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INFORMAÇÃO E SERVIÇOS PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS

POSTO HOJE É ENVIADA SEMANALMENTE A DIRIGENTES DE POSTOS DE COMBUSTÍVEIS E LOJAS DE CONVENIÊNCIA

15/01/18

 

Petrobras conclui venda de ativos no pré-sal à Total em negócio de até US$ 2,35 bi

 

Petrobras concluiu a venda de fatias nas concessões das áreas de Lapa e Iara, ambas na Bacia de Santos, para a petroleira francesa Total, como parte de uma aliança estratégica assinada anteriormente, em negócio que pode envolver US$ 2,35 bilhões. O valor pago nessas transações de venda totaliza US$ 1,95 bilhão, incluindo ajustes do fechamento da operação, informaram ambas as empresas em comunicados nesta segunda-feira (15). Esse valor, entretanto, não contempla uma linha de crédito que pode ser acionada pela Petrobras no valor de US$ 400 milhões, representando parte dos investimentos da Petrobras nos campos da área de Iara, além de pagamentos contingentes. Com o acordo, a brasileira vendeu 35% de sua fatia e a operação no campo de Lapa, no pré-sal de Santos, que iniciou produção em dezembro de 2016, permanecendo com apenas 10% do ativo, que ainda tem como concessionários a anglo-holandesa Shell (30%) e a sino-espanhola Repsol-Sinopec (25%). Além disso, vendeu à Total 22,5% da área de Iara, que contém os campos de Sururu, Berbigão e Oeste de Atapu, também no pré-sal de Santos. Nesse ativo, a Petrobras permaneceu como operadora, com 42,5% de participação, em parceria com a Shell (25%) e a portuguesa Petrogal (10%), além da Total. A produção na região de Iara está prevista para começar em 2018 nos campos de Berbigão-Sururu, por meio do FPSO P-68, com capacidade de 150 mil barris por dia, seguido de um segundo FPSO, em 2019, no campo de Atapu.

Leia mais em: https://g1.globo.com/economia/noticia/petrobras-conclui-venda-de-a

 

ANP completa 20 anos com desafio de atrair investimentos em refino e gás

 

Na transição para o consumo de fontes limpas e renováveis de energia, como a eólica e a solar, o país ainda vai consumir uma quantidade significativa de combustíveis derivados do petróleo nas próximas três ou quatro décadas. O diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Décio Oddone, estima que, para atender ao consumo crescente, as importações atuais de derivados vão dobrar nos próximos anos, para um milhão de barris diários, se o país não construir novas refinarias. A abertura efetiva do setor de refino, hoje com mais de 95% nas mãos da Petrobras, é um dos principais desafios na nova etapa da ANP, que completou 20 anos de criação em 14 de janeiro. — Se o país não atrair investimentos para produção de combustíveis (refinarias), vai aumentar a nossa dependência das importações. E teremos ainda que aumentar investimentos em logística para trazer o produto de fora — afirmou Décio Oddone. A ANP foi criada com o fim do monopólio do petróleo, a partir da Lei nº 9.478/97, para regular e fiscalizar o setor de petróleo, desde a exploração e produção até ao refino, transporte e distribuição. Nos primeiros 20 anos, houve um grande avanço nas áreas de exploração e produção, com a entrada de dezenas de empresas privadas nacionais e estrangeiras nessas atividades. Mas nas áreas de refino e gás natural, por exemplo, apesar de não ser monopólio, a Petrobras continuou dominante. Agora, segundo ele, com as dificuldades financeiras da Petrobras ficou evidente que a estatal não tem condições de investir sozinha em todo o setor como fez nas décadas passadas.

Leia mais em: https://oglobo.globo.com/economia/anp-completa-20-anos-com-desa

 

Petrobras vende por US$ 38,5 milhões plataformas que comprou por US$ 360 milhões

 

Da coluna de Ancelmo Gois, em O Globo: Dinheiro jogado fora. Por US$ 38,5 milhões cada, a Petrobras vendeu, semana passada, num leilão internacional, para a Rowan Companies, as plataformas de perfuração P-59 e P-60. Elas estavam paradas, dando prejuízo. No mercado, uma nova custa entre US$ 123 milhões e 150 milhões. Só que, em 2012, acredite, a estatal pagou por cada uma cerca de US$ 360 milhões ao consórcio Paraguaçu, formado por Odebrecht, Queiroz Galvão e UTC, todas alvos da Lava-Jato. Aliás, Dilma, então presidente, esteve no lançamento da P-59, na Bahia, e fez questão, em seu discurso, de cumprimentar o ex-presidente da estatal José Sérgio Gabrielli, “o grande gestor que propiciou a construção dessa plataforma”. Ela também elogiou o ex-diretor Renato Duque, condenado, em agosto de 2017, a 10 anos de prisão.

Fonte: http://blogs.oglobo.globo.com/ancelmo/post/petrobras-vende-por-u

 

Statoil obtém licença para perfurar 7 poços no bloco onde está descoberta de Carcará

 

A norueguesa Statoil obteve licença de operação do órgão ambiental federal do Brasil (Ibama) para perfurar sete poços no bloco BM-S-8, onde está a promissora descoberta de Carcará, no pré-sal da Bacia de Santos, segundo documento visto pela Reuters na  quinta-feira. O documento, emitido na quarta-feira, também concede aval para um teste de formação de curta duração (DST), em poço já existente, no mesmo bloco. A licença é válida por quatro anos, a contar da data em que foi emitida, segundo o Ibama, caso a empresa cumpra condicionantes determinadas pelo órgão. A Statoil é operadora e tem como parceiros no ativo a norte-americana Exxon , a portuguesa Galp e a brasileira Barra Energia, controlada pelos fundos de private equity First Reserve e Riverstone Holdings. O bloco, que ainda está em fase exploratória, era operado inicialmente pela Petrobras e, após promissoras descobertas geológicas, foi fruto de negociações bilionárias nos últimos anos, que marcaram a saída da petroleira estatal da área e a entrada de algumas das maiores petroleiras do mundo. Em julho de 2016, a Petrobras anunciou a venda para a petroleira norueguesa da operação e toda a sua fatia no bloco de 66 por cento por 2,5 bilhões de dólares. Posteriormente, a Statoil comprou a fatia de 10 por cento que a Queiroz Galvão Exploração e Produção (QGEP) detinha no bloco, por 379 milhões de dólares. Em outubro de 2017, uma área adjacente à descoberta de Carcará foi ofertada em um leilão do pré-sal e arrematada por 3 bilhões de reais por um consórcio formado por Statoil, ExxonMobil e Galp. Em seguida, as empresas concordaram em alinhar fatias acionárias na região, em um negócio de 1,55 bilhões de dólares.

Leia mais em: https://www.portosenavios.com.br/noticias/ind-naval-e-offshore/42

 

Etanol atinge 89,5% do preço da gasolina no Rio Grande do Sul

 

De acordo com o último levantamento semanal feito pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o Rio Grande do Sul é o estado brasileiro que possui a maior vantagem no uso da gasolina sobre o etanol hidratado. Entre 7 e 13 de janeiro, o preço do biocombustível atingiu 89,50% do cobrado em média pela gasolina no território gaúcho. O Estado continua com o maior preço médio do litro do etanol, de R$ 3,888, e também registrou o maior preço individual, de R$ 4,399. Na última semana, conforme a ANP, os preços do etanol subiram em 18 estados e no Distrito Federal. Em São Paulo, principal Estado produtor e consumidor, a cotação média do hidratado apresentou alta de 0,25%, de R$ 2,826 o litro para R$ 2,833. No período de um mês, os preços do combustível avançaram 4,42% nos postos paulistas. A maior alta no valor do biocombustível na semana passada, de 3,37%, foi no Amazonas. A maior baixa semanal, de 12,19%, ocorreu no Amapá. Na média dos postos brasileiros pesquisados pela ANP houve alta de 0,58% no preço do etanol na semana passada.

Leia mais em: http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/01/economia/606595-etanol-

 

Petrobrás teve economia de R$ 2,9 bi com Refis

 

Entre as empresas que receberam perdão de parte de suas dívidas no ano passado estão algumas das maiores do País, como Petrobrás, Ambev, BRF e JBS. Só a companhia dos irmãos Wesley e Joesley Batista - que estão presos desde setembro - anunciou, em outubro, que economizaria R$ 1,1 bilhão aderindo ao programa do governo. Na Petrobrás, foram três adesões que resultaram em uma economia de R$ 2,9 bilhões - 30% das dívidas renegociadas. Já a BRF teve um impacto positivo em seu resultado financeiro de R$ 220 milhões com a adesão. A Ambev não informou quanto economizou, apenas que pagaria R$ 3,5 bilhões - R$ 1 bilhão no ano passado e o restante em 145 parcelas mensais. s companhias não comentam suas adesões, mas, segundo consultores da área, elas veem no Refis uma oportunidade para encerrar ações tributárias que correm na Justiça. "As empresas já contam com o fato de que o governo lançará, a cada três ou cinco anos, um programa de parcelamento de tributos. Elas enxergam nesse sistema uma política paliativa (ao complexo sistema tributário brasileiro) e uma oportunidade para limpar a casa", diz o diretor executivo de contencioso tributário da EY (antiga Ernest Young), Murillo Villas.

Leia mais em: http://www.bonde.com.br/bondenews/economia/petrobras-teve-ec

 

  

ALTA RODA

Fernando Calmon

 

Fernando Calmon é engenheiro e jornalista especializado no setor automobilístico desde 1967, quando produziu e apresentou o programa 'Grand Prix' na TV Tupi, no ar até 1980. Dirigiu a revista AutoEsporte por 12 anos e foi editor de automóveis das revistas O Cruzeiro e Manchete. Entre 1985 e 1994, produziu e apresentou o programa 'Primeira Fila' em cinco redes de TV. A coluna Alta Roda, criada em 1999, é publicada semanalmente na internet. Calmon também atua como consultor em assuntos técnicos e de mercado na área automobilística, e como correspondente para o Mercosul do site inglês just-auto. E-mail: fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

 

A recuperação avança

 

Em 2017 o mercado brasileiro finalmente parou de cair e iniciou uma trajetória de recuperação. Em dezembro de 2016 já se esperava um ano melhor mesmo porque se completou um quadriênio de baixas consecutivas: um tombo de quase 50% sobre o ano recorde de 2012 com 3,8 milhões de automóveis e veículos comerciais (leves e pesados). O Brasil chegou a ser o quarto maior mercado do mundo e caiu para oitavo.

 

O ano passado foi em particular importante porque a produção se recuperou de forma mais rápida graças às exportações, com reflexo positivo no nível de emprego da indústria. Os 762.000 veículos enviados ao exterior marcaram um recorde histórico (mais 46,5% sobre o ano anterior). Esse volume representou 28% da produção total de 2,7 milhões de veículos. Um percentual saudável seria exportar 30% da produção, desde que o mercado interno ajudasse com números mais robustos.

 

Em 2017 venderam-se 2,240 milhões de veículos que significaram recuperação de 9,2% (a coluna tinha previsto 9% há pouco mais de um ano). Em dezembro último a média diária de comercialização foi de 10.633 unidades com apenas 31 dias de estoques totais, indicando bons ventos à frente. Em 2018, apesar de incertezas políticas e econômicas, a reação positiva continuará. Existe até uma rara coincidência sobre as previsões para este ano. Fenabrave (concessionárias) e Anfavea (indústria) estimam crescimento de 11,8% e 11,7%, respectivamente, do mercado interno de autos e comerciais. A Coluna aposta em percentual um pouco maior, 14,1%.

 

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Este ano a Anfavea prevê produção de 3,055 milhões de unidades (mais 13,2%), das quais de 800.000 exportadas (mais 5%) e mercado interno de 2,502 milhões de veículos. Percentualmente a maior recuperação (em torno de 35%) ocorrerá no mercado de importados com o final do programa Inovar-Auto, em 31 de dezembro passado. Este impunha um acréscimo de 30 pontos percentuais do IPI para um volume acima de 4.000 unidade/ano para modelos que não fossem argentinos ou mexicanos.

 

O novo programa de diretrizes para a indústria, batizado de Rota 2030 e importante por ser mais longo, incentivar pesquisa e desenvolvimento locais, além de projetar novas metas de eficiência energética para modelos nacionais e importados, teve seu anúncio postergado para fevereiro próximo. Esse conjunto de medidas será fundamental para um crescimento sustentável e, acima de tudo, previsível sem surpresas ou trancos. Se aprovado sob os termos longamente discutidos, é perfeitamente possível que em 2022 o Brasil retorne aos níveis de mercado de 2012 completando o ciclo de 10 anos perdidos. A indústria automobilística enfrentou quatro crises graves de mercado (incluindo esta) desde seu primórdio, em 1956.

 

O que se pode esperar em 2018 é um ano com muitos lançamentos, tanto de produtos locais e regionais (Argentina e México), como de outras origens. Serão mais de trinta entre inéditos ou de nova geração. Destaques para os nacionais VW Virtus, Fiat Cronos, Toyota Yaris, Citroën Cactus; os importados Ford Mustang, Audi A8, BMW X3, VW Tiguan, Kia Stonic, Volvo XC 40, Jaguar E-Pace, Honda CR-V, Jeep Wrangler e Renault Alaskan. As repaginações, também numerosas: VW Golf, Ford Ka e Honda City são apenas algumas.

 

RODA VIVA

 

PRIMEIRO SUV compacto da VW estreia no Salão do Automóvel de São Paulo, em novembro próximo, mas estará um mês antes no Salão de Paris. T-Cross terá produção simultânea no Brasil, em São José dos Pinhais (PR), e na Espanha. Mas o início de fabricação, segundo fonte da Coluna, é 1º de janeiro de 2019 com início efetivo das entregas, em março.

 

APÓS o fim do IPI adicional sobre carros importados, a Renault ainda estuda a viabilidade comercial de importar a segunda geração do seu SUV grande Koleos fabricado na Coreia do Sul. Está próximo de ser lançado na Argentina, onde a primeira geração foi importada e depois descontinuada em razão dos impostos e cotação cambial. As mesmas razões daqui.

 

COMPARTILHAMENTO de veículos, na modalidade aluguel temporário, ainda avança de forma moderada no Brasil. No entanto, a Moobie, que começou em 2015, conseguiu reunir uma comunidade de 30.000 participantes e 2.000 veículos cadastrados. Ideia, no caso, é ceder o carro por prazo determinado (em média R$ 70,00/dia) e assim ajudar despesas principalmente no começo do ano.

 

OUTRO aplicativo de compartilhamento de transporte, Zumpy, é bem avaliado em Belo Horizonte (MG) e agora lançado nacionalmente. Sua atividade se concentra em dar caronas pagas em meio urbano. Os passageiros pagam valores de R$ 4 por trajetos de até seis quilômetros, R$ 5 para viagens de seis a oito quilômetros, R$ 6 por viagens de oito a 10 quilômetros e assim sucessivamente.

 

RESSALVA: no Honda Fit 2018, avaliado pela coluna no dia a dia, falta regulagem de altura do banco do passageiro, não do motorista. Interessante seria acrescentar uma saída auxiliar para o sistema multimídia.

 

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