Logo Posto Hoje

INFORMAÇÃO E SERVIÇOS PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS

POSTO HOJE É ENVIADA SEMANALMENTE A DIRIGENTES DE POSTOS DE COMBUSTÍVEIS E LOJAS DE CONVENIÊNCIA

11/12/17

 

Produção de etanol hidratado cresce 15,4% no centro-sul em meio a vendas aquecidas

 

O centro-sul do Brasil impulsionou a produção de etanol hidratado na segunda quinzena de novembro, apesar da menor disponibilidade de cana, uma vez que as vendas do biocombustível, usado diretamente nos tanques dos veículos, continuam aquecidas. De acordo com dados divulgados nesta segunda-feira pela União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica), as usinas e destilarias da região fabricaram na segunda metade de novembro 500 milhões de litros de álcool hidratado, alta de 15,4 por cento na comparação anual. No total, somando-se também o anidro, misturado à gasolina, o centro-sul do Brasil produziu 800 milhões de litros de etanol na segunda quinzena de novembro, avanço de 0,6 por cento ante igual período do ano passado. Essa produção leva em conta um mix de 63,2 por cento da oferta de cana para o álcool e de 36,8 por cento para açúcar, cuja fabricação na quinzena recuou 35,4 por cento, para 734 mil toneladas.

Leia mais em: https://www.terra.com.br/economia/producao-de-etanol-hidratado-

 

ANP muda proposta para flexibilizar conteúdo local de contrato antigo

 

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) sugeriu aumentar de 25% para 40% a exigência de conteúdo local para construção de plataformas, no âmbito da proposta de flexibilização das regras de nacionalização de bens e serviços para contratos de exploração e produção anteriores a 2017 -- conhecido como "waivers" de conteúdo local. A sugestão foi divulgada na manhã desta segunda-feira pelo diretor-geral a autarquia, Décio Oddone. Segundo Oddone, ao avaliar o posicionamento a indústria do setor com relação à proposta de waiver de conteúdo local para os contratos antigos, a ANP decidiu fazer alterações nos indicadores. Na prática, a maioria das exigências permanece a mesma: 50% para exploração e desenvolvimento em terra, 18% para exploração em mar e 40% para atividades de coleta e escoamento.

Leia mais em: http://www.valor.com.br/brasil/5223973/anp-muda-proposta-para-f

 

ANP quer adiar regulamentação de perdão sobre conteúdo local a petroleiras

 

SÃO PAULO (Reuters) - A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) pediu ao Tribunal de Contas da União (TCU) um adiamento para publicação de uma resolução que irá regulamentar um pedido de perdão (ou "waiver") por não cumprimento de conteúdo local em equipamentos. O diretor-geral da autarquia, Décio Oddone, explicou que o objetivo é utilizar o prazo para buscar junto ao governo uma aprovação para elevar o conteúdo local anteriormente previsto para plataformas. Termina no próximo dia 13 o prazo estabelecido pelo TCU para a publicação, pela ANP, da resolução que disciplina os mecanismos de "waiver", ajuste e transferência de conteúdo local aplicáveis aos contratos da 7ª à 13ª Rodadas de Concessão, da 1ª Rodada de Partilha da Produção e da Cessão Onerosa.

Fonte: https://extra.globo.com/noticias/economia/anp-quer-adiar-regulame

 

BR Distribuidora: um IPO gigantesco envolto em dúvidas

 

No apagar das luzes de 2017 uma das maiores empresas do país tenta convencer o mercado de que vale a pena fazer mais um investimento neste ano tão movimentado. A BR Distribuidora, que pertence à Petrobras, deve estrear na bolsa na sexta-feira 15 no que promete ser a maior abertura de capital (IPO) do país desde 2013. Analistas que acompanham o setor, no entanto, estão receosos quanto ao valor e os planos da companhia. “As ações valem o piso (15 reais) e olhe lá! Falta clareza sobre o negócio. Não vale a pena entrar agora”, diz um gestor de que administra grandes fundos no país. A Petrobras definiu o preço da BR Distribuidora entre a faixa de 15 a 19 reais. As últimas informações que circulam no mercado são de que a demanda por ações da companhia esteja próximo dos 80%, considerando o piso de 15 reais. O objetivo é vender entre 25% a 33,75% da companhia. As apostas de analistas são de que a companhia vai, na melhor das hipóteses, conseguir fechar o preço em 17 reais por ação, o que resultaria em 7,5 bilhões de reais para a controladora.

Fonte: https://exame.abril.com.br/mercados/br-distribuidora-um-ipo-gigante

 

Empresas do setor de combustíveis dizem que Petrobras voltou a subsidiar preços

 

A Petrobras voltou a praticar preços abaixo da paridade internacional, de acordo com a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), que enviou carta sobre essa questão para a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A prática de preços abaixo da paridade foi, no passado, uma das principais críticas à gestão da petroleira. Os preços controlados na época do governo petista geraram prejuízos e a conta da área de abastecimento da estatal costumava não fechar. Sérgio Araujo, presidente da Abicom, entidade que representa 70% do volume de combustíveis importado e cerca de 20% do ofertado, afirmou que em Estados como Amazonas, Maranhão, Pernambuco, Bahia, São Paulo e Paraná, os importadores não estão conseguindo chegar com preços iguais ou abaixo dos praticados pela Petrobras. Na sexta-feira passada (1), a estatal anunciou revisão do cálculo de paridade com preços internacionais para o diesel, avisando que, por isso, o preço do combustível cairia 5,7% no dia seguinte. Segundo fontes do setor, a Petrobras pode ter reduzido os preços porque vinha perdendo participação de mercado com a nova política, ao deixar espaço para a importação.

Leia mais em: https://www.istoedinheiro.com.br/empresas-do-setor-de-combustivei

 

O Sindicom muda

 

O tradicional Sindicom (Sindicato Nacional das Empresas de Combustíveis e Lubrificantes), criado em 1941, acaba  este mês — pelo menos como ele foi até aqui. A entidade que representa a Ipiranga, Petrobras, BP, Cosan, Castrol, Petronas, Raízen, Shell, Total e outras, vai virar um braço de uma associação, batizada de Plural, que está sendo criada e terá os mesmos sócios.

Fonte: http://blogs.oglobo.globo.com/lauro-jardim/post/o-fim-do-sindicom.h

 

 

 ALTA RODA

Fernando Calmon

 

Fernando Calmon é engenheiro e jornalista especializado no setor automobilístico desde 1967, quando produziu e apresentou o programa 'Grand Prix' na TV Tupi, no ar até 1980. Dirigiu a revista AutoEsporte por 12 anos e foi editor de automóveis das revistas O Cruzeiro e Manchete. Entre 1985 e 1994, produziu e apresentou o programa 'Primeira Fila' em cinco redes de TV. A coluna Alta Roda, criada em 1999, é publicada semanalmente na internet. Calmon também atua como consultor em assuntos técnicos e de mercado na área automobilística, e como correspondente para o Mercosul do site inglês just-auto. E-mail: fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

 

Renovabio é estratégico

 

Um projeto de lei importante para manter sob controle – ou mesmo diminuir – as emissões de gases de efeito estufa foi aprovado há uma semana pela Câmara dos Deputados. Acredita-se que a tramitação pelo Senado do chamado RenovaBio será tranquila e, finalmente, o País terá um mecanismo moderno para limitar a liberação de CO2 na atmosfera.

 

Os meios de transporte (terra, mar e ar) respondem por cerca um quarto das emissões totais deste gás capaz de provocar mudanças climáticas, segundo a grande maioria dos cientistas. Há os que discordam, porém está bem difícil convencer os seus pares do contrário, ou seja, considerar o gás carbônico de efeito neutro sobre o clima do planeta.

 

RenovaBio é um programa estratégico bem estruturado e recebeu aperfeiçoamentos em sua tramitação. Uma das mudanças desconsiderou metas anuais obrigatórias de adição de etanol à gasolina ou de biodiesel ao diesel, para aliviar pressões oportunistas. Estas mais atrapalham do que ajudam. O Brasil assumiu diretrizes de descarbonização dos transportes previstas na Conferência Mundial do Clima. Precisava mesmo de legislação sem subsídios ou renúncia fiscal para biocombustíveis.

 

A ideia teve inspiração nas leis do estado americano da Califórnia. Para cumprir as metas cria-se o comércio de créditos de carbono (CBios). As grandes emissoras (petrolíferas, em essência) compram créditos dos produtores de biocombustíveis. Estes são estimulados a buscar máxima produtividade e assim gerar mais Cbios. Fabricantes de veículos também se sentiriam estimulados a investir em motores mais eficientes.

 

Descrição: C:\Users\Zema\AppData\Local\Microsoft\Windows\Temporary Internet Files\Content.Word\etanol-gasolina.jpg

 

Na verdade, essa é uma tendência em curso e só precisava de um empurrão estratégico. Desde 2014, Unicamp, USP, ITA e Instituto Mauá de Tecnologia receberam o apoio do Grupo PSA (Peugeot, Citroën, DS e Opel) e da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) para fundar o Centro de Pesquisa em Engenharia (CPE) Professor Urbano Ernesto Stumpf. O nome homenageia o cientista falecido em 1998, considerado o pai do motor a etanol no Brasil.

 

Com o RenovaBio abre-se a possibilidade de autossustentação de CPEs que, além de oferecer resultados práticos, possam absorver riscos ao pesquisar algo inédito e avançado, como já acontece nos EUA, Europa e Japão. Aliás, colaboram com o Centro acima citado cientistas da França, Itália, Inglaterra e Alemanha.

 

A própria Fapesp promoveu, quinta-feira passada, em São Paulo, o seminário Eficiência Energética e Biocombustíveis. Um dos trabalhos apresentados, da Universidade Federal de Minas Gerais, foi sobre o desenvolvimento em laboratório de um motor exclusivamente a etanol. Depois de 14 anos, chegou a um resultado surpreendente ao aproveitar todo o potencial e características específicas do biocombustível.

 

Esse motor turbo de 1 litro entrega 185 cv de potência e seu consumo de etanol é até 10% inferior a um equivalente a gasolina. “O etanol sempre superou a gasolina em termos de eficiência energética. A novidade aqui é a paridade de consumo de combustível”, explicou o professor José Baeta.

 

A viabilidade comercial dependerá de mais estudos e investimentos, agora viabilizados, em tese, pelo RenovaBio.

 

RODA VIVA

 

ESTRATÉGIA da Ford para importar o Mustang incluía, desde o início, a versão repaginada da última geração. Em geral isso ocorre depois de quatro anos, mas neste caso a previsão era mudar no terceiro ano. Pré-venda em 11 de dezembro na faixa dos R$ 300 mil e versão única GT Premium. Motor V-8, 466 cv e câmbio automático de 10 marchas. Aceita provocações...

 

PROJETO Berlineta deve se materializar em 2019. Trata-se de um carro de competição brasileiro em colaboração com a ítalo-germânica MICLA. Apenas 850 kg de peso, motor central, tração traseira e mecânica a definir. Seu estilo é um tributo ao inesquecível Willys Interlagos, a versão nacional do Alpine A108, cuja releitura moderna acaba de estrear na Europa.

 

ATMOSFERA interna e motor 1.0 turbo são os grandes destaques do novo Polo. Bancos com assentos generosos, painel bem projetado, espaço para pernas na parte traseira, precisão de direção e ótimo câmbio automático de seis marchas completam o conjunto. Rodas de aro 17 da versão Highline tornam o rodar bem mais áspero do que as de aro 15 da Comfortline.

 

FARÓIS de LED (Diodos Emissores de Luz) vão substituir de forma mais rápida do que se pensava os de xenônio. Embora a tecnologia de LED seja cara, o aumento de produção está diminuindo seu custo. Além disso, ao contrário de lâmpadas de xenônio, dispensam sistemas de regulagem automática de altura dos fachos e de limpeza das lentes por jato de água.

 

PARA inibir o uso do celular enquanto se está ao volante, a GM decidiu entrar no ramo de comércio eletrônico, nos EUA, por meio da central multimídia no painel. De início a oferta de itens é pequena: apenas reservas em restaurante, teatro e pequenas compras. Faz parte da estratégia de evitar distrações. Já disponível e aos poucos em toda a linha de modelos naquele mercado.

Ex