carro nacional com frenagem autônoma emergencial. Acabamento de boa qualidade inclui até maçanetas cromadas.

 

STATION CLUBMAN e crossover Countryman, da grife John Cooper Works, são produtos de alto desempenho da britânica MINI. Ambos têm motor turbo de 306 cv e tração 4x4. Interior encanta pela originalidade e bancos bem projetados. Embora o crossover (R$ 239.990) deva vender mais que a station (R$ 219.990), esta impressiona por extraordinária rapidez em curvas.

 

QUANDO aprovado no Congresso em até 120 dias, o brasileiro não pagará mais o seguro obrigatório DPVAT. Indenizações de baixo valor, fraudes recorrentes e descontrole administrativo da Seguradora Líder levaram o sistema ao descrédito. Todo motorista deve se preocupar agora com seguro próprio a favor de terceiros. Haverá grande concorrência entre seguradoras.

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