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INFORMAÇÃO E SERVIÇOS PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS

POSTO HOJE É ENVIADA SEMANALMENTE A DIRIGENTES DE POSTOS DE COMBUSTÍVEIS E LOJAS DE CONVENIÊNCIA

05/12/2019

 

Recap comemora aprovação de Audiência Pública sobre políticas comerciais das distribuidoras

 

A Audiência Pública solicitada pelo deputado Elias Vaz para “tratar das Políticas Comerciais e de Precificação das Principais Distribuidoras de Combustíveis do País e seus Efeitos à Competitividade do Setor” foi aprovada hoje e entrará na pauta da Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados. O Recap havia se mobilizado junto à Federação para aprovação do requerimento e ontem, enviou um e-mail a cada um dos deputados reforçando a importância dessa discussão para todo o país, reiterando assim seu apoio para que o assunto fosse colocado na pauta. A aprovação dessa audiência vem, portanto, como um resultado de grande relevância, principalmente para o setor diante da pauta apresentada pelo deputado, com foco nas questões de exclusividade de contratos, discriminação de preços por companhias distribuidoras e competitividade. Ainda não há data definida para a reunião, mas o Recap, de antemão, informa que manterá seus associados e revendedores informados. Fonte: Informativo Recap.

 

MPF pede à Justiça que ANP libere postos para comprar etanol diretamente das usinas

 

O Ministério Público Federal (MPF) em Santa Catarina ajuizou ação civil pública na Justiça Federal de Joaçaba (SC) requerendo que a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) deixe de obrigar postos a adquirir o etanol combustível exclusivamente das distribuidoras autorizadas. A ação tenta liberar que o comércio varejista compre o produto diretamente das usinas produtoras. O procurador da República Anderson Lodetti de Oliveira, que assina a ação, afirma que a obrigatoriedade, imposta pela ANP ofende, de forma injustificada e desarrazoada, os princípios constitucionais da ordem econômica, especialmente a livre iniciativa, a concorrência e a proteção do consumidor, e ainda contra a eficiência do sistema econômico. “O pedido da ação civil pública é para que os produtores de etanol combustível possam vender aos postos varejistas que tiverem interesse na aquisição direta. Aqueles que preferem a compra dos distribuidores poderão também fazê-lo porque o objetivo é justamente garantir o livre mercado”, esclarece o representante do MPF em Caçador (SC).

Leia mais em: https://diariodopoder.com.br/mpf-pede-a

 

Diferença do novo plano de negócios da Petrobras é maior resiliência, diz diretor

 

O diretor de Relações Institucionais da Petrobras, Roberto Ardhenguy, disse nesta quarta-feira, 4, que a maior diferença do Plano de Negócios da Petrobras anunciado recentemente para os anteriores é a maior resiliência que a empresa terá em seus projetos. “O petróleo pode chegar a US$ 50 que os projetos continuam”, disse Ardhenguy após evento no Rio da Lide RJ, que reúne os principais empresários do Rio. Ele afirmou que a Petrobras está conseguindo cada vez mais reduzir os custos de exploração e produção, seu maior negócio, e que um poço no pré-sal que levava 300 dias para ser perfurado a um custo de quase US$ 300 milhões, hoje custa cerca de US$ 90 milhões e fica pronto em 100 dias. “O primeiro poço do pré-sal custou US$ 268 milhões e levou 300 dias para ficar pronto. Graças ao avanço da tecnologia, hoje leva 90 dias e custa US$ 90 milhões, e a tecnologia não tem limite”, disse ele, indicando que os custos poderão ser ainda mais reduzidos. O diretor de Relações Institucionais da Petrobras afirmou que os maiores ativos da Petrobras, fora os campos do pré-sal, já foram vendidos, e que agora o maior volume de recursos virá da venda das oito refinarias da estatal incluídas no novo Plano de Negócios 2020-2024, detalhado nesta quarta-feira em Nova York.

Leia mais em:  https://www.istoedinheiro.com.br/diferenc

 

Demanda por etanol já supera a da gasolina

 

O consumo de etanol já supera o da gasolina e tende a crescer mais. Em 2018, a demanda pelo biocombustível no Brasil chegou a 33,7 bilhões de litros. Já o consumo de gasolina ficou em 26,5 bilhões de litros. As informações estão em levantamento de Marcelo Gauto, especialista em petróleo, gás e energia, disponibilizado em seu perfil no LinkedIn. O trabalho de Gauto emprega dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). “A demanda por etanol no Brasil já é maior do que a de gasolina e deve aumentar ainda mais por conta do RenovaBio“, destaca ele. A Política Nacional de Biocombustíveis, ou RenovaBio, entra em vigor no próximo dia 24 deste mês de dezembro e reconhece os biocombustíveis (etanol, biodiesel, entre outros) como redutores da emissão de gases de efeito-estufa. O levantamento de Gauto revela que em 2018 a capacidade instalada de gasolina tipo A (produzida nas refinarias, sem a adição de etanol) era de 30 bilhões de litros. A produção ficou em 24,9 bilhões de litros. O país conta com 15 refinarias. Já as 384 unidades produtoras de etanol hidratado, conforme Gauto, tinham em 2018 capacidade instalada de 42 bilhões de litros. Elas produziram 33 bilhões de litros do biocombustível no ano passado.

Fonte: https://jornalcana.com.br/demanda-por-etanol

 

Ultrapar aprova investimento de R$ 1,7 bi para 2020; foco é em expansão de postos

 

A Ultrapar (UGPA3) aprovou hoje (ontem) o seu plano de investimentos para 2020 no valor de R$ 1,771 bilhão. Uma parcela de 49% (R$ 873 milhões) desse valor vai para a Ipiranga, sendo que um percentual de 60% deste montante do limite aprovado para a empresa será voltado para a expansão da rede de postos e da infraestrutura de abastecimento, a partir da construção de duas novas bases de operação e das concessões obtidas neste ano em Belém (PA), Cabedelo (PB) e Vitória (ES). Os outros 40% estão voltados para a manutenção e modernização de suas atividades, principalmente em renovação de contratos com revendedores, infraestrutura logística e tecnologia para apoiar as operações.

Leia mais em: https://moneytimes.com.br/ultrapar-aprova

 

BNDES aprova financiamento de caminhões elétricos

 

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou a aprovação de um financiamento para desenvolvimento e fabricação de caminhões elétricos no país no valor de R$ 88,6 milhões. Os recursos serão destinados à VW Caminhões e Ônibus, do grupo Volkswagen que vai desenvolver o plano de inovação do veículo elétrico na fábrica localizada em Resende (RJ). O empréstimo do BNDES corresponde a 80% do investimento total do projeto, de R$ 110,8 milhões. O objetivo da instituição é apoiar a engenharia nacional no desenvolvimento de caminhões elétricos para o transporte urbano de cargas, seguindo uma tendência mundial na área da mobilidade. A expectativa é que o financiamento contribuia também para a geração e manutenção de empregos qualificados. Fonte: Agência Brasil.

 

Por que a revolução do carro elétrico pode demorar mais do que o previsto?

 

Um relatório divulgado pelo MIT diz que os veículos elétricos podem demorar mais de uma década — ou nunca atingir o mesmo preço do que os movidos a gasolina, se tiverem baterias de íon-lítio (a tecnologia de armazenamento de energia que alimenta parte dos produtos eletrônicos de consumo atuais). Elas são caras e representam cerca de um terço do custo total da fabricação do carro. O resultado contradiz outros grupos de pesquisa, que concluíram que os veículos elétricos poderiam alcançar paridade de preço com os movidos a gasolina nos próximos cinco anos. No entanto, a diferença de preço prevista no relatório do MIT pode impedir que as pessoas façam a migração para veículos de menor emissão — exigindo que os governos aumentem subsídios ou adotem medidas mais rigorosas para aumentar a compra de veículos elétricos.

Leia mais em: https://epocanegocios.globo.com/Tecnol

 

Produção de petróleo do pré-sal cresce 4,6% de setembro para outubro

 

A produção de petróleo extraído da camada pré-sal cresceu 4,6% em outubro deste ano, na comparação com o mês anterior. Em relação a outubro de 2018, a alta chegou a 30,1%. No total, foram produzidos 2,39 milhões de barris de óleo equivalente (unidade de medida que inclui gás e petróleo), entre eles 1,9 milhão de barris de petróleo e 77,6 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia. Essa produção diária corresponde a 63,1% do total de petróleo e gás produzidos no país. Os dados foram divulgados hoje (2) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Considerando-se todos os campos de petróleo (pré-sal, pós-sal e terrestres), a produção nacional ficou em 3,79 milhões de barris de óleo equivalente, sendo 2,96 milhões de barris de petróleo e 132 milhões de metros cúbicos de gás natural. A produção de petróleo registrou um aumento de 1,3% em relação ao mês anterior e de 13,4% em relação a outubro de 2018, enquanto a de gás natural registrou um aumento de 2,1% em relação ao mês anterior e de 12,4% na comparação com outubro de 2018. Os campos operados pela Petrobras produziram 92,9% do petróleo e gás do país. Fonte: Agência Brasil.

 

ALTA RODA  Nº 1.074

Fernando Calmon

 

Fernando Calmon é engenheiro e jornalista especializado no setor automobilístico desde 1967, quando produziu e apresentou o programa 'Grand Prix' na TV Tupi, no ar até 1980. Dirigiu a revista AutoEsporte por 12 anos e foi editor de automóveis das revistas O Cruzeiro e Manchete. Entre 1985 e 1994, produziu e apresentou o programa 'Primeira Fila' em cinco redes de TV. A coluna Alta Roda, criada em 1999, é publicada semanalmente na internet. Calmon também atua como consultor em assuntos técnicos e de mercado na área automobilística, e como correspondente para o Mercosul do site inglês just-auto. E-mail: fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

 

Onix surpreende por

equipamentos e preço

 

Segunda geração do Chevrolet Onix não deve ter muita dificuldade de manter sua posição de liderança de cinco anos no mercado brasileiro. É mais provável até que consiga aumentar, pois a versão anterior continua em linha, como Onix Joy, e entrará nas estatísticas de vendas para robustecer os números. O hatch é um pouco menor que o sedã (Onix Plus) internamente pela distância entre eixos 5 cm mais curta. Mas espaço atrás continua melhor que na primeira geração e rivaliza com um dos principais concorrentes, o VW Polo.

 

O novo Onix apresenta um comportamento geral acima da média. A fábrica teve o cuidado de calibrar suspensões e direção mais voltada ao prazer de dirigir, sem torná-lo desconfortável em relação ao Onix Plus. Curiosamente, o hatch em sua versão de topo Premier pesa apenas 4 kg a menos que o sedã, 31 cm mais comprido.

 

A estratégia do projeto Onix foi construir um carro mais leve possível e que pudesse alcançar nota máxima nos testes de colisão. Optou por dois airbags extras, do tipo cortina, que são mais baratos que aços especiais de reforço estrutural. Com isso alcançou preço competitivo e desempenho muito bom, ligeiramente superior à dupla Polo/Virtus mais potente do segmento.

 

O motor de três cilindros turboflex de 116 cv/16,8 kgfm (etanol) surpreende pelo baixo nível de ruído e vibração, além de boa integração com o câmbio automático de seis marchas. Ainda não foi possível avaliar a versão com câmbio manual também de seis marchas, mas os dados de fábrica indicam que a aceleração de 0 a 100 km/h com qualquer um dos câmbios é feita em 10,1 s, algo diferente dos padrões, inclusive do Onix Plus. O hatch também terá motor 1-litro aspirado de 82 cv/10,6 kgfm que a fabricante indica como o mais econômico no padrão Inmetro: 16,7 km/l na estrada e 13,9 km/l na cidade (gasolina). Esse motor deverá chegar entre um e dois meses ao mercado.

 

 

Como o sedã, o hatch disponibiliza um pacote de itens tecnológicos e de segurança que se destacam nesse segmento. Inclui alerta de ponto cego nos retrovisores, ar-condicionado digital, sistema de assistência para estacionar, carregamento de celular por indução, conexão wi-fi a bordo com antena dedicada e duas portas USB no dorso do console central. Mas não oferece saídas de ar-condicionado para o banco traseiro e nem frenagem autônoma de emergência como os rivais da VW e Hyundai, respectivamente.

 

Em dois aspectos o Onix da primeira geração ainda é superior ao atual: porta-malas (mais 14 litros) e tanque de combustível (10 litros). No primeiro não importa tanto, mas no segundo há real diminuição de alcance. Há excesso de plásticos duros no interior, embora contraste de cor e de textura amenize nas versões mais caras Premier. Estepe temporário e apoios de cabeça integrados aos bancos dianteiros ajudaram na redução de custos.

 

Oferecer mais equipamentos em um carro inteiramente novo pelo preço anterior surpreendeu os concorrentes. Estes esmiuçaram o novo Onix e constataram “economias” que o consumidor médio não percebe. Os preços dividem-se em 12 faixas de R$ 48.800 a R$ 72.900.

 

RODA VIVA

 

FORD confirmou que em fevereiro próximo começará a vender, na Argentina, o SUV médio Escape (lá como Kuga, seu nome na Europa) na versão híbrida. O modelo deve chegar ao Brasil também, embora a fabricante ainda não tenha anunciado.

 

MITSUBISHI começou a produzir na fábrica de Catalão (GO) o SUV-cupê Eclipse Cross para o antes menos congestionado segmento dos SUVs médios. A marca oferece agora versões mais básicas GLS e HPE por, respectivamente, R$ 129.990 e R$ 144.990.

 

MERCEDES-AMG A 35 4MATIC demonstra pegada esportiva como poucos no segmento dos hatches compactos. Estreia o motor da série 35 (sem montagem artesanal, como nos modelos maiores). Entrega 306 cv e 40,8 kgfm, além de arrancada assistida para acelerar de 0 a 100 km/h em 4,7 s. Versão de lançamento, com defletor de teto e ainda mais completa: R$ 285.900.

 

FÓRMULA aventureira Trekking, no Fiat Argo, está bem resolvida. Com 21 cm de distância mínima do solo, o carro vai bem no uso leve fora de estrada e em piso irregular. Interior apresenta acabamento cuidadoso. Motor de 1,3 litro e câmbio manual 5-marchas formam bom conjunto, apesar do curso da alavanca. Desempenho limitado pelo peso extra e pneus maiores.

 

PRIMEIRA associação mundial entre fabricante e fornecedor de autopeças para construção de um campo de provas ocorrerá no Brasil. Anunciada pela Mercedes-Benz e Bosch, ficará pronto em 2021 ao custo de R$ 70 milhões. Será alugado também a empresas interessadas em desenvolver itens de segurança, emissões, conectividade e qualquer outro teste.

 

BORGWARNER estima que, em 2023, o mundo deve produzir 5,6 milhões de veículos elétricos e híbridos por ano, cerca de 5% do volume total. Empresa fornecerá vários itens específicos, mas continuará a investir em turbocompressores que estarão em 59% dos motores a combustão em 2027. No Brasil, FCA terá motores 1,0 e 1,3 turbo em 2020.

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